Armaria que fofura. Ele mesmo cria o drama e ele mesmo resolve... Tão bonito ver adultos maduros e esse ambiente de suporte que dá espaço e segurança pra se entender, se expressar e ser.
Esse filme deixa um sentimento bonito de como cada um reflete, deixa e leva pra si aspectos construidos entre, e num momento, e que isso nos constitui em certa instância, pois quando aquilo deixa de se apresentar, ainda é sempre uma referência presente. Me ascende no ponto de mais amor pelo movimento e pela mudança natural da vida, que inconscientemente criamos. Nada tem de ser apegado ou forçado, e se dedicar a manter algo real ou ideal pode te tornar um estranho de fora para dentro ou de dentro pra fora, haha
Cada personagem muito único. Amo a tia que não vemos a cara. O tempero. O novo funcionário mexendo com o protagonista. A projeção nas crianças da rua. O quanto que se permitem viver e não viver essa experiência. Cada resposta de cartinha na escolha do que dizer. Esse contato misterioso com outro alguém. O fim, a expectativa, não é tudo.
Os desencontros, os que vão, e os que ficam. Tudo muda em diferentes proporções. As memórias e aquela versão sua que ficou lá naquela época. Coisas que não se repetem, e nem deveriam. Vida que segue. Nunca olhar para trás, e caso volte, é seguindo adiante, na oportunidade de conhecer de novo. E o reencontro é sempre consigo mesmo.
Depois de tanto assistir o mesmo clichê nos doramas, uma hora a gente passa a relevá-los porque faz parte da linguagem, a criatividade fica sendo aplicada em outras coisas. No fim das contas, o que me encanta nos doramas é a construção dos personagens. Dia após dia assistindo parecem que todos convivem dentro de mim. Experiências que não vou viver e que ao mesmo tempo vivo na telinha, no espelho preto. Ou se a gente se identifica é porque já viveu de alguma maneira.
Nesse, me encanta que o desenrolar do romance não demora. E que acompanhamos o amadurecimento da protagonista que, mesmo com um pé lá e outro cá, assume, por fim, sua nova versão. A mãe não sabia o quanto colaborava para isso. Enfim, amor próprio é tudo! Sem isso ninguém sabe realmente o que é amar. Importante encontrar mais disso em doramas. Chega de romantizar o sacrifício, né?
Eu gosto disso, de ver a perspectiva das pessoas, um outro tempo, a realidade de cada um, um recorte da vida de alguém, um causo, um perrengue... E ver o Brasil de fora assim, reflete algo em nós. Cara, a vida das pessoas que atravessam o mundo e o mundo as atravessa. Tanta construção de sentido. Tudo importa.
Bonito ver essa determinação por um propósito de vida que vai ser apresentando no caminho. Vivência que ninguém mais pode entender e se faz tocar adiante. Faz por si e beneficia todo mundo.
Como cada um é um universo, né? E a gente olha e se dá conta de que "eu já estive nesse lugar", aqui e ali. É um drama que honra o gênero, um recorte da vida humana em sua diversidade, e ao mesmo tempo na unidade dessa essência, que construímos. Nós vivemos todos o mesmo livro, cada um em uma página diferente. Um passo a passo reflexivo na construção (ou conhecimento) desse Eu. É beeem filosófico, existencialista, e como se propõe em sinceridades, nem se mostra feliz, nem deixa de ser feliz e ainda assim encontra felicidades.
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Corações Jovens
4.2 79 Assista AgoraArmaria que fofura. Ele mesmo cria o drama e ele mesmo resolve... Tão bonito ver adultos maduros e esse ambiente de suporte que dá espaço e segurança pra se entender, se expressar e ser.
We Made a Beautiful Bouquet
4.1 6Esse filme deixa um sentimento bonito de como cada um reflete, deixa e leva pra si aspectos construidos entre, e num momento, e que isso nos constitui em certa instância, pois quando aquilo deixa de se apresentar, ainda é sempre uma referência presente. Me ascende no ponto de mais amor pelo movimento e pela mudança natural da vida, que inconscientemente criamos. Nada tem de ser apegado ou forçado, e se dedicar a manter algo real ou ideal pode te tornar um estranho de fora para dentro ou de dentro pra fora, haha
Lunchbox
4.1 149 Assista AgoraCada personagem muito único. Amo a tia que não vemos a cara. O tempero. O novo funcionário mexendo com o protagonista. A projeção nas crianças da rua. O quanto que se permitem viver e não viver essa experiência. Cada resposta de cartinha na escolha do que dizer. Esse contato misterioso com outro alguém. O fim, a expectativa, não é tudo.
Yeh Jawaani Hai Deewani
4.0 23 Assista AgoraOs desencontros, os que vão, e os que ficam. Tudo muda em diferentes proporções. As memórias e aquela versão sua que ficou lá naquela época. Coisas que não se repetem, e nem deveriam. Vida que segue. Nunca olhar para trás, e caso volte, é seguindo adiante, na oportunidade de conhecer de novo. E o reencontro é sempre consigo mesmo.
Something in the Rain
4.2 113 Assista AgoraDepois de tanto assistir o mesmo clichê nos doramas, uma hora a gente passa a relevá-los porque faz parte da linguagem, a criatividade fica sendo aplicada em outras coisas. No fim das contas, o que me encanta nos doramas é a construção dos personagens. Dia após dia assistindo parecem que todos convivem dentro de mim. Experiências que não vou viver e que ao mesmo tempo vivo na telinha, no espelho preto. Ou se a gente se identifica é porque já viveu de alguma maneira.
Nesse, me encanta que o desenrolar do romance não demora. E que acompanhamos o amadurecimento da protagonista que, mesmo com um pé lá e outro cá, assume, por fim, sua nova versão. A mãe não sabia o quanto colaborava para isso. Enfim, amor próprio é tudo! Sem isso ninguém sabe realmente o que é amar. Importante encontrar mais disso em doramas. Chega de romantizar o sacrifício, né?
Dormir de Olhos Abertos
3.1 11Eu gosto disso, de ver a perspectiva das pessoas, um outro tempo, a realidade de cada um, um recorte da vida de alguém, um causo, um perrengue... E ver o Brasil de fora assim, reflete algo em nós. Cara, a vida das pessoas que atravessam o mundo e o mundo as atravessa. Tanta construção de sentido. Tudo importa.
A Voz do Empoderamento
4.3 37 Assista AgoraBonito ver essa determinação por um propósito de vida que vai ser apresentando no caminho. Vivência que ninguém mais pode entender e se faz tocar adiante. Faz por si e beneficia todo mundo.
Troca Surpresa
3.8 8 Assista AgoraUm filme que tem um toque de tudo, como faz a Índia com suas especiarias. Deixa um sabor leve, muito bom no que se propõe!
My Liberation Notes
4.2 27 Assista AgoraComo cada um é um universo, né? E a gente olha e se dá conta de que "eu já estive nesse lugar", aqui e ali. É um drama que honra o gênero, um recorte da vida humana em sua diversidade, e ao mesmo tempo na unidade dessa essência, que construímos. Nós vivemos todos o mesmo livro, cada um em uma página diferente. Um passo a passo reflexivo na construção (ou conhecimento) desse Eu. É beeem filosófico, existencialista, e como se propõe em sinceridades, nem se mostra feliz, nem deixa de ser feliz e ainda assim encontra felicidades.