Silêncio dos Inocentes é sem dúvida um dos três melhores filmes que abordam a psicologia de um psicopata, não atoa Anthony Hopkins ganhou o oscar (merecidamente) de melhor ator nessa que pode ser a melhor performance dele em frente as câmera, mas não somente ele brilhou nesse longa, outra atuação memorável é a de Ted Levine que incorporou e demonstrou a mente perturbada de seu personagem Buffalo Bill em tela.
A crescente de tensão ao longo do filme, as cenas de diálogo entre Hannibal e Clarice estão simplesmente incríveis. Contudo nem só de louros vive o filme, Scott Gleen interpreta o personagem que é um dos mais desinteressantes do filme, se não o mais desinteressante que é Jack Crowford (Quem leu o livro sabe da importância desse personagem e a sua imponência dentro de qualquer ambiente que ele estivesse), com diálogos desinteressantes e uma atuação no automático.
Outro ponto falho do filme é a velocidade de transições entre cenas, é muita informação que não são devidamente conectadas. Em uma um minuto Clarice está conversando com Hannibal e em 10 minutos depois ele está em outro estado e ela conversando de forma escondida com ele novamente.
Por fim, mesmo com as falhas esse filme consegue ser um dos melhores do gênero, principalmente por causa das atuações de Ted Levine e Anthony Hopkins.
Filmando 'O Silêncio dos Inocentes'
3.4 2Silêncio dos Inocentes é sem dúvida um dos três melhores filmes que abordam a psicologia de um psicopata, não atoa Anthony Hopkins ganhou o oscar (merecidamente) de melhor ator nessa que pode ser a melhor performance dele em frente as câmera, mas não somente ele brilhou nesse longa, outra atuação memorável é a de Ted Levine que incorporou e demonstrou a mente perturbada de seu personagem Buffalo Bill em tela.
A crescente de tensão ao longo do filme, as cenas de diálogo entre Hannibal e Clarice estão simplesmente incríveis. Contudo nem só de louros vive o filme, Scott Gleen interpreta o personagem que é um dos mais desinteressantes do filme, se não o mais desinteressante que é Jack Crowford (Quem leu o livro sabe da importância desse personagem e a sua imponência dentro de qualquer ambiente que ele estivesse), com diálogos desinteressantes e uma atuação no automático.
Outro ponto falho do filme é a velocidade de transições entre cenas, é muita informação que não são devidamente conectadas. Em uma um minuto Clarice está conversando com Hannibal e em 10 minutos depois ele está em outro estado e ela conversando de forma escondida com ele novamente.
Por fim, mesmo com as falhas esse filme consegue ser um dos melhores do gênero, principalmente por causa das atuações de Ted Levine e Anthony Hopkins.