Que aflição das primeiras cenas... passei o filme inteiro com aquela sensação do “e se?” na cabeça... “e se ela não tivesse o filho daquela forma?” acho que esse sentimento é um clássico do luto, a gente fica procurando alternativas mentais para aquele destino não acontecer, mas acontece e o filme tem o “time” exato pra abordar isso.
Engraçado como os personagens falam na aceitação citando o ano em que estão vivendo - “já estamos em 1973” - ao mesmo tempo em que Walid foge de sua terra por relatar que homossexuais morriam decapitados. Já estamos em 2021 e as discussões seguem parecidas. O filme de fato poderia ter se aprofundado mais em alguns momentos e não ter caído em saída tão fáceis, mas confesso que a leveza final do filme me fez esboçar um sorriso otimista e até meio esperançoso, fugindo um pouco a regra e trazendo um pouco a sensação de que apesar da realidade ser tão dura ainda é possível acreditar que as coisas podem melhorar.
Que documentário corajoso! Tenho certeza de que não era a intenção gerar esse sentimento, mas quem compartilha das mesmas angústias se identifica facilmente. Pesado e sensível ao mesmo tempo.
Que final! Eu realmente não esperava algo diferente. Como deixar de fazer parte dessa máquina? Essa cultura do empresário de si mesmo é muito bem construída e dá uma sensação de emancipação que dificilmente se desfaz. A história da esposa me comoveu bastante, o diretor pinta as relações de trabalho dela de uma forma muito sutil, com um "vilão" mais invisível. É daqueles filmes que não acabam quando terminam. Muito necessário!
"Todas as famílias felizes são iguais..." que documentário incrível e quanta sensibilidade pra retratar esse tema. Elogiar Andrew Solomon é chover no molhado. "O Demônio do Meio Dia" já foi uma baita livro e "Longe da Árvore" traz uma humanidade e até mesmo uma leveza pra tratar de assuntos tão pesados. Me senti por diversas vezes incapaz de encarar as realidades apresentadas, mas ao mesmo tempo me vi esboçando sorrisos involuntários com o processo de aceitação (e aprendizado) de todos os envolvidos. Inclusive o meu.
Bonita demais a determinação incansável desse homem em reabrir o cinema. As cenas finais são a mais pura e simples expressão do poder da arte e da cultura pra sociedade.
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Angela Davis: Retrato de uma Revolucionária
3.8 4“Se não percebemos que o momento é agora, o momento nunca chegará para todos os que acreditam e que lutam pelo poder do povo”.
Que registro incrível esse documentário. Valeu demais, Janela de Cinema!
Pedaços De Uma Mulher
3.8 545 Assista AgoraQue aflição das primeiras cenas... passei o filme inteiro com aquela sensação do “e se?” na cabeça... “e se ela não tivesse o filho daquela forma?” acho que esse sentimento é um clássico do luto, a gente fica procurando alternativas mentais para aquele destino não acontecer, mas acontece e o filme tem o “time” exato pra abordar isso.
Tio Frank
3.9 248 Assista AgoraEngraçado como os personagens falam na aceitação citando o ano em que estão vivendo - “já estamos em 1973” - ao mesmo tempo em que Walid foge de sua terra por relatar que homossexuais morriam decapitados. Já estamos em 2021 e as discussões seguem parecidas. O filme de fato poderia ter se aprofundado mais em alguns momentos e não ter caído em saída tão fáceis, mas confesso que a leveza final do filme me fez esboçar um sorriso otimista e até meio esperançoso, fugindo um pouco a regra e trazendo um pouco a sensação de que apesar da realidade ser tão dura ainda é possível acreditar que as coisas podem melhorar.
Elena
4.2 1,3K Assista AgoraQue documentário corajoso! Tenho certeza de que não era a intenção gerar esse sentimento, mas quem compartilha das mesmas angústias se identifica facilmente. Pesado e sensível ao mesmo tempo.
É Proibido Fumar
3.1 257"Altura não traz felicidade pra ninguém não tá?" hahaha Glória Pires maravilhosa como sempre e Anna Muylaert incrível, filme muito simples e sensível.
Você Não Estava Aqui
4.1 253Que final! Eu realmente não esperava algo diferente. Como deixar de fazer parte dessa máquina? Essa cultura do empresário de si mesmo é muito bem construída e dá uma sensação de emancipação que dificilmente se desfaz. A história da esposa me comoveu bastante, o diretor pinta as relações de trabalho dela de uma forma muito sutil, com um "vilão" mais invisível. É daqueles filmes que não acabam quando terminam. Muito necessário!
Longe da Árvore
4.4 15"Todas as famílias felizes são iguais..." que documentário incrível e quanta sensibilidade pra retratar esse tema. Elogiar Andrew Solomon é chover no molhado. "O Demônio do Meio Dia" já foi uma baita livro e "Longe da Árvore" traz uma humanidade e até mesmo uma leveza pra tratar de assuntos tão pesados. Me senti por diversas vezes incapaz de encarar as realidades apresentadas, mas ao mesmo tempo me vi esboçando sorrisos involuntários com o processo de aceitação (e aprendizado) de todos os envolvidos. Inclusive o meu.
Cine São Paulo
3.9 5Bonita demais a determinação incansável desse homem em reabrir o cinema. As cenas finais são a mais pura e simples expressão do poder da arte e da cultura pra sociedade.