Não tem como não se encantar pelo universo criado e mostrado em um espaço tão curto de tempo. A combinação perfeita criada pela paleta de cores adotadas no filme junto com atmosfera levemente de Primeira Guerra resultou em uma ambientação que remete ao steampunk e à literatura fantástica.
Neste drama é abordado a questão do amor como instrumento criador de raiva, inveja e dor. O amor aqui demonstrado de maneira românica, faz uma alusão aos clássicos que não punham o amor em pauta sem que este estivesse relacionado com o sofrer.
A narrativa é rápida e sucinta.Logo no início é posto à mesa o ritmo e história do curta.
Não posso dizer que me deixou maravilhado pois não consegui criar vínculo com algum personagem, entretanto, jamais direi que é ruim.
O curta trás a discussão sobre a masculinidade frágil pautada em uma violência territorialista e que por vezes denota uma natureza sexual, a qual muitas vezes é expressa no medo do homem parecer passivo a algo, seja a uma situação ou a uma pessoa.
Ainda estou procurando a relação com manspreading (mencionados nas sinopses que li), porém não estou encontrando. O mais próximo de relacionar a isso seria identificando a necessidade do homem de firmar-se o tempo todo como macho alfa e detentor dos demais espaços que o rodeiam, ou seja, uma tremenda falácia que o homem "hétero" e branco gosta de alimentar.
De modo geral, o curta vale mais a pena pela gravação em stop motion e pelas cenas que se tornam poéticas do que pela proposta do roteiro.
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Death of a Shadow
3.8 16Não tem como não se encantar pelo universo criado e mostrado em um espaço tão curto de tempo. A combinação perfeita criada pela paleta de cores adotadas no filme junto com atmosfera levemente de Primeira Guerra resultou em uma ambientação que remete ao steampunk e à literatura fantástica.
Neste drama é abordado a questão do amor como instrumento criador de raiva, inveja e dor. O amor aqui demonstrado de maneira românica, faz uma alusão aos clássicos que não punham o amor em pauta sem que este estivesse relacionado com o sofrer.
A narrativa é rápida e sucinta.Logo no início é posto à mesa o ritmo e história do curta.
Não posso dizer que me deixou maravilhado pois não consegui criar vínculo com algum personagem, entretanto, jamais direi que é ruim.
GUO4
3.1 10O curta trás a discussão sobre a masculinidade frágil pautada em uma violência territorialista e que por vezes denota uma natureza sexual, a qual muitas vezes é expressa no medo do homem parecer passivo a algo, seja a uma situação ou a uma pessoa.
Ainda estou procurando a relação com manspreading (mencionados nas sinopses que li), porém não estou encontrando. O mais próximo de relacionar a isso seria identificando a necessidade do homem de firmar-se o tempo todo como macho alfa e detentor dos demais espaços que o rodeiam, ou seja, uma tremenda falácia que o homem "hétero" e branco gosta de alimentar.
De modo geral, o curta vale mais a pena pela gravação em stop motion e pelas cenas que se tornam poéticas do que pela proposta do roteiro.