Muito boa, apesar do continuinista ser um grande merda. O roteiro às vezes é um pouco cringe, e tem alguns furos no enredo - parece que mudaram alguns desfechos de última hora -, mas nada que tire a diversão de assistir a esta novela.
É uma novela com momentos muito emocionantes, e muitos momentos nos quais você pensa: “quem aprovou essa merda de roteiro?”
Diná no início era insuportável. Achei a morte dela muito besta. Então ela viveu 39 anos para nada, pois a verdadeira missão dela era encontrar aquela fedelha no meio da praia? Tem dó. Deixo aqui minha insatisfação também com o cabeleireiro da produção, pois ao final da trama, parecia que ela tinha um capacete no lugar do cabelo. Deu muita raiva no final quando ela ficou com aquela palhaçada de ciúmes da Julia e do Otávio.
Téo não fede nem cheira. Creio que seu melhor momento na novela inteira foi quando ele disse que também era um cara muito romântico, fazendo alusão à canção lançada por Maurício Mattar.
Otávio Jordão era um carrasco nos primeiros episódios e depois foj amolecendo. O Dudu era o personagem mais engraçado da trama. O Tato era um banana, antes e depois da possessão.
No fim das contas, nem exploraram os sentimentos da Glória pelo Otávio.
A Bia, bem, nem preciso dizer que era a mais chatíssima da teledramaturgia brasileira. Não faltou vontade de quebrar a cabeça dela com um tijolo. Inclui-se a Estela também, uma frouxa que apenas em alguns momentos teve colhões de colocar a Bia em seu lugar.
Ismael e Regina foram feitos um para o outro. Nunca mais verei a palavra Honey da mesma forma. E outra: sobre a paralisia do Ismael: acho pouco. Ah, aqueles tribais do Johnny eram bem cringes, como os jovens dizem.
Nana maior pistoleira do Brasil. E mesmo assim conseguiu ser muito burra de ter deixado o velho rico Élio para trás. Preferiu ser idolatrada por meia dúzia de gatos pingados menores de idade. Prioridades, né?
A Lisa foi espertíssima, largou o detento e ficou com o ricaço. Sobre a Carmen, ainda não compreendi o que rolou. Fizeram o maior hype com o mascarado durante a novela inteira, pra no final ele sair nos 45 do segundo tempo. Ficou parecendo uma coisa bem mal feita. Aí jogaram ela para o caiçara, só para ela não terminar sozinha.
Outro furo, na nossa opinião, foi aquela história ridiculíssima da Sofia e do Zeca. Ficou na cara que aquilo de Eros e Psique não era o enredo originalmente planejado.
Tibério é uma fofura. Dona Marocas, chata pacas. Pati, irritantemente irritante. Raul e Andreza são outro casal que se complementa, de tamanha chatice em conjunto.
Samuel parecia que gravava olhando um teleprompter. Sem ofensas aos teleprompters. Outra coisa: aparentemente, o pai da Diná se encontra no umbral, já que não foi visto nenhuma vez no céu.
E, por último, ele. O big Xanxas, big Xandão. Simplesmente o personagem que proporcionava o maior nível de entretenimento a nós, meros espectadores.
São tantas coisas que gostaríamos de falar sobre essa novela e tantas emoções que acho que o melhor jeito de englobar tudo será falando de cada personagem por tópicos. Segue em anexo:
Paloma: Na primeira fase da novela era simplesmente insuportável. Se vestia e agia como uma velha coroca num asilo. Ainda bem que caiu na real e passou a agir como uma pessoa de verdade. Foi engraçadíssimo ver essa novela durante a pandemia, pois rendeu altas piadas com ela usando a máscara e todo mundo olhando.
Yasmin: RIP Dany Perez. Sobre a Yasmin: muita burrice ficar dando trela para aquele malandro assassino sendo que você poderia ter, num estalar de dedos, um médico rico interpretado por Fábio Assunção. No mais, é macabro como, em alguns momentos, a novela dá presságios de seu destino.
Juca: O nosso homem objeto. Ele era simplesmente ridículo, mas nos provocava grandes gargalhadas. A cena dele mordendo a corrente no pescoço de frente pro espelho foi o auge. Rimos demais.
Vidal: O verdadeiro ícone desta trama. Sensato e sábio, além de soltar algumas imensas pérolas, como: “Se você não entender o que ela está dizendo, sorris. NÃO ASSIM!!!”. Ficamos de luto por seu triste fim. Não é à toa que Juca e Judas têm sonoridades muito parecidas.
Antônia e Felipe: Simplesmente insuportáveis, eu gostaria de matá-los com minhas próprias mãos. Infelizmente nunca mais poderei ver uma novela com a Bety Faria, pois a cara dela vai sempre me lembrar da sonsa da Antônia. Que mulher ridícula. E pra acompanhar, tínhamos também o muambeiro Keanu Reeves do Paraguai. Mimadíssimo como apenas um filho de juiz pode ser. Aliás, em que mundo esses personagens vivem para achar o salário de um juíz uma miséria? E não aguentava mais ouvir RHYTM IS A DANCER, TANANANANANA
Diogo: Minha mãe o chamava carinhosamente de Poste, e não posso discordar. Na época do bigode ele era extremamente chato. Para aqueles que já assistiram à minissérie Desejo, fica claro que Euclides da Cunha e Diogo Varela são a mesma pessoa em encarnações diferentes. Além disso, ele era um frouxo do cacete. Se importava mais com os outros do que ele mesmo. Típico banana. Mas aí ele conheceu a Paloma, tirou o bigode e ficou até que aceitável. Claro que, tendo que escolher entre ficar do lado dele ou da Antônia, ele parece ser a melhor opção do mundo.
Stela: Outro poço de sensatez e elegância. Pena que tinha um péssimo gosto na hora de gastar dinheiro. Outro indício de seu mau gosto foi o pseudo romance com o Juca. Além disso, a história com ela e o Vidal ficou muito mal contada. Achamos que ela tinha forçado a ida dele à cadeia, que ele tinha sido preso injustamente por causa dela, para, no último capítulo, ele revelar que tinha apenas uma dor de corno de 30 anos? Pelo amor de Deus. Vidal acabou sendo o primeiro Incel brasileiro.
Tavinho: Acho que nunca ri tanto na minha vida quanto no momento em que, ele, com a Paloma grávida em cativeiro, teve a PACHORRA de dizer: “Não vai nos faltar nada: eu trouxe uma porção de congelados”. Simplesmente icônico. Tivemos que pausar a novela por 5 minutos até nos recuperarmos. Esse sim é um candidato a substituto do vencedor do Oscar Joaquin Phoenix na sequência de Joker (2018). O plot twist dele ser o Maníaco do Parque foi incrível.
Calu: Outra grande presença na novela.
Pati: Que ódio dessa menina. Começou toda progressista, pra depois se casar com um mês de namoro. Maior decepção da minha vida. E ainda fez toda aquela maracutaia com a mãe.
Simone: Meu sonho de ela dar uns sopapos no Guedes não se realizou, mas ela ficou com grande parte de sua fortuna, portanto deu quase no mesmo.
Guedes: Insuportável. Ainda mais porque ele é idêntico ao meu pai. Triste.
Gino: Esse aí enganou os pais mais do que a Marina Joyce enganou o Twitter em 2016. Ninguém da casa dele tinha assinado alguma coisa referente à faculdade? Um atestado de matrícula? Nadinha? Impossível. Ele falando da reação das mulheres quando ele passa pelo calçadão também é uma das melhores cenas dessa novela. Pena que saturaram For Your Babies por causa dele.
Beto: Parece um dedão ambulante.
Reginaldo: Outro grande personagem. Um alívio cômico muito bem colocado na novela. Além de ser o criador do gesto dos comerciais Itaú.
Nando e Sheila: Desnecessários durante a trama inteira; só mudei de opinião após a última cena deles, que foi o “Quer namorar comigo?” após um esbarro totalmente forçado. Também nos causou uma crise de riso.
Terê e Cia: Pinguim simplesmente chato pra cacete, nasceu com o cu virado para a lua e não aproveitou. O menino que faz o Júnior era um ator hediondo. Aposto que até o husky siberiano interpretaria melhor que ele.
Caíque e Cia: Caíque simplesmente um lixo radioativo vindo diretamente de Chernobyl. O correto seria ele não ter ficado nem com a Helena nem com a Bia.
Betina: minha ídola. Deveria ter tido mais destaque na novela. Sua personalidade e seus looks monocolor ficarão para sempre em nossos corações.
No fim das contas, os únicos personagens com quem eu não cairia no soco são o Vidal, a Stela, Calu e a Betina.
Finalizado em 13/02/2021
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A Viagem
4.0 215 Assista AgoraMuito boa, apesar do continuinista ser um grande merda. O roteiro às vezes é um pouco cringe, e tem alguns furos no enredo - parece que mudaram alguns desfechos de última hora -, mas nada que tire a diversão de assistir a esta novela.
É uma novela com momentos muito emocionantes, e muitos momentos nos quais você pensa: “quem aprovou essa merda de roteiro?”
Nosso parecer sobre os personagens:
Diná no início era insuportável. Achei a morte dela muito besta. Então ela viveu 39 anos para nada, pois a verdadeira missão dela era encontrar aquela fedelha no meio da praia? Tem dó. Deixo aqui minha insatisfação também com o cabeleireiro da produção, pois ao final da trama, parecia que ela tinha um capacete no lugar do cabelo. Deu muita raiva no final quando ela ficou com aquela palhaçada de ciúmes da Julia e do Otávio.
Téo não fede nem cheira. Creio que seu melhor momento na novela inteira foi quando ele disse que também era um cara muito romântico, fazendo alusão à canção lançada por Maurício Mattar.
Otávio Jordão era um carrasco nos primeiros episódios e depois foj amolecendo. O Dudu era o personagem mais engraçado da trama. O Tato era um banana, antes e depois da possessão.
No fim das contas, nem exploraram os sentimentos da Glória pelo Otávio.
A Bia, bem, nem preciso dizer que era a mais chatíssima da teledramaturgia brasileira. Não faltou vontade de quebrar a cabeça dela com um tijolo. Inclui-se a Estela também, uma frouxa que apenas em alguns momentos teve colhões de colocar a Bia em seu lugar.
Ismael e Regina foram feitos um para o outro. Nunca mais verei a palavra Honey da mesma forma. E outra: sobre a paralisia do Ismael: acho pouco. Ah, aqueles tribais do Johnny eram bem cringes, como os jovens dizem.
Nana maior pistoleira do Brasil. E mesmo assim conseguiu ser muito burra de ter deixado o velho rico Élio para trás. Preferiu ser idolatrada por meia dúzia de gatos pingados menores de idade. Prioridades, né?
A Lisa foi espertíssima, largou o detento e ficou com o ricaço. Sobre a Carmen, ainda não compreendi o que rolou. Fizeram o maior hype com o mascarado durante a novela inteira, pra no final ele sair nos 45 do segundo tempo. Ficou parecendo uma coisa bem mal feita. Aí jogaram ela para o caiçara, só para ela não terminar sozinha.
Outro furo, na nossa opinião, foi aquela história ridiculíssima da Sofia e do Zeca. Ficou na cara que aquilo de Eros e Psique não era o enredo originalmente planejado.
Tibério é uma fofura. Dona Marocas, chata pacas. Pati, irritantemente irritante. Raul e Andreza são outro casal que se complementa, de tamanha chatice em conjunto.
Samuel parecia que gravava olhando um teleprompter. Sem ofensas aos teleprompters. Outra coisa: aparentemente, o pai da Diná se encontra no umbral, já que não foi visto nenhuma vez no céu.
E, por último, ele. O big Xanxas, big Xandão. Simplesmente o personagem que proporcionava o maior nível de entretenimento a nós, meros espectadores.
Vista de 21/12/2020 a 03/07/2021
De Corpo e Alma
3.3 21São tantas coisas que gostaríamos de falar sobre essa novela e tantas emoções que acho que o melhor jeito de englobar tudo será falando de cada personagem por tópicos. Segue em anexo:
Paloma: Na primeira fase da novela era simplesmente insuportável. Se vestia e agia como uma velha coroca num asilo. Ainda bem que caiu na real e passou a agir como uma pessoa de verdade. Foi engraçadíssimo ver essa novela durante a pandemia, pois rendeu altas piadas com ela usando a máscara e todo mundo olhando.
Yasmin: RIP Dany Perez. Sobre a Yasmin: muita burrice ficar dando trela para aquele malandro assassino sendo que você poderia ter, num estalar de dedos, um médico rico interpretado por Fábio Assunção. No mais, é macabro como, em alguns momentos, a novela dá presságios de seu destino.
Juca: O nosso homem objeto. Ele era simplesmente ridículo, mas nos provocava grandes gargalhadas. A cena dele mordendo a corrente no pescoço de frente pro espelho foi o auge. Rimos demais.
Vidal: O verdadeiro ícone desta trama. Sensato e sábio, além de soltar algumas imensas pérolas, como: “Se você não entender o que ela está dizendo, sorris. NÃO ASSIM!!!”. Ficamos de luto por seu triste fim. Não é à toa que Juca e Judas têm sonoridades muito parecidas.
Antônia e Felipe: Simplesmente insuportáveis, eu gostaria de matá-los com minhas próprias mãos. Infelizmente nunca mais poderei ver uma novela com a Bety Faria, pois a cara dela vai sempre me lembrar da sonsa da Antônia. Que mulher ridícula. E pra acompanhar, tínhamos também o muambeiro Keanu Reeves do Paraguai. Mimadíssimo como apenas um filho de juiz pode ser. Aliás, em que mundo esses personagens vivem para achar o salário de um juíz uma miséria? E não aguentava mais ouvir RHYTM IS A DANCER, TANANANANANA
Diogo: Minha mãe o chamava carinhosamente de Poste, e não posso discordar. Na época do bigode ele era extremamente chato. Para aqueles que já assistiram à minissérie Desejo, fica claro que Euclides da Cunha e Diogo Varela são a mesma pessoa em encarnações diferentes. Além disso, ele era um frouxo do cacete. Se importava mais com os outros do que ele mesmo. Típico banana. Mas aí ele conheceu a Paloma, tirou o bigode e ficou até que aceitável. Claro que, tendo que escolher entre ficar do lado dele ou da Antônia, ele parece ser a melhor opção do mundo.
Stela: Outro poço de sensatez e elegância. Pena que tinha um péssimo gosto na hora de gastar dinheiro. Outro indício de seu mau gosto foi o pseudo romance com o Juca. Além disso, a história com ela e o Vidal ficou muito mal contada. Achamos que ela tinha forçado a ida dele à cadeia, que ele tinha sido preso injustamente por causa dela, para, no último capítulo, ele revelar que tinha apenas uma dor de corno de 30 anos? Pelo amor de Deus. Vidal acabou sendo o primeiro Incel brasileiro.
Tavinho: Acho que nunca ri tanto na minha vida quanto no momento em que, ele, com a Paloma grávida em cativeiro, teve a PACHORRA de dizer: “Não vai nos faltar nada: eu trouxe uma porção de congelados”. Simplesmente icônico. Tivemos que pausar a novela por 5 minutos até nos recuperarmos. Esse sim é um candidato a substituto do vencedor do Oscar Joaquin Phoenix na sequência de Joker (2018). O plot twist dele ser o Maníaco do Parque foi incrível.
Calu: Outra grande presença na novela.
Pati: Que ódio dessa menina. Começou toda progressista, pra depois se casar com um mês de namoro. Maior decepção da minha vida. E ainda fez toda aquela maracutaia com a mãe.
Simone: Meu sonho de ela dar uns sopapos no Guedes não se realizou, mas ela ficou com grande parte de sua fortuna, portanto deu quase no mesmo.
Guedes: Insuportável. Ainda mais porque ele é idêntico ao meu pai. Triste.
Gino: Esse aí enganou os pais mais do que a Marina Joyce enganou o Twitter em 2016. Ninguém da casa dele tinha assinado alguma coisa referente à faculdade? Um atestado de matrícula? Nadinha? Impossível. Ele falando da reação das mulheres quando ele passa pelo calçadão também é uma das melhores cenas dessa novela. Pena que saturaram For Your Babies por causa dele.
Beto: Parece um dedão ambulante.
Reginaldo: Outro grande personagem. Um alívio cômico muito bem colocado na novela. Além de ser o criador do gesto dos comerciais Itaú.
Nando e Sheila: Desnecessários durante a trama inteira; só mudei de opinião após a última cena deles, que foi o “Quer namorar comigo?” após um esbarro totalmente forçado. Também nos causou uma crise de riso.
Terê e Cia: Pinguim simplesmente chato pra cacete, nasceu com o cu virado para a lua e não aproveitou. O menino que faz o Júnior era um ator hediondo. Aposto que até o husky siberiano interpretaria melhor que ele.
Caíque e Cia: Caíque simplesmente um lixo radioativo vindo diretamente de Chernobyl. O correto seria ele não ter ficado nem com a Helena nem com a Bia.
Betina: minha ídola. Deveria ter tido mais destaque na novela. Sua personalidade e seus looks monocolor ficarão para sempre em nossos corações.
No fim das contas, os únicos personagens com quem eu não cairia no soco são o Vidal, a Stela, Calu e a Betina.
Finalizado em 13/02/2021