É boa quanto a primeira e funciona bem pra uma série com toneladas de personalidades de personificações de conceitos que se confundem entre si. A história se leva a sério e trás a si mesma uma profundidade amarga que faz com que a gente fique tocado por ela, porém tem uma questão que incomoda muito: Dá pra sentir o quanto vários personagens e arcos ali foram amassados pra caber num compilado roteirístico que fizesse mais sentido, o que é algo muito bom pra essa mistureba que ia causar muitas coisas estranhíssimas de se adaptar para o vídeo, mas por outro lado, faz com que algumas cenas, como despedidas e afins, percam o tamanho de suas cargas emocionais pois "foi tudo muito rápido" para o espectador sentir tanta saudade assim de certas coisas. Ou seja, se tivéssemos mais tempos com algumas coisas aí, o impacto seria muito mais especial. Porém, não culpo a série por isso, já que foi cancelada.
Obs: Muito interessante analisar os sentimentos apresentados e como eles se resolvem, partindo do ponto de que para o Neil Gaiman, foi uma espécie de enterro da carreira dele mesmo.
Assisti o primeiro episódio e já comecei a desabar Assisti o segundo episódio e já vim aqui dar ⭐⭐⭐⭐⭐ porque só com esses dois eu já senti que estava assistindo uma das melhores séries do mundo todo.
Analisada por uma visão bem camp, até que é uma série bem divertida de sessão da tarde, a gente fica satisfeito de conferir e se empolgar com as doiderinhas e músicas.
Me diverti assistindo! O que me deixou mais feliz foi como adentramos ainda mais nas outras culturas e como isso virou base do plot todo, algo que pra quem assistiu a outra série, realmente não tava esperando ver com tanto foco assim.
Expandiu o clássico pra lugares que ficaram bem legais e o desfecho final ficou muito bom, por mim a série podia até terminar nesse final mesmo.
Assim como Lain, esse aí é sem dúvida um dos mais interessantes e memoráveis produtos existencialistas já feitos em forma de anime.
(Desconsiderando a sexualização desnecessária que prefiro nem comentar,) Minha maior crítica é só que não vejo uma boa distribuição de emoção e atenção entre os episódios do anime: o conjunto não sustenta de forma equlibrada toda a grandeza a qual a saga é atribuída, pois seu ritmo fica dúbio em certos momentos, principalmente no começo, e você assiste mais pela paciência e esperança de que logo mais, vai valer mais a pena.
Porém, e felizmente, os últimos episódios (assim como os filmes) trazem esse fator do espetáculo esperado e conseguem não só segurar, mas também alimentar bem a bagagem que eterniza a grandeza simbólica e a importância cultural dessa história.
A série te prende de uma forma muito eletrizante, porque você assiste ela crescendo episódio por episódio.
A caracterização, a forma que foi contada, a fotografia e afins são ótimos.
Só não a classifico como 5 estrelas por conta de um detalhe que me causou bastante irritação ao assistir certas coisas: A construção da personagem. Elisabeth foi toda montada como se fosse uma boneca, numa vibe "bait" de caras. A personagem feita pra fazer homem ficar excitado: ruiva, pele branca como a neve, olhos grandes e inocentes, imatura e parecendo ingênua, dócil porém difícil, misteriosa, flertante mas numa medida suave o suficiente para que ela não seja considerada vadia, e com uma habilidade que a faz a fodona das fodonas sem muita explicação. É como se um homem tivesse escrito a personagem como um objeto de seu desejo perfeito e idealizado, e isso é demonstrado nas suas relações durante a trama, fazendo a personagem se tornar constantemente galanteada e apreciada por outros homens, quase que imune aos machismos que se manifestavam com superioridade e violência da época por conta disso. Assistindo, tive essa impressão de que os autores (ou diretores) ao tratá-la com essa aura de desejo, como uma garota-diamante, esqueceram de desenvolver sua personalidade em certas facetas, ou então preferiram assim para manter o seu ar de mulher encantada.
Acredito que esse desejo pela garota pecou em humanizá-la, e isso foi o que mais me frustrou ao acompanhar a história. Mas ainda assim, é uma série 4.5 estrelas.
Sandman (2ª Temporada)
3.9 125 Assista AgoraÉ boa quanto a primeira e funciona bem pra uma série com toneladas de personalidades de personificações de conceitos que se confundem entre si. A história se leva a sério e trás a si mesma uma profundidade amarga que faz com que a gente fique tocado por ela, porém tem uma questão que incomoda muito: Dá pra sentir o quanto vários personagens e arcos ali foram amassados pra caber num compilado roteirístico que fizesse mais sentido, o que é algo muito bom pra essa mistureba que ia causar muitas coisas estranhíssimas de se adaptar para o vídeo, mas por outro lado, faz com que algumas cenas, como despedidas e afins, percam o tamanho de suas cargas emocionais pois "foi tudo muito rápido" para o espectador sentir tanta saudade assim de certas coisas. Ou seja, se tivéssemos mais tempos com algumas coisas aí, o impacto seria muito mais especial. Porém, não culpo a série por isso, já que foi cancelada.
Obs: Muito interessante analisar os sentimentos apresentados e como eles se resolvem, partindo do ponto de que para o Neil Gaiman, foi uma espécie de enterro da carreira dele mesmo.
Veneno
4.8 178 Assista AgoraAssisti o primeiro episódio e já comecei a desabar
Assisti o segundo episódio e já vim aqui dar ⭐⭐⭐⭐⭐ porque só com esses dois eu já senti que estava assistindo uma das melhores séries do mundo todo.
Uzumaki
3.1 77 Assista Agorauma experiência transformadora (me incomodou todo mundo ser tão burro)
Black Mirror (7ª Temporada)
3.8 335 Assista AgoraUma boa temporada, que colocou a série de volta na sua essência que fez quem era fã virar fã.
Agatha Desde Sempre
3.8 161 Assista AgoraAnalisada por uma visão bem camp, até que é uma série bem divertida de sessão da tarde, a gente fica satisfeito de conferir e se empolgar com as doiderinhas e músicas.
Castlevania: Noturno (2ª Temporada)
4.0 37 Assista AgoraMe diverti assistindo! O que me deixou mais feliz foi como adentramos ainda mais nas outras culturas e como isso virou base do plot todo, algo que pra quem assistiu a outra série, realmente não tava esperando ver com tanto foco assim.
Expandiu o clássico pra lugares que ficaram bem legais e o desfecho final ficou muito bom, por mim a série podia até terminar nesse final mesmo.
Neon Genesis Evangelion
4.5 343 Assista AgoraAssim como Lain, esse aí é sem dúvida um dos mais interessantes e memoráveis produtos existencialistas já feitos em forma de anime.
(Desconsiderando a sexualização desnecessária que prefiro nem comentar,) Minha maior crítica é só que não vejo uma boa distribuição de emoção e atenção entre os episódios do anime: o conjunto não sustenta de forma equlibrada toda a grandeza a qual a saga é atribuída, pois seu ritmo fica dúbio em certos momentos, principalmente no começo, e você assiste mais pela paciência e esperança de que logo mais, vai valer mais a pena.
Porém, e felizmente, os últimos episódios (assim como os filmes) trazem esse fator do espetáculo esperado e conseguem não só segurar, mas também alimentar bem a bagagem que eterniza a grandeza simbólica e a importância cultural dessa história.
O Gambito da Rainha
4.4 947 Assista AgoraA série te prende de uma forma muito eletrizante, porque você assiste ela crescendo episódio por episódio.
A caracterização, a forma que foi contada, a fotografia e afins são ótimos.
Só não a classifico como 5 estrelas por conta de um detalhe que me causou bastante irritação ao assistir certas coisas: A construção da personagem. Elisabeth foi toda montada como se fosse uma boneca, numa vibe "bait" de caras. A personagem feita pra fazer homem ficar excitado: ruiva, pele branca como a neve, olhos grandes e inocentes, imatura e parecendo ingênua, dócil porém difícil, misteriosa, flertante mas numa medida suave o suficiente para que ela não seja considerada vadia, e com uma habilidade que a faz a fodona das fodonas sem muita explicação. É como se um homem tivesse escrito a personagem como um objeto de seu desejo perfeito e idealizado, e isso é demonstrado nas suas relações durante a trama, fazendo a personagem se tornar constantemente galanteada e apreciada por outros homens, quase que imune aos machismos que se manifestavam com superioridade e violência da época por conta disso. Assistindo, tive essa impressão de que os autores (ou diretores) ao tratá-la com essa aura de desejo, como uma garota-diamante, esqueceram de desenvolver sua personalidade em certas facetas, ou então preferiram assim para manter o seu ar de mulher encantada.
Acredito que esse desejo pela garota pecou em humanizá-la, e isso foi o que mais me frustrou ao acompanhar a história. Mas ainda assim, é uma série 4.5 estrelas.
Vidrados (1ª Temporada)
4.0 36 Assista AgoraNossa essa competição e a de jardinagem são maravilhosas, eu não me aguento do quanto é bom
RuPaul's Drag Race: Untucked! (9ª Temporada)
4.0 6Gente alguem me ajuda, eu não acho link pra página da temporada 9 risos