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Últimas opiniões enviadas

  • Carlos Henrique Dalla Corte

    Se você resolver montar uma lista com os 20 filmes mais marcantes que assistiu, dificilmente não haverá alguma fita de Steven Spielberg lá. Do mesmo modo, se organizar outra seleção com os que mais lhe divertiram, é capaz de haver mais de uma produção de Steven (se nasceu no século passado, inevitável). Entretanto, é bem provável, também, que o longa escolhido seja datado de décadas atrás; algum capítulo da trilogia Indiana Jones, Jurassic Park, ET, Tubarão. São muitos os clássicos do referendado cineasta.

    Neste século, o diretor, responsável pela criação do primeiro blockbuster de fato, se distanciou dos espetáculos que lhe tornaram referência na indústria. Como ele mesmo disse em entrevista recente, o envelhecer lhe trouxe novas prioridades, históricas e sociais, deixando para trás o esquema de se colocar na cadeira do espectador para entregar algo "popular". Nos últimos invernos, percebeu-se uma aproximação tímida com sua face mais "meninoide", em As Aventuras de Tintim e O Bom Gigante Amigo. Mas foram esforços decepcionantes vindos de seu histórico. Sem pioneirismo ou força para atemporalidade.

    Jogador Número Um, adaptado do livro homônimo de Ernest Cline, então, surge como cobertor nostálgico para o diretor, simbolicamente ideal para alguém culturalmente moldado nos anos 80, apegado à nostalgias, mas não obsoleto e estagnado.

    Restante da crítica ao lado, no blog Devaneios Cinéfilos.

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  • Carlos Henrique Dalla Corte

    A cena final é uma das mais carinhosas que já assisti - e foram muitas.

    Assim como outros no estilo, Ozu e seus influenciados - Koreeda, principalmente -, Yamada, aqui, traça um conto de legado e relações familiares, em paralelo com a urbanização e desenvolvimento desenfreados do Japão, que enriquece mas também empobrece, clamando por um equilíbrio e respeito entre passado e futuro, esboçado pela convivência do patriarca da família com seus filhos e netos.

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  • Carlos Henrique Dalla Corte

    Que espetáculo. Deste verdadeiro naufrágio de releases, ainda me falta Florida Project - e Shape of Water ficará para ano que vem. Entre os vistos, entretanto, Três Anúncios é disparadamente meu favorito.

    Eu acompanho Martin Mcdonagh desde 7 Psicopatas, tendo, inclusive, seu In Bruges em meus favoritos, e nutria grande esperança deste seu retorno devido ao ótimo elenco e reverberação positiva via festivais. Mesmo assim, não esperava tanto.

    Aqui, o diretor salta vários degraus em sua carreira. Seu cinema, uma mistura de Edgar Wright com os Coen, atinge novas camadas, o humor negro permanece, mas com um peso dramático maior, reforçado pela narrativa - aí falamos de fotografia, design de produção e tudo mais, frequentemente mostrados em ambientes escurecidos, enevoados e em chamas.

    É um conto menor, de uma pequena cidade, que beira o niilismo para discutir a crueza do mundo, uma antítese aos contos de fada e ao padrão cinematográfico do happy ending. Aqui, um personagem em estado terminal não encontra cura. Um caso de crime hediondo não é solucionado e a redenção de um homem não é como ele espera. Não há justiça por romantismo. Há a realidade. Pessoas egoístas, extremas, insensíveis e ignorantes.

    O roteiro faz algo como Dead Man Walking, Breaking Bad e tantos outros que nos colocam ao lado de alguém que comete atos impiedosos sob uma justificativa que nos causa simpatia à causa, mas nos amarra no assento e expõe infindavelmente os métodos desta pessoa para atingir seus objetivos, até que nos sintamos esquálidos ou ao menos divididos quanto à situação. Ele nos provoca uma reavaliação moral; isto está realmente certo?

    Ao fim, resta a aceitação e a reconciliação para se lidar com a aspereza do mundo.

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