a série insistir naquele flerte deslocado, como se não soubesse que ja deu meu deus do céeeeeeu, essa chama já se apagou!!!!
Mas, ainda, realmente falta a ousadia da segunda temporada do original, que, pra mim, segue sendo o ápice absoluto da série.
ELEKTRA... não tem igual!!! Não era só um interesse amoroso: era o espelho que refletia a escuridão que Matt tentava negar. Ela o desafiava, provocava, e sua química era tão perigosa quanto eletrizante. Enquanto isso, o Justiceiro não era um coadjuvante — era um furacão ético que fazia Matt questionar até seu próprio manto de herói. Já Fisk, não era só um vilão que misturava calculismo e violência de um jeito que mantinha você na ponta da cadeira. Era tudo intenso, sujo e humano —
sem psiquiatras que reduzem conflitos internos a clichês terapêuticos ou romances que só servem para preencher tempo de tela - QUE CHATURA A DOUTORA GLEEN!!!!!
No final de Born Again, Matt começa a aceitar seu lado sombrio, algo que Elektra sempre defendeu com unhas e dentes. É como se a série dissesse: "Olha, você precisa dessa dualidade!", mas teima em apagar a personagem que personificava essa lição. Até o Justiceiro, que poderia ser o contraponto perfeito, fica relegado a participações simbólicas.
Não é nostalgia: é sobre reconhecer que a segunda temporada funcionou pq não tinha medo de ser incômoda. Ela colocava Matt em situações onde não havia respostas certas — só escolhas dolorosas. Em Born Again, a Disney parece mais interessada em manter um equilíbrio "seguro", mesmo que isso signifique diluir o que faz o Demolidor fascinante: sua luta contra (e com) a própria sombra.
Mas o que realmente me deixou pensando foi o futuro da série: os rumores de que a próxima temporada trará uma batalha em massa contra Fisk, com Matt recrutando aliados (acredito muito na volta dos Defensores!), me animam e preocupam ao mesmo tempo: Por um lado, a volta de heróis como Jessica Jones ou Luke Cage pode injetar energia nova,
mas espero que não percam o foco na personificação da dualidade que o Demolidor precisa enfrentar. Afinal, a força do Demolidor nunca esteve só nos punhos, mas na luta entre sua luz e escuridão .
não basta trazer os Defensores ou aumentar o escopo da batalha.
É preciso equilibrar escala e profundidade: tragam de volta aquela coragem narrativa e ousadia da segunda temporadada e Elektra (de preferência com Elodie Yung!), o Justiceiro como parceiro/rival de peso, e um Fisk que não perdeu sua ferocidade. A receita do sucesso já foi escrita — e está ali, esperando para ser relida. Disney, não reinventem a roda: às vezes, o futuro está no que já fez história.
O Pai é tóxico (ele se mete numa enrascada financeira por puro ego, cogita trair a esposa e ainda joga na cara dela as limitações que ela enfrentou e compartilhou com ele durante o namoro na juventude - sendo sobrevivente de abuso - e o detalhe é que ela quem tá pagando as contas da casa já que o bunito simplesmente largou o emprego e se endividou pra seguir o 'sonho', além de passar o dia inteiro em "reuniões" de negócios q não dão em nada) As filhas são tóxicas (a caçula - irritante - obcecada por musical; a mais velha, egoísta, só pisa na irmã mais nova e fica num entra e sai do armário e muda todo seu jeito em função de macho, o que não faz sentido nenhum pq na série fica claro q ela nunca teve problemas em assumir sua sexualidade; a do meio, sem amor próprio - o que é típico mas aqui é super exagerado pq ela deixa a mãe doar todas as suas coisas e seu quarto pra Mae, deixa o melhor amigo ser abusivo e possessivo com ela, atende às mesquinharias e caprichos do crush que n ta nem ai) Suzane, além de tóxica tb, fica obcecada pela Mae (pq se vê, se identifica com a menina), e passa a viver exclusivamente por uma menina estranha e chata, sendo tapada ao ponto de ignorar toda sua experiência como psiquiatra, mesmo com os traumas, e n ver nenhum, NE-HUUUUM , do milhões de sinais manipuladores da Mae... E no meio disso tudo a menina, com um pentagrama nas costas, roubando objetos e rezando pra Lúcifer, todo dia na hora do jantar e a família lá ... de buenas!
Bom documentário, só peca em não dar o devido peso aos crimes que foram cometidos e as numerosas hospitalizações (teve até uma morte relacionada às condições climáticas extremas às quais o público foi exposto que sequer é mencionada), sendo os organizadores (e não o gênero musical dos shows), os verdadeiros (mas não os únicos) responsáveis, pela "economia porca" na estrutura do evento, movidos pela ganância.
Uma das melhores adaptações de quadrinhos já feitas (e pasmem, é da Netflix kkkkkkk 😱 - mas o crédito vai principalmente para seu criador que acompanhou toda a produção minuciosamente) Sandman faz parte da minha vida... Esperei muito para ver tantos personagens queridos em carne e osso e valeu a pena! Está perfeito (tem algumas mudanças compreensíveis, que se encaixaram bem ao formato audiovisual), arrancou suspiros, encantamento, reflexões e lágrimas (principalmente o episódio 06 que é uma das partes que mais amo nas HQ's) Espero que desperte o interesse das pessoas, para conhecerem essa obra-prima da literatura... Neil Gaiman mais uma vez nos deu seu coração 🥰 Mal posso esperar pela próxima temporada!
Ms. Marvel até que foi uma série legal...não é a melhor produção da Marvel mas acredito que tinha esse objetivo ... Acredito que se encaixa naquela categoria de séries que sempre existiram - principalmente nos anos 90/00 - voltadas para o público infanto-juvenil e portanto mais leves, até meio "canastronas", sem uma necessidade de se firmar como superprodução! Eu acho q é meio q aceitável entender que a Marvel na sua popularidade vai ter seus altos e baixos e nem tudo vai ser um evento que une todos os personagens e muda o espaço-tempo... e aqui acho q a série cumpre o que promete como entretenimento simples...
E ainda faz feitos importantes como a contribuição que traz para q as massas (principalmente os mais jovens), tenham um vislumbre despido de preconceitos da religião muçulmana, da cultura e questões delicadas histórico-políticas entre a Índia e o Paquistão...
O penúltimo episódio, por ex., teve sensibilidade contextualizando parte da história ao drama que muitos enfrentaram na divisão da Índia e do Paquistão... já trazendo para os dias atuais, tb foi muito interessante a ambientação da trama na comunidade muçulmana e sua interação com a sua heroína representante (confesso que achei fofo e tocante)
Tenho achado louvável esses projetos de expansão de universo dos títulos da Disney (e falo no geral mesmo, até para séries como "What If"), pq dão palco à criatividade, na forma de uma releitura ou não, interpretações diferentes, sem falar na arte visual que por si só tem sido um deleite para os olhos, em suas mais diferentes formas e traços...
No caso de Visions, fico feliz com o desenvolvimento da bela ideia trabalhada mais recentemente no episódio VIII (e, infelizmente, deturpada e desacreditada na produção seguinte), de que a Força é muito mais abrangente do que os Jedi e os Sith, com pessoas sensíveis à ela em todos os cantos da galáxia... está em todos e não precisa de "berço" para que manifeste todo seu potencial através dos seres vivos e, aqui, diversos episódios trabalham bem este conceito e enterram de vez aquela babaquice (do ultrajante episódio IX), de que um nome ou famílias é o que define os melhores usuários da força... Afinal, amamos o Luke e toda sua história, mas nem por isso a Força, tampouco a esperança deveriam morrer com ele...
Franquias dão lucro, claro, mas tb abrem portas para criatividade... E arte é isso!!
Temporada até boa... Começou muito bem, com ritmo agradável, episódios prendendo a atenção do inicio ao fim, até mais ou menos a metade... depois correu um pouco! Tenho que concordar com alguns comentários de que a 3° foi muito melhor!
Incomodou que os grandes feitos, a força e a coragem de alguns personagens femininos (cujas referências reais são historicamente importantes e que vinham sendo bem desenvolvidas na série), foram abordados de forma rasa, podendo ser equivocadamente interpretados como mesquinhos e egoístas, em função do impacto sobre a história do protagonista: A "correria" do roteiro não permite assimilar as motivações desses e outros personagens, gerando uma falta de empatia e até um certo ódio pelo súbito fechamento de algumas subtramas (que foram muitas) que incluem desfechos súbitos de alguns relacionamentos na história principal. Me pergunto se essa temporada deveria envolver tantos acontecimentos, ou melhor, tantos livros de uma vez.
Ainda acho a série muito boa e divertida... Mas confesso que a decepção foi forte por não terem conseguido manter, justo no clímax, o bom ritmo e o interesse estabelecido nas outras temporadas, pela narrativa de tantas mulheres icônicas referidas na história.
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Demolidor: Renascido (1ª Temporada)
3.6 173 Assista AgoraFoi uma boa temporada sim! Fisk já foi um contraponto melhor né gente
(apesar de que aquele final crush de crânio foi muito bom!)
a série insistir naquele flerte deslocado, como se não soubesse que ja deu meu deus do céeeeeeu, essa chama já se apagou!!!!
ELEKTRA... não tem igual!!! Não era só um interesse amoroso: era o espelho que refletia a escuridão que Matt tentava negar. Ela o desafiava, provocava, e sua química era tão perigosa quanto eletrizante. Enquanto isso, o Justiceiro não era um coadjuvante — era um furacão ético que fazia Matt questionar até seu próprio manto de herói. Já Fisk, não era só um vilão que misturava calculismo e violência de um jeito que mantinha você na ponta da cadeira. Era tudo intenso, sujo e humano —
sem psiquiatras que reduzem conflitos internos a clichês terapêuticos ou romances que só servem para preencher tempo de tela - QUE CHATURA A DOUTORA GLEEN!!!!!
E sabe o que foi o mais irônico?
No final de Born Again, Matt começa a aceitar seu lado sombrio, algo que Elektra sempre defendeu com unhas e dentes. É como se a série dissesse: "Olha, você precisa dessa dualidade!", mas teima em apagar a personagem que personificava essa lição. Até o Justiceiro, que poderia ser o contraponto perfeito, fica relegado a participações simbólicas.
Não é nostalgia: é sobre reconhecer que a segunda temporada funcionou pq não tinha medo de ser incômoda. Ela colocava Matt em situações onde não havia respostas certas — só escolhas dolorosas. Em Born Again, a Disney parece mais interessada em manter um equilíbrio "seguro", mesmo que isso signifique diluir o que faz o Demolidor fascinante: sua luta contra (e com) a própria sombra.
Mas o que realmente me deixou pensando foi o futuro da série: os rumores de que a próxima temporada trará uma batalha em massa contra Fisk, com Matt recrutando aliados (acredito muito na volta dos Defensores!), me animam e preocupam ao mesmo tempo: Por um lado, a volta de heróis como Jessica Jones ou Luke Cage pode injetar energia nova,
Então fica o apelo:
não basta trazer os Defensores ou aumentar o escopo da batalha.
O Diabo em Ohio
2.8 98 Assista AgoraPerdi o meu tempo e passei foi raiva, pq:
O Pai é tóxico (ele se mete numa enrascada financeira por puro ego, cogita trair a esposa e ainda joga na cara dela as limitações que ela enfrentou e compartilhou com ele durante o namoro na juventude - sendo sobrevivente de abuso - e o detalhe é que ela quem tá pagando as contas da casa já que o bunito simplesmente largou o emprego e se endividou pra seguir o 'sonho', além de passar o dia inteiro em "reuniões" de negócios q não dão em nada)
As filhas são tóxicas (a caçula - irritante - obcecada por musical; a mais velha, egoísta, só pisa na irmã mais nova e fica num entra e sai do armário e muda todo seu jeito em função de macho, o que não faz sentido nenhum pq na série fica claro q ela nunca teve problemas em assumir sua sexualidade; a do meio, sem amor próprio - o que é típico mas aqui é super exagerado pq ela deixa a mãe doar todas as suas coisas e seu quarto pra Mae, deixa o melhor amigo ser abusivo e possessivo com ela, atende às mesquinharias e caprichos do crush que n ta nem ai)
Suzane, além de tóxica tb, fica obcecada pela Mae (pq se vê, se identifica com a menina), e passa a viver exclusivamente por uma menina estranha e chata, sendo tapada ao ponto de ignorar toda sua experiência como psiquiatra, mesmo com os traumas, e n ver nenhum, NE-HUUUUM , do milhões de sinais manipuladores da Mae...
E no meio disso tudo a menina, com um pentagrama nas costas, roubando objetos e rezando pra Lúcifer, todo dia na hora do jantar e a família lá ... de buenas!
se poupem disso aqui...
Desastre Total: Woodstock 99
3.8 124 Assista AgoraBom documentário, só peca em não dar o devido peso aos crimes que foram cometidos e as numerosas hospitalizações (teve até uma morte relacionada às condições climáticas extremas às quais o público foi exposto que sequer é mencionada), sendo os organizadores (e não o gênero musical dos shows), os verdadeiros (mas não os únicos) responsáveis, pela "economia porca" na estrutura do evento, movidos pela ganância.
Sandman (1ª Temporada)
4.1 614 Assista AgoraUma das melhores adaptações de quadrinhos já feitas (e pasmem, é da Netflix kkkkkkk 😱 - mas o crédito vai principalmente para seu criador que acompanhou toda a produção minuciosamente)
Sandman faz parte da minha vida... Esperei muito para ver tantos personagens queridos em carne e osso e valeu a pena! Está perfeito (tem algumas mudanças compreensíveis, que se encaixaram bem ao formato audiovisual), arrancou suspiros, encantamento, reflexões e lágrimas (principalmente o episódio 06 que é uma das partes que mais amo nas HQ's)
Espero que desperte o interesse das pessoas, para conhecerem essa obra-prima da literatura... Neil Gaiman mais uma vez nos deu seu coração 🥰
Mal posso esperar pela próxima temporada!
Ms. Marvel
3.1 244 Assista AgoraMs. Marvel até que foi uma série legal...não é a melhor produção da Marvel mas acredito que tinha esse objetivo ...
Acredito que se encaixa naquela categoria de séries que sempre existiram - principalmente nos anos 90/00 - voltadas para o público infanto-juvenil e portanto mais leves, até meio "canastronas", sem uma necessidade de se firmar como superprodução! Eu acho q é meio q aceitável entender que a Marvel na sua popularidade vai ter seus altos e baixos e nem tudo vai ser um evento que une todos os personagens e muda o espaço-tempo... e aqui acho q a série cumpre o que promete como entretenimento simples...
E ainda faz feitos importantes como a contribuição que traz para q as massas (principalmente os mais jovens), tenham um vislumbre despido de preconceitos da religião muçulmana, da cultura e questões delicadas histórico-políticas entre a Índia e o Paquistão...
O penúltimo episódio, por ex., teve sensibilidade contextualizando parte da história ao drama que muitos enfrentaram na divisão da Índia e do Paquistão... já trazendo para os dias atuais, tb foi muito interessante a ambientação da trama na comunidade muçulmana e sua interação com a sua heroína representante (confesso que achei fofo e tocante)
Star Wars: Visions (1ª Temporada)
3.7 58Star wars Visions é, de fato, uma visão! 😜
Tenho achado louvável esses projetos de expansão de universo dos títulos da Disney (e falo no geral mesmo, até para séries como "What If"), pq dão palco à criatividade, na forma de uma releitura ou não, interpretações diferentes, sem falar na arte visual que por si só tem sido um deleite para os olhos, em suas mais diferentes formas e traços...
No caso de Visions, fico feliz com o desenvolvimento da bela ideia trabalhada mais recentemente no episódio VIII (e, infelizmente, deturpada e desacreditada na produção seguinte), de que a Força é muito mais abrangente do que os Jedi e os Sith, com pessoas sensíveis à ela em todos os cantos da galáxia... está em todos e não precisa de "berço" para que manifeste todo seu potencial através dos seres vivos e, aqui, diversos episódios trabalham bem este conceito e enterram de vez aquela babaquice (do ultrajante episódio IX), de que um nome ou famílias é o que define os melhores usuários da força... Afinal, amamos o Luke e toda sua história, mas nem por isso a Força, tampouco a esperança deveriam morrer com ele...
Franquias dão lucro, claro, mas tb abrem portas para criatividade... E arte é isso!!
Eles (1ª Temporada)
4.1 565 Assista AgoraIncômodo, visceral, grotesco... crítica social mais que necessária!
A
M
E
I
E que venha mais!
O Último Reino (4ª Temporada)
4.2 84Temporada até boa... Começou muito bem, com ritmo agradável, episódios prendendo a atenção do inicio ao fim, até mais ou menos a metade... depois correu um pouco! Tenho que concordar com alguns comentários de que a 3° foi muito melhor!
Incomodou que os grandes feitos, a força e a coragem de alguns personagens femininos (cujas referências reais são historicamente importantes e que vinham sendo bem desenvolvidas na série), foram abordados de forma rasa, podendo ser equivocadamente interpretados como mesquinhos e egoístas, em função do impacto sobre a história do protagonista: A "correria" do roteiro não permite assimilar as motivações desses e outros personagens, gerando uma falta de empatia e até um certo ódio pelo súbito fechamento de algumas subtramas (que foram muitas) que incluem desfechos súbitos de alguns relacionamentos na história principal. Me pergunto se essa temporada deveria envolver tantos acontecimentos, ou melhor, tantos livros de uma vez.
Ainda acho a série muito boa e divertida... Mas confesso que a decepção foi forte por não terem conseguido manter, justo no clímax, o bom ritmo e o interesse estabelecido nas outras temporadas, pela narrativa de tantas mulheres icônicas referidas na história.