Filme completamente fora da caixinha, acho que um dos melhores de terror da última década. Original, bebendo da cultura local e chocante ao mesmo tempo, maravilhoso.
Esse filme foi uma grata surpresa, eu não esperava muito dele, no entanto seu roteiro foi coeso, não se agarrou a diversos clichês que existem no gênero e as atuações também não são ruins.
Filme bem atuado, com uma temática emocionante com um Tom Hanks sobrevivente de situações extremas. Por mais que seja um filme bem dirigido, atuado e com uma fotografia belíssima, esse é um longa com uma temática usual e muito trabalhada no cinema que não entrega algo novo, seja em sua história principal ou com seu protagonista que já vimos antes em outros filmes dessa mesma temática. É um bom filme para entretenimento.
Acredito que este seja um dos piores filmes já produzidos na história do cinema, com atuações péssimas, roteiro preguiçoso, fotografia horrível. A única parte boa do filme é ver Bruce Willis totalmente no automático e claramente se divertindo com a piada que é este filme. Todo mundo precisa pagar os boletos né Bruce, eu entendo.
Filme muito bom e que conseguiu apresentar diversos personagens carismático ao mesmo tempo e isso é muito para um filme solo, contudo a parte central dos Deviantes e Celestiais não causou um senso de urgência, tendo em vista que foram conduzidos somente como meio narrativo sem background, o que é até entendível já que o filme diversos protagonistas que precisavam ser trabalhados.
Espero que o segundo filme traga melhoras na condução dos antagonistas é preciso disso para dar maior importância aos "heróis".
Daniel Craig não poderia dar adeus a 007 de uma forma diferente, um dos melhores atores que interpretou o sedutor James Bond, conseguiu dar camadas que o agente precisava, precisávamos ver o James humano, o James que erra, que ama, que sente ódio, que entra em um ciclo de autodestruição e que sai dele. Principalmente precisávamos ver um James que realmente desse a sua vida em prol do que mais importa, que não é a rainha e nem a nação e sim sua família. Filme incrível e emocionante.
Ótimo filme, consegue entregar um bom clima de faroeste ao mesmo tempo que aborda de forma sutil e direta problemas reais como o racismo e suas consequências. Assim como abordar sobre as consequências que a vingança pode causar e o quanto podemos nos perder nesse processo, Idris Elba como sempre um dos melhores atores de sua geração.
Para um filme que abre e apresenta um novo herói, esse foi um dos melhores da Marvel, conseguindo construir um personagem até então desconhecido do grande público e trazer o misticismo de uma cultura que não é a ocidental. Seus personagens secundários também foram muito bem construídos, tirando a irmã de Shang-Chi que dentre os coadjuvantes foi a mais rasa até então, espero que no segundo filme ela tenha mais tempo de tela, assim como maior profundidade.
Patético para dizer o mínimo, roteiro fraco e pessimamente adaptado (se isso for considerado animação). O mais visceral da história de Injustice é justamente o horror que um ser com poderes de um Deus pode causar na humanidade ao ser tirano. Perdi meu tempo, filme horrível em todos os sentidos possíveis.
Bom não vou me alongar falando sobre esse filme, de longe um dos piores filmes do ano, o pior filme da franquia, um dos piores filmes da década.
Assisti o filme por gostar de alguns atores e ter assistido aos demais, mesmo que a qualidade tenha caído de forma vertiginosa. O filme tem os diálogos mais clichês de forma sequenciada que eu sinceramente já vi no cinema, alguns atores ótimos atuando no automático (também né com esse nível de roteiro não tinha como ser diferente).
Um filme que consegue demonstrar em sua duração os efeitos nefastos que a radiação soltada pelos americanos em Hiroshima e Nagasaki proporcionaram, vemos a destruição do lar principalmente de civis que sofrerem e sofrem até hoje o efeito desse genocídio. Temos uma noção mesmo superficial do horror dessa guerra e em como famílias inteiras foram destruídas, esse filme serve como uma constante lição sobre os limites que a humanidade ultrapassou no martírio e crueldade com os seus. Uma obra magnífica e atual, contudo jamais fácil de digerir sem se emocionar.
Esse foi o primeiro filme que me fez chorar em seus primeiros 5 minutos. Com uma qualidade de animação já reconhecida do estúdio Ghibli, esse longa demonstra através da pele de dois irmãos civis o horror da segunda guerra mundial, sobre como uma sociedade em ruína acaba se tornando mais egoísta do que é naturalmente, em como a fome dói e assola de forma cruel principalmente crianças. Por fim trazendo como subtexto que uma guerra nunca traz benefícios consigo, mas que somente causa destruição, perda e o que de pior existe no ser humano. Filme impecável e um dos mais tristes que já assisti.
James Wan demonstra novamente porque ele é um dos melhores diretores da nova geração no que tange o terror, nesse longa ele consegue desenvolver uma história envolvente, com personagens bem desenvolvidos e sem utilizar de forma demasiada de Jump scare, conseguindo criar uma tensão que culmina no encerrar do longa. Simplesmente magnífico e um respiro para um gênero até então estagnado.
Um filme pouco comentado pelo menos no Brasil e é um dos melhores filmes da última década. Acompanhamos durante o longa a saga do agente Kim Soo-hyeon em busca de vingança em relação ao assassino serial-killer Kyung-chul que matou sua esposa Joo-yeon.
Adentramos no universo da vingança e suas consequências, sobre a transformação em um monstro para se caçar outro monstro, a vingança é abordada como uma tentativa de fazer justiça com as próprias mãos, sendo que no final desse processo não temos quem perdemos de volta, o vazio deixado pela perda violenta de quem amamos não é preenchido e nem sanado.
Além dos questionamentos pertinentes sobre as consequências da vingança, somos presenteados com uma das melhores atuações já realizadas com o ator Min-sik Choi que interpreta o antagonista do longa. A fotografia é belíssima e a direção hábil na hora de fazer as transições nas cenas de perseguição e assassinatos.
Por fim esse longa é uma obra prima, digna das melhores listas de filmes de terror, pena que não é conhecida em território nacional.
Filme estrelado por Matthew McConaughey e Samuel L. Jackson, demonstrando como um caso de vingança pode ser fortemente influenciado por causa da segregação racial. Nos deparamos com uma história forte e um elenco que faz jus aos seus respectivos papéis. Mesmo romantizado o julgamento o telespectador pode ter a noção de como os negros são tratados nos EUA, especialmente nos estados do sul, onde a tensão racial é enorme e a segregação é mais forte.
Durante o longa acompanhamos o julgamento de Carl Lee Hailey, que em um ato de ódio mata os dois homens brancos que estupraram e violentaram fisicamente sua filha de 10 anos, seu advogado é o novato Jake Tyler Brigance que mesmo com seus ideais de justiça não compreende e nem nunca iria compreender o que uma pessoa negra nos EUA passa diariamente. No decorrer do filme somos apresentados também a Ku klux klan que começa a operar na cidade na busca do linchamento de Carl Lee, o que não é absurdo, pois mais de 20 anos depois ainda nos deparamos com esses seres asquerosos e criminosos em noticiários.
O filme aborda uma mensagem que continua atual, mesmo que já tenha se passado mais de 20 anos, que é sobre a segregação racial e que a justiça é um instrumento dos mais poderosos na maioria dos casos. Contudo o filme tem seus pontos negativos, como é a caracterização jocosa de alguns integrantes da KKK, que não tem nada de engraçado, eles são somente criminosos do pior tipo e um enredo arrastado da trama, com cenas e diálogos que nada acrescentam a história principal.
Um filme com um elenco de peso, contando com os nomes de Tom Holland, Robert Pattinson, Bill Skarsgard, Sebastian Stan, dentre outros. Esse longa tem o tempo preciso para desenvolver a obra, possuindo três núcleos que vão se cruzar em algum momento, o diretor tem um timing preciso para desenvolver cada uma das histórias, que tem em comum um enredo enraizado em fé e na corrupção humana, para alguns a trama pode aparentar ser uma crítica a instituições religiosas e ao cristianismo como um todo, mas o filme não se limita e nem tenta isso.
O que o filme demonstra é como a fé muitas vezes cega em momentos de desespero podem levar a pessoa a cometer barbáries, como assassinar o cachorro do filho na tentativa de curar a esposa de câncer ou de assassinar a própria esposa crendo que possui poderes de ressureição, ou de utilizar a poder de chefe religioso para coagir adolescentes e assim abusar sexualmente delas.
Com atuações convincentes e maravilhosamente efetuadas, principalmente por Robert Pattinson e Tom Holland e uma direção bem conduzida e com seu ritmo que condiz em como é a vida no interior, esse é sem sombra de dúvidas um dos melhores filmes de 2020.
Spike Lee é um dos melhores diretores em atividade e ele demonstra sua capacidade técnica tanto em enquadramentos, quanto em condução de atores e roteiro. Sua maestria em criar uma obra coesa, com assuntos sensíveis e sempre tocando na temática de segregação racial é incrível. Nesse longa ele consegue tocar em assuntos até então já trabalhados em filmes de guerra, como o estresse pós-traumático, sobre a inutilidade das Guerras e principalmente na hipocrisia da Guerra do Vietnam. Contudo o diretor aborda algo que até então não foi trabalhado nesses tipos de filmes, como a segregação racial no meio militar e em como os negros eram tratados como objetos descartáveis em uma guerra por direitos que sequer possuíam em casa.
A maioria dos núcleos foram bem trabalhados, como no caso dos veteranos negros retornando ao local onde travaram batalhas e perderam pessoas importantes, sobre sua irmandade e principalmente sobre como sua pele os uniam ainda mais que uma guerra geralmente uniria, afinal mesmo sem estar no Vietnam eles já travavam batalhas para sobreviver no local que deveria ser sua casa.
Mesmo com todas as partes positivas do longa, como o roteiro coeso em seu núcleo central, sua narrativa que trouxe a todo momento fatos sobre negros importantes ao longo da história americana, sobre perdas e estresse de sobreviver a uma guerra pode causar. O diretor e roteiristas pecam e feio no modo como retratam os Vietnamitas, utilizando caricaturas dessas pessoas que literalmente tiveram seu território invadido pelos imperialistas americanos, onde foram mortos e dizimados por uma guerra trazida por estrangeiros. Essa falta de tato com ambos os lados de uma guerra, com um povo que sofre com o imperialismo branco há séculos e que perdura até os dias de hoje como é o caso dos asiáticos, especificamente nesse caso os vietnamitas.
No tocante a história da população negra dos EUA, com seus líderes, seus atletas e seus flagelos Spike Lee atua quase com didatismo, de um modo que consegue prender sua atenção do inicio ao fim e consegue fazer conexões de uma luta, como bem mesmo mostrado durante o longa, perdura por séculos.
James Wan demonstra ser um dos poucos diretores que sabem como trabalhar e inovar no terror, ao trabalhar com um roteiro conciso, simples e linear, o diretor consegue colocar uma crescente de tensão no decorrer do filme, com uma boa direção de atores, ele consegue transmitir ao telespectador a tensão vivida por Renai Lambert que se vê em um ambiente onde começam ocorrer, cada vez com mais intensidade situações sobrenaturais.
É um filme tecnicamente bonito, contudo não mais que isso. O filme é extenso demais possuindo incríveis duas horas e meia de duração para uma história relativamente simples, trazendo um vilão que possuí motivos risíveis para fazer o que faz, seus efeitos especiais também são um problema a parte, principalmente nas cenas em que a Diana usa seus poderes, seja correndo em alta velocidade ou voando, ou até na caracterização da "vilã", não passando credibilidade em nenhum momento.
Infelizmente esse filme padece com mais uma herança maldita de Zack Snyder que é a utilização de forma desregulada da câmera lenta, que faz com que o filme se torne monótono sem nem chegarmos na metade do mesmo.
Por fim o filme demonstra falha na condução dos atores, que não conseguem em cena fazer com que quem esteja assistindo se sinta emocionado, alegre ou apreensivo em nenhum momento, em nenhum dos núcleos.
Dentre os produtores está Zack Snyder, que mesmo quando teoricamente não estando na direção, consegue fazer com que o longa se torne uma obra monótona, com pouca criatividade e com efeitos especiais duvidosos. No dia que a Warner se livrar do carma que se tornou esse senhor para os filmes da DC, quem sabe os filmes de heróis consigam ganhar alguma qualidade.
Esse longa é um ótimo presente de natal entregue pela Netflix. O filme conta com George Clooney na cadeira de diretor e protagonista, demonstrando o talento do ator não somente diante, mas também atrás das câmeras.
Esse longa consegue demonstrar ao mesmo tempo a capacidade que o homem possui em destruir seu planeta natal, assim como todo o potencial escondido em si de compaixão, compreensão, família e amizade. É um filme que utiliza como plano de fundo a destruição do planeta terra e a saga de um cientista que sozinho busca salvar a vida de uma tripulação que está retornando de uma viagem a uma lua habitável em Jupiter, nesse tripulação em especial está uma das pessoas que mais amou em vida e que por motivos egoístas de priorizar o trabalho acima de tudo, acabou não aproveitando a própria vida.
Essa é uma abra que tem como cerne a abordagem sobre o que realmente fazemos de nossa vida? Qual é nossa maior obra durante o curto período de tempo que caminhamos sobre a terra, é o nosso trabalho ou o tempo que passamos com quem amamos?
No ano de 1962 três prisioneiros conseguiram a façanha de fugir da Penitenciária Federal de Alcatraz, esses prisioneiros foram Frank Morris; John Anglin e Clarence Anglin.
O longa retrata de forma romantizada a fuga, ao longo do filme somos apresentados ao personagem principal e mentor da fuga (Frank Morris) que foi parar em Alcatraz por ter fugido de outras penitenciárias. No decorrer da história somos levados a termos empatia e torcer pelos prisioneiros que são abusados mentalmente pelo diretor da prisão. Assim como na vida real, o final do filme deixa a história em aberto, será que Frank e seus amigos conseguiram sobreviver ou morreram em mar aberto? Nunca saberemos.
O filme conta com atuações surpreendentes, como a do diretor Warden (Patrick McGoohan) que consegue transparecer em tela um certo grau de prazer ao tornar a vida dos detentos um inferno pior que já ter a sua liberdade retirada. Outro personagem bem trabalhado é o detento pintor Doc (Roberts Blossom), que tinha como único benefício dentro da prisão a arte de pintar, que foi arrancado dele pelo diretor, única e exclusivamente por tê-lo pintado.
O filme consegue manter o clima de suspense do início ao final do longa, com a entrega de um roteiro bem amarrado e com uma direção de atores primorosa. Esse é um dos melhores trabalhos de Clint Eastwood, que demonstrou qualidades em a versatilidade do ator que ficou conhecido como um galã de filmes Western.
Um dos piores live-action já produzidos pela Disney. O filme é fraco em relação a ação, com coreografias e efeitos datados, mas o que tem de pior no filme é o que fizeram ao retratar a protagonista Mulan, retiram tudo o que você pode pensar da personagem, seu carisma, sua força de superação e inteligência que fazem da personagem no desenho uma pessoa por quem sentimos empatia.
Em uma busca por trazer um feminismo forçado, o filme têm como resultado o completo oposto, com uma personagem que já tem poder dentro de si, que já é predestinada e que segundo o próprio filme basicamente a maioria das mulheres nunca iriam conseguir fazer o que ela fez, porque elas não possuem o que Mulan possui que é o CHI.
O Lamento
3.9 462 Assista AgoraFilme completamente fora da caixinha, acho que um dos melhores de terror da última década. Original, bebendo da cultura local e chocante ao mesmo tempo, maravilhoso.
Medo
3.5 452 Assista AgoraFilme com um enredo conhecido, mas que foge do usual e entrega um final surpreendente e instigador.
Corrente do Mal
3.2 1,8K Assista AgoraEsse filme foi uma grata surpresa, eu não esperava muito dele, no entanto seu roteiro foi coeso, não se agarrou a diversos clichês que existem no gênero e as atuações também não são ruins.
Finch
3.6 239 Assista AgoraFilme bem atuado, com uma temática emocionante com um Tom Hanks sobrevivente de situações extremas. Por mais que seja um filme bem dirigido, atuado e com uma fotografia belíssima, esse é um longa com uma temática usual e muito trabalhada no cinema que não entrega algo novo, seja em sua história principal ou com seu protagonista que já vimos antes em outros filmes dessa mesma temática. É um bom filme para entretenimento.
Apex
1.4 35 Assista AgoraAcredito que este seja um dos piores filmes já produzidos na história do cinema, com atuações péssimas, roteiro preguiçoso, fotografia horrível. A única parte boa do filme é ver Bruce Willis totalmente no automático e claramente se divertindo com a piada que é este filme. Todo mundo precisa pagar os boletos né Bruce, eu entendo.
Eternos
3.4 1,1K Assista AgoraFilme muito bom e que conseguiu apresentar diversos personagens carismático ao mesmo tempo e isso é muito para um filme solo, contudo a parte central dos Deviantes e Celestiais não causou um senso de urgência, tendo em vista que foram conduzidos somente como meio narrativo sem background, o que é até entendível já que o filme diversos protagonistas que precisavam ser trabalhados.
Espero que o segundo filme traga melhoras na condução dos antagonistas é preciso disso para dar maior importância aos "heróis".
007: Sem Tempo para Morrer
3.5 585 Assista AgoraDaniel Craig não poderia dar adeus a 007 de uma forma diferente, um dos melhores atores que interpretou o sedutor James Bond, conseguiu dar camadas que o agente precisava, precisávamos ver o James humano, o James que erra, que ama, que sente ódio, que entra em um ciclo de autodestruição e que sai dele. Principalmente precisávamos ver um James que realmente desse a sua vida em prol do que mais importa, que não é a rainha e nem a nação e sim sua família. Filme incrível e emocionante.
Vingança & Castigo
3.6 220 Assista AgoraÓtimo filme, consegue entregar um bom clima de faroeste ao mesmo tempo que aborda de forma sutil e direta problemas reais como o racismo e suas consequências. Assim como abordar sobre as consequências que a vingança pode causar e o quanto podemos nos perder nesse processo, Idris Elba como sempre um dos melhores atores de sua geração.
Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis
3.8 900 Assista AgoraPara um filme que abre e apresenta um novo herói, esse foi um dos melhores da Marvel, conseguindo construir um personagem até então desconhecido do grande público e trazer o misticismo de uma cultura que não é a ocidental. Seus personagens secundários também foram muito bem construídos, tirando a irmã de Shang-Chi que dentre os coadjuvantes foi a mais rasa até então, espero que no segundo filme ela tenha mais tempo de tela, assim como maior profundidade.
Injustiça: Deuses Entre Nós
3.0 138Patético para dizer o mínimo, roteiro fraco e pessimamente adaptado (se isso for considerado animação). O mais visceral da história de Injustice é justamente o horror que um ser com poderes de um Deus pode causar na humanidade ao ser tirano. Perdi meu tempo, filme horrível em todos os sentidos possíveis.
Velozes & Furiosos 9
2.8 421 Assista AgoraBom não vou me alongar falando sobre esse filme, de longe um dos piores filmes do ano, o pior filme da franquia, um dos piores filmes da década.
Assisti o filme por gostar de alguns atores e ter assistido aos demais, mesmo que a qualidade tenha caído de forma vertiginosa. O filme tem os diálogos mais clichês de forma sequenciada que eu sinceramente já vi no cinema, alguns atores ótimos atuando no automático (também né com esse nível de roteiro não tinha como ser diferente).
Gen Pés Descalços
4.4 152Um filme que consegue demonstrar em sua duração os efeitos nefastos que a radiação soltada pelos americanos em Hiroshima e Nagasaki proporcionaram, vemos a destruição do lar principalmente de civis que sofrerem e sofrem até hoje o efeito desse genocídio. Temos uma noção mesmo superficial do horror dessa guerra e em como famílias inteiras foram destruídas, esse filme serve como uma constante lição sobre os limites que a humanidade ultrapassou no martírio e crueldade com os seus. Uma obra magnífica e atual, contudo jamais fácil de digerir sem se emocionar.
Túmulo dos Vagalumes
4.6 2,3K Assista AgoraEsse foi o primeiro filme que me fez chorar em seus primeiros 5 minutos. Com uma qualidade de animação já reconhecida do estúdio Ghibli, esse longa demonstra através da pele de dois irmãos civis o horror da segunda guerra mundial, sobre como uma sociedade em ruína acaba se tornando mais egoísta do que é naturalmente, em como a fome dói e assola de forma cruel principalmente crianças. Por fim trazendo como subtexto que uma guerra nunca traz benefícios consigo, mas que somente causa destruição, perda e o que de pior existe no ser humano. Filme impecável e um dos mais tristes que já assisti.
Invocação do Mal
3.8 3,9K Assista AgoraJames Wan demonstra novamente porque ele é um dos melhores diretores da nova geração no que tange o terror, nesse longa ele consegue desenvolver uma história envolvente, com personagens bem desenvolvidos e sem utilizar de forma demasiada de Jump scare, conseguindo criar uma tensão que culmina no encerrar do longa. Simplesmente magnífico e um respiro para um gênero até então estagnado.
Zona de Combate
2.7 145Filme genérico, sai atirando para todos os lados e não acerta alvo nenhum. Com roteiro preguiçoso esse é um dos piores filmes do catálogo da Netflix.
Eu Vi o Diabo
4.1 1,1K Assista AgoraUm filme pouco comentado pelo menos no Brasil e é um dos melhores filmes da última década. Acompanhamos durante o longa a saga do agente Kim Soo-hyeon em busca de vingança em relação ao assassino serial-killer Kyung-chul que matou sua esposa Joo-yeon.
Adentramos no universo da vingança e suas consequências, sobre a transformação em um monstro para se caçar outro monstro, a vingança é abordada como uma tentativa de fazer justiça com as próprias mãos, sendo que no final desse processo não temos quem perdemos de volta, o vazio deixado pela perda violenta de quem amamos não é preenchido e nem sanado.
Além dos questionamentos pertinentes sobre as consequências da vingança, somos presenteados com uma das melhores atuações já realizadas com o ator Min-sik Choi que interpreta o antagonista do longa. A fotografia é belíssima e a direção hábil na hora de fazer as transições nas cenas de perseguição e assassinatos.
Por fim esse longa é uma obra prima, digna das melhores listas de filmes de terror, pena que não é conhecida em território nacional.
Tempo de Matar
4.1 611 Assista AgoraFilme estrelado por Matthew McConaughey e Samuel L. Jackson, demonstrando como um caso de vingança pode ser fortemente influenciado por causa da segregação racial. Nos deparamos com uma história forte e um elenco que faz jus aos seus respectivos papéis. Mesmo romantizado o julgamento o telespectador pode ter a noção de como os negros são tratados nos EUA, especialmente nos estados do sul, onde a tensão racial é enorme e a segregação é mais forte.
Durante o longa acompanhamos o julgamento de Carl Lee Hailey, que em um ato de ódio mata os dois homens brancos que estupraram e violentaram fisicamente sua filha de 10 anos, seu advogado é o novato Jake Tyler Brigance que mesmo com seus ideais de justiça não compreende e nem nunca iria compreender o que uma pessoa negra nos EUA passa diariamente. No decorrer do filme somos apresentados também a Ku klux klan que começa a operar na cidade na busca do linchamento de Carl Lee, o que não é absurdo, pois mais de 20 anos depois ainda nos deparamos com esses seres asquerosos e criminosos em noticiários.
O filme aborda uma mensagem que continua atual, mesmo que já tenha se passado mais de 20 anos, que é sobre a segregação racial e que a justiça é um instrumento dos mais poderosos na maioria dos casos. Contudo o filme tem seus pontos negativos, como é a caracterização jocosa de alguns integrantes da KKK, que não tem nada de engraçado, eles são somente criminosos do pior tipo e um enredo arrastado da trama, com cenas e diálogos que nada acrescentam a história principal.
O Diabo de Cada Dia
3.8 1,1K Assista AgoraUm filme com um elenco de peso, contando com os nomes de Tom Holland, Robert Pattinson, Bill Skarsgard, Sebastian Stan, dentre outros. Esse longa tem o tempo preciso para desenvolver a obra, possuindo três núcleos que vão se cruzar em algum momento, o diretor tem um timing preciso para desenvolver cada uma das histórias, que tem em comum um enredo enraizado em fé e na corrupção humana, para alguns a trama pode aparentar ser uma crítica a instituições religiosas e ao cristianismo como um todo, mas o filme não se limita e nem tenta isso.
O que o filme demonstra é como a fé muitas vezes cega em momentos de desespero podem levar a pessoa a cometer barbáries, como assassinar o cachorro do filho na tentativa de curar a esposa de câncer ou de assassinar a própria esposa crendo que possui poderes de ressureição, ou de utilizar a poder de chefe religioso para coagir adolescentes e assim abusar sexualmente delas.
Com atuações convincentes e maravilhosamente efetuadas, principalmente por Robert Pattinson e Tom Holland e uma direção bem conduzida e com seu ritmo que condiz em como é a vida no interior, esse é sem sombra de dúvidas um dos melhores filmes de 2020.
Destacamento Blood
3.8 445 Assista AgoraSpike Lee é um dos melhores diretores em atividade e ele demonstra sua capacidade técnica tanto em enquadramentos, quanto em condução de atores e roteiro. Sua maestria em criar uma obra coesa, com assuntos sensíveis e sempre tocando na temática de segregação racial é incrível. Nesse longa ele consegue tocar em assuntos até então já trabalhados em filmes de guerra, como o estresse pós-traumático, sobre a inutilidade das Guerras e principalmente na hipocrisia da Guerra do Vietnam. Contudo o diretor aborda algo que até então não foi trabalhado nesses tipos de filmes, como a segregação racial no meio militar e em como os negros eram tratados como objetos descartáveis em uma guerra por direitos que sequer possuíam em casa.
A maioria dos núcleos foram bem trabalhados, como no caso dos veteranos negros retornando ao local onde travaram batalhas e perderam pessoas importantes, sobre sua irmandade e principalmente sobre como sua pele os uniam ainda mais que uma guerra geralmente uniria, afinal mesmo sem estar no Vietnam eles já travavam batalhas para sobreviver no local que deveria ser sua casa.
Mesmo com todas as partes positivas do longa, como o roteiro coeso em seu núcleo central, sua narrativa que trouxe a todo momento fatos sobre negros importantes ao longo da história americana, sobre perdas e estresse de sobreviver a uma guerra pode causar. O diretor e roteiristas pecam e feio no modo como retratam os Vietnamitas, utilizando caricaturas dessas pessoas que literalmente tiveram seu território invadido pelos imperialistas americanos, onde foram mortos e dizimados por uma guerra trazida por estrangeiros. Essa falta de tato com ambos os lados de uma guerra, com um povo que sofre com o imperialismo branco há séculos e que perdura até os dias de hoje como é o caso dos asiáticos, especificamente nesse caso os vietnamitas.
No tocante a história da população negra dos EUA, com seus líderes, seus atletas e seus flagelos Spike Lee atua quase com didatismo, de um modo que consegue prender sua atenção do inicio ao fim e consegue fazer conexões de uma luta, como bem mesmo mostrado durante o longa, perdura por séculos.
Sobrenatural
3.4 2,5K Assista AgoraJames Wan demonstra ser um dos poucos diretores que sabem como trabalhar e inovar no terror, ao trabalhar com um roteiro conciso, simples e linear, o diretor consegue colocar uma crescente de tensão no decorrer do filme, com uma boa direção de atores, ele consegue transmitir ao telespectador a tensão vivida por Renai Lambert que se vê em um ambiente onde começam ocorrer, cada vez com mais intensidade situações sobrenaturais.
Mulher-Maravilha 1984
3.0 1,3K Assista AgoraÉ um filme tecnicamente bonito, contudo não mais que isso. O filme é extenso demais possuindo incríveis duas horas e meia de duração para uma história relativamente simples, trazendo um vilão que possuí motivos risíveis para fazer o que faz, seus efeitos especiais também são um problema a parte, principalmente nas cenas em que a Diana usa seus poderes, seja correndo em alta velocidade ou voando, ou até na caracterização da "vilã", não passando credibilidade em nenhum momento.
Infelizmente esse filme padece com mais uma herança maldita de Zack Snyder que é a utilização de forma desregulada da câmera lenta, que faz com que o filme se torne monótono sem nem chegarmos na metade do mesmo.
Por fim o filme demonstra falha na condução dos atores, que não conseguem em cena fazer com que quem esteja assistindo se sinta emocionado, alegre ou apreensivo em nenhum momento, em nenhum dos núcleos.
Dentre os produtores está Zack Snyder, que mesmo quando teoricamente não estando na direção, consegue fazer com que o longa se torne uma obra monótona, com pouca criatividade e com efeitos especiais duvidosos. No dia que a Warner se livrar do carma que se tornou esse senhor para os filmes da DC, quem sabe os filmes de heróis consigam ganhar alguma qualidade.
O Céu da Meia-Noite
2.7 514 Assista AgoraEsse longa é um ótimo presente de natal entregue pela Netflix. O filme conta com George Clooney na cadeira de diretor e protagonista, demonstrando o talento do ator não somente diante, mas também atrás das câmeras.
Esse longa consegue demonstrar ao mesmo tempo a capacidade que o homem possui em destruir seu planeta natal, assim como todo o potencial escondido em si de compaixão, compreensão, família e amizade. É um filme que utiliza como plano de fundo a destruição do planeta terra e a saga de um cientista que sozinho busca salvar a vida de uma tripulação que está retornando de uma viagem a uma lua habitável em Jupiter, nesse tripulação em especial está uma das pessoas que mais amou em vida e que por motivos egoístas de priorizar o trabalho acima de tudo, acabou não aproveitando a própria vida.
Essa é uma abra que tem como cerne a abordagem sobre o que realmente fazemos de nossa vida? Qual é nossa maior obra durante o curto período de tempo que caminhamos sobre a terra, é o nosso trabalho ou o tempo que passamos com quem amamos?
Alcatraz: Fuga Impossível
4.0 546 Assista AgoraNo ano de 1962 três prisioneiros conseguiram a façanha de fugir da Penitenciária Federal de Alcatraz, esses prisioneiros foram Frank Morris; John Anglin e Clarence Anglin.
O longa retrata de forma romantizada a fuga, ao longo do filme somos apresentados ao personagem principal e mentor da fuga (Frank Morris) que foi parar em Alcatraz por ter fugido de outras penitenciárias. No decorrer da história somos levados a termos empatia e torcer pelos prisioneiros que são abusados mentalmente pelo diretor da prisão. Assim como na vida real, o final do filme deixa a história em aberto, será que Frank e seus amigos conseguiram sobreviver ou morreram em mar aberto? Nunca saberemos.
O filme conta com atuações surpreendentes, como a do diretor Warden (Patrick McGoohan) que consegue transparecer em tela um certo grau de prazer ao tornar a vida dos detentos um inferno pior que já ter a sua liberdade retirada. Outro personagem bem trabalhado é o detento pintor Doc (Roberts Blossom), que tinha como único benefício dentro da prisão a arte de pintar, que foi arrancado dele pelo diretor, única e exclusivamente por tê-lo pintado.
O filme consegue manter o clima de suspense do início ao final do longa, com a entrega de um roteiro bem amarrado e com uma direção de atores primorosa. Esse é um dos melhores trabalhos de Clint Eastwood, que demonstrou qualidades em a versatilidade do ator que ficou conhecido como um galã de filmes Western.
Mulan
3.2 1,0K Assista AgoraUm dos piores live-action já produzidos pela Disney. O filme é fraco em relação a ação, com coreografias e efeitos datados, mas o que tem de pior no filme é o que fizeram ao retratar a protagonista Mulan, retiram tudo o que você pode pensar da personagem, seu carisma, sua força de superação e inteligência que fazem da personagem no desenho uma pessoa por quem sentimos empatia.
Em uma busca por trazer um feminismo forçado, o filme têm como resultado o completo oposto, com uma personagem que já tem poder dentro de si, que já é predestinada e que segundo o próprio filme basicamente a maioria das mulheres nunca iriam conseguir fazer o que ela fez, porque elas não possuem o que Mulan possui que é o CHI.