Depois de tanto assistir o mesmo clichê nos doramas, uma hora a gente passa a relevá-los porque faz parte da linguagem, a criatividade fica sendo aplicada em outras coisas. No fim das contas, o que me encanta nos doramas é a construção dos personagens. Dia após dia assistindo parecem que todos convivem dentro de mim. Experiências que não vou viver e que ao mesmo tempo vivo na telinha, no espelho preto. Ou se a gente se identifica é porque já viveu de alguma maneira.
Nesse, me encanta que o desenrolar do romance não demora. E que acompanhamos o amadurecimento da protagonista que, mesmo com um pé lá e outro cá, assume, por fim, sua nova versão. A mãe não sabia o quanto colaborava para isso. Enfim, amor próprio é tudo! Sem isso ninguém sabe realmente o que é amar. Importante encontrar mais disso em doramas. Chega de romantizar o sacrifício, né?
Como cada um é um universo, né? E a gente olha e se dá conta de que "eu já estive nesse lugar", aqui e ali. É um drama que honra o gênero, um recorte da vida humana em sua diversidade, e ao mesmo tempo na unidade dessa essência, que construímos. Nós vivemos todos o mesmo livro, cada um em uma página diferente. Um passo a passo reflexivo na construção (ou conhecimento) desse Eu. É beeem filosófico, existencialista, e como se propõe em sinceridades, nem se mostra feliz, nem deixa de ser feliz e ainda assim encontra felicidades.
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Something in the Rain
4.2 113 Assista AgoraDepois de tanto assistir o mesmo clichê nos doramas, uma hora a gente passa a relevá-los porque faz parte da linguagem, a criatividade fica sendo aplicada em outras coisas. No fim das contas, o que me encanta nos doramas é a construção dos personagens. Dia após dia assistindo parecem que todos convivem dentro de mim. Experiências que não vou viver e que ao mesmo tempo vivo na telinha, no espelho preto. Ou se a gente se identifica é porque já viveu de alguma maneira.
Nesse, me encanta que o desenrolar do romance não demora. E que acompanhamos o amadurecimento da protagonista que, mesmo com um pé lá e outro cá, assume, por fim, sua nova versão. A mãe não sabia o quanto colaborava para isso. Enfim, amor próprio é tudo! Sem isso ninguém sabe realmente o que é amar. Importante encontrar mais disso em doramas. Chega de romantizar o sacrifício, né?
My Liberation Notes
4.2 27 Assista AgoraComo cada um é um universo, né? E a gente olha e se dá conta de que "eu já estive nesse lugar", aqui e ali. É um drama que honra o gênero, um recorte da vida humana em sua diversidade, e ao mesmo tempo na unidade dessa essência, que construímos. Nós vivemos todos o mesmo livro, cada um em uma página diferente. Um passo a passo reflexivo na construção (ou conhecimento) desse Eu. É beeem filosófico, existencialista, e como se propõe em sinceridades, nem se mostra feliz, nem deixa de ser feliz e ainda assim encontra felicidades.