Sobre o filme Orgulho e Preconceito já vi, revi várias vezes. Pra mim ele é perfeito, zero defeitos. É interessante como o personagem do senhor Darcy, no início ele aparece com roupas mais escuras, com o cabelo pra frente, mais arrancudo. E ao longo do filme que ele vai ficando apaixonado pela senhorita Elizabeth( Lizzy) ele já se torna com o rosto mais aberto, com o rosto mais claro, dá pra ver que os olhos dele são azuis. Ele fica totalmente cativado pela inteligência dela, porque no início do filme dá pra ver claramente que ele não acha ela tão bonita quanto a irmã. Mas ela é tão inteligente nas suas falas, no seu modo de agir, que ele fica encantado com a suavidade e doçura dela. A única coisa que eu acho que o filme deveria ter é mostrar o casamento deles. Ia ser maravilhoso se o final fosse o casamento. Apesar que tem a cena dos dois, parece que já casados, né, no final. Mas eu gostaria muito de ver o casamento deles naquela época, como era mais medieval, como que seria a entrada dela, enfim. É um dos meus filmes favoritos, zero defeitos.
É daqueles filmes que você termina de assistir, mas ele não termina dentro de você. Fica na cabeça por dias. Você continua pensando na história, nas cenas, nas escolhas dos personagens e, principalmente, em tudo o que a Susie não teve a oportunidade de viver.
Quando assisti pela primeira vez, mesmo sabendo desde o início que ela havia morrido aos 14 anos, eu torcia para que, de alguma maneira, ela ainda estivesse viva. Eu queria acreditar que talvez ela ainda não tivesse compreendido o que havia acontecido. Só depois fui entendendo que ela estava naquele lugar entre os dois mundos, entre a vida que conhecia e aquilo que vinha depois.
E isso, para mim, é uma das partes mais dolorosas do filme.
Porque a Susie não queria simplesmente morrer e seguir em frente. Ela queria voltar. Queria encontrar a família. Queria que eles ficassem bem. Queria se despedir. E, de alguma maneira, ela tenta se comunicar com eles, tenta mostrar o que aconteceu e ajudá-los a descobrir a verdade.
Mas ela também precisa lidar com uma coisa muito difícil: aceitar que sua vida foi interrompida.
Ela tinha apenas 14 anos. Estava começando a viver a adolescência. Tinha expectativa pelo primeiro beijo com o menino de quem gostava, tinha um encontro marcado para o sábado, conversava com a avó sobre essas coisas… Ela tinha tantos planos e tantos sonhos.
E tudo isso foi roubado dela.
Uma das coisas que mais me marcou é justamente perceber que a tragédia não está apenas na morte da Susie, mas em tudo aquilo que ela nunca teve a oportunidade de viver.
Ela não teve o primeiro beijo. Não teve o encontro de sábado. Não cresceu. Não se apaixonou novamente. Não descobriu quem seria. Não viveu a vida adulta. Não teve a oportunidade de fazer escolhas, errar, amadurecer, construir uma família, envelhecer.
E existe uma cena aparentemente simples que, para mim, representa muito isso: a despedida da mãe.
Um dia comum. Um café da manhã comum. A mãe mandando a filha colocar o gorro antes de sair. Nada parece extraordinário naquele momento. E justamente por ser tão comum, fica ainda mais doloroso quando sabemos que aquela seria a última vez.
É uma lembrança que poderia acontecer com qualquer família. E talvez seja isso que torne a cena tão pesada: ninguém sabe quando está vivendo uma última vez.
Reassistindo ao filme, também percebi algo que talvez tenha passado despercebido na primeira vez: no shopping, o assassino já estava observando a Susie.
E isso é perturbador porque, enquanto ela estava vivendo uma vida completamente normal, ele já a enxergava como um alvo.
Em determinado momento, ela até demonstra uma certa desconfiança. Ela fala que precisa ir para casa. Existe ali uma oportunidade de simplesmente ir embora.
Mas ele consegue convencê-la dizendo que aquilo era uma espécie de clubinho para crianças.
E aí existe uma reflexão muito triste: a Susie ainda era uma criança.
Ela não tinha malícia. Não tinha maturidade para entender completamente o perigo que estava diante dela. Ela não sabia que aquele homem tinha intenções terríveis.
Depois, naquele espaço entre os mundos, ela chega a pensar que foi “burra”, como se tivesse culpa por ter entrado naquele lugar.
Mas, para mim, ela não foi culpada.
Ela era uma criança diante de um adulto que sabia exatamente o que estava fazendo.
Quem tinha consciência era ele.
E é justamente isso que torna o assassino tão assustador.
Ele é um homem cruel, perturbado e manipulador. E o mais assustador é pensar que pessoas assim existem na vida real. Pessoas que conseguem se esconder atrás de uma aparência comum enquanto carregam comportamentos completamente doentios.
Ele não destruiu apenas a vida da Susie. Ele destruiu uma família inteira.
Destruiu os sonhos de uma menina que estava começando a viver e deixou nos pais uma dor que provavelmente nunca desapareceria completamente.
E o mais revoltante é perceber que ele coloca os próprios desejos doentios acima da vida, da dignidade e da segurança de uma criança. Ele observa, manipula, conquista a confiança e age pensando apenas na própria satisfação.
A Susie deixa de ser vista por ele como uma pessoa, uma menina com família, sentimentos, sonhos e futuro, e passa a ser tratada como um objeto para satisfazer uma obsessão.
E depois ele continua vivendo como se fosse uma pessoa comum, passando despercebido enquanto uma família inteira está destruída.
Isso também me faz pensar em como o mal nem sempre tem uma aparência assustadora. Às vezes, ele está escondido atrás de alguém que parece normal.
Outra coisa que achei muito interessante no filme foi a maneira como cada pessoa da família enfrenta o luto.
O pai fica preso à necessidade de descobrir o que aconteceu. Ele precisa encontrar respostas. Precisa saber quem fez aquilo com a filha.
A mãe reage de outra maneira. A dor é tão grande que ela se afasta, porque permanecer naquela casa, diante de todas as lembranças da filha, parece insuportável.
E isso afeta o casamento dos dois.
Mas existe também uma parte bonita nessa história: em determinado momento, o pai consegue voltar a olhar para a mãe com amor e perceber que ela também está destruída. Ele passa a apoiá-la.
O filme mostra que as pessoas não sofrem da mesma maneira. Algumas choram. Algumas se isolam. Algumas precisam de respostas. Outras simplesmente não conseguem continuar no mesmo lugar.
E talvez o mais bonito seja perceber que, apesar de tudo, eles precisam aprender a continuar vivendo.
Também fiquei pensando muito na irmã da Susie.
Em vários momentos, senti falta de uma demonstração mais intensa do sofrimento dela. Não me lembro de vê-la realmente chorando pela irmã, e isso me causou uma certa estranheza.
Existe uma cena em que ela está deitada, ouvindo a mãe discutir, e parece lacrimejar um pouco. Mas eu esperava uma reação mais forte quando ela encontra o livro com as provas do assassinato.
Aquele momento poderia ter sido muito mais emocional. Ela está diante da descoberta de quem matou a própria irmã. Eu esperava ver mais choque, lágrimas, tristeza, talvez até desespero.
Acho que isso teria aumentado bastante o impacto daquela cena.
Outra cena que me chamou atenção foi quando o pai começa a perceber quem é o assassino.
Enquanto ele está fazendo aquela armadilha para os patos, parece que alguma coisa se conecta dentro dele. Ele começa a perceber que a Susie pode ter sido morta em uma armadilha semelhante.
E existe também aquela sensação de que a própria Susie está tentando se comunicar com ele.
Como se, mesmo estando entre os dois mundos, ela ainda estivesse tentando mostrar ao pai quem fez aquilo.
Essa ligação entre pai e filha é muito bonita.
É como se ela não conseguisse simplesmente voltar para casa, mas ainda encontrasse maneiras de conduzi-lo até a verdade.
E, apesar de toda essa construção, preciso dizer que o final me deixou frustrada.
Eu esperava uma justiça maior para o assassino.
A sensação que ficou para mim é de que ele merecia enfrentar consequências muito mais duras pelos crimes que cometeu. A morte, diante de tudo aquilo, parece pouco. Eu esperava algum tipo de punição que trouxesse uma sensação maior de justiça.
E talvez seja justamente isso que torne o final tão incômodo.
Porque, depois de acompanhar todo aquele sofrimento, a gente fica querendo que alguém pague por aquilo.
No fim, Um Olhar do Paraíso não é apenas um filme sobre uma menina que foi assassinada.
É um filme sobre uma vida interrompida.
Sobre uma família destruída.
Sobre o luto.
Sobre a culpa que uma vítima pode carregar sem ter culpa alguma.
Sobre a dificuldade de aceitar aquilo que não podemos mudar.
E sobre a necessidade de continuar vivendo mesmo quando alguém que amamos foi arrancado de nós.
Para mim, o mais triste de tudo é que a Susie não queria morrer. Ela queria viver.
Ela queria o primeiro beijo.
Queria o encontro de sábado.
Queria continuar crescendo.
Queria viver a adolescência.
Queria descobrir quem seria.
E talvez seja por isso que o filme permaneça tanto tempo na cabeça: porque quando a história termina, a gente continua imaginando tudo o que ela poderia ter vivido.
E fica aquela sensação dolorosa de que a vida dela não terminou apenas naquele momento.
Foram roubados dela todos os momentos que ainda estavam por vir.
E isso é o que mais me doeu.
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Orgulho e Preconceito
4.2 2,8K Assista AgoraSobre o filme Orgulho e Preconceito já vi, revi várias vezes. Pra mim ele é perfeito, zero defeitos. É interessante como o personagem do senhor Darcy, no início ele aparece com roupas mais escuras, com o cabelo pra frente, mais arrancudo. E ao longo do filme que ele vai ficando apaixonado pela senhorita Elizabeth( Lizzy) ele já se torna com o rosto mais aberto, com o rosto mais claro, dá pra ver que os olhos dele são azuis. Ele fica totalmente cativado pela inteligência dela, porque no início do filme dá pra ver claramente que ele não acha ela tão bonita quanto a irmã. Mas ela é tão inteligente nas suas falas, no seu modo de agir, que ele fica encantado com a suavidade e doçura dela. A única coisa que eu acho que o filme deveria ter é mostrar o casamento deles. Ia ser maravilhoso se o final fosse o casamento. Apesar que tem a cena dos dois, parece que já casados, né, no final. Mas eu gostaria muito de ver o casamento deles naquela época, como era mais medieval, como que seria a entrada dela, enfim. É um dos meus filmes favoritos, zero defeitos.
Um Olhar do Paraíso
3.7 2,7K Assista AgoraÉ daqueles filmes que você termina de assistir, mas ele não termina dentro de você. Fica na cabeça por dias. Você continua pensando na história, nas cenas, nas escolhas dos personagens e, principalmente, em tudo o que a Susie não teve a oportunidade de viver.
Quando assisti pela primeira vez, mesmo sabendo desde o início que ela havia morrido aos 14 anos, eu torcia para que, de alguma maneira, ela ainda estivesse viva. Eu queria acreditar que talvez ela ainda não tivesse compreendido o que havia acontecido. Só depois fui entendendo que ela estava naquele lugar entre os dois mundos, entre a vida que conhecia e aquilo que vinha depois.
E isso, para mim, é uma das partes mais dolorosas do filme.
Porque a Susie não queria simplesmente morrer e seguir em frente. Ela queria voltar. Queria encontrar a família. Queria que eles ficassem bem. Queria se despedir. E, de alguma maneira, ela tenta se comunicar com eles, tenta mostrar o que aconteceu e ajudá-los a descobrir a verdade.
Mas ela também precisa lidar com uma coisa muito difícil: aceitar que sua vida foi interrompida.
Ela tinha apenas 14 anos. Estava começando a viver a adolescência. Tinha expectativa pelo primeiro beijo com o menino de quem gostava, tinha um encontro marcado para o sábado, conversava com a avó sobre essas coisas… Ela tinha tantos planos e tantos sonhos.
E tudo isso foi roubado dela.
Uma das coisas que mais me marcou é justamente perceber que a tragédia não está apenas na morte da Susie, mas em tudo aquilo que ela nunca teve a oportunidade de viver.
Ela não teve o primeiro beijo. Não teve o encontro de sábado. Não cresceu. Não se apaixonou novamente. Não descobriu quem seria. Não viveu a vida adulta. Não teve a oportunidade de fazer escolhas, errar, amadurecer, construir uma família, envelhecer.
E existe uma cena aparentemente simples que, para mim, representa muito isso: a despedida da mãe.
Um dia comum. Um café da manhã comum. A mãe mandando a filha colocar o gorro antes de sair. Nada parece extraordinário naquele momento. E justamente por ser tão comum, fica ainda mais doloroso quando sabemos que aquela seria a última vez.
É uma lembrança que poderia acontecer com qualquer família. E talvez seja isso que torne a cena tão pesada: ninguém sabe quando está vivendo uma última vez.
Reassistindo ao filme, também percebi algo que talvez tenha passado despercebido na primeira vez: no shopping, o assassino já estava observando a Susie.
E isso é perturbador porque, enquanto ela estava vivendo uma vida completamente normal, ele já a enxergava como um alvo.
Em determinado momento, ela até demonstra uma certa desconfiança. Ela fala que precisa ir para casa. Existe ali uma oportunidade de simplesmente ir embora.
Mas ele consegue convencê-la dizendo que aquilo era uma espécie de clubinho para crianças.
E aí existe uma reflexão muito triste: a Susie ainda era uma criança.
Ela não tinha malícia. Não tinha maturidade para entender completamente o perigo que estava diante dela. Ela não sabia que aquele homem tinha intenções terríveis.
Depois, naquele espaço entre os mundos, ela chega a pensar que foi “burra”, como se tivesse culpa por ter entrado naquele lugar.
Mas, para mim, ela não foi culpada.
Ela era uma criança diante de um adulto que sabia exatamente o que estava fazendo.
Quem tinha consciência era ele.
E é justamente isso que torna o assassino tão assustador.
Ele é um homem cruel, perturbado e manipulador. E o mais assustador é pensar que pessoas assim existem na vida real. Pessoas que conseguem se esconder atrás de uma aparência comum enquanto carregam comportamentos completamente doentios.
Ele não destruiu apenas a vida da Susie. Ele destruiu uma família inteira.
Destruiu os sonhos de uma menina que estava começando a viver e deixou nos pais uma dor que provavelmente nunca desapareceria completamente.
E o mais revoltante é perceber que ele coloca os próprios desejos doentios acima da vida, da dignidade e da segurança de uma criança. Ele observa, manipula, conquista a confiança e age pensando apenas na própria satisfação.
A Susie deixa de ser vista por ele como uma pessoa, uma menina com família, sentimentos, sonhos e futuro, e passa a ser tratada como um objeto para satisfazer uma obsessão.
E depois ele continua vivendo como se fosse uma pessoa comum, passando despercebido enquanto uma família inteira está destruída.
Isso também me faz pensar em como o mal nem sempre tem uma aparência assustadora. Às vezes, ele está escondido atrás de alguém que parece normal.
Outra coisa que achei muito interessante no filme foi a maneira como cada pessoa da família enfrenta o luto.
O pai fica preso à necessidade de descobrir o que aconteceu. Ele precisa encontrar respostas. Precisa saber quem fez aquilo com a filha.
A mãe reage de outra maneira. A dor é tão grande que ela se afasta, porque permanecer naquela casa, diante de todas as lembranças da filha, parece insuportável.
E isso afeta o casamento dos dois.
Mas existe também uma parte bonita nessa história: em determinado momento, o pai consegue voltar a olhar para a mãe com amor e perceber que ela também está destruída. Ele passa a apoiá-la.
O filme mostra que as pessoas não sofrem da mesma maneira. Algumas choram. Algumas se isolam. Algumas precisam de respostas. Outras simplesmente não conseguem continuar no mesmo lugar.
E talvez o mais bonito seja perceber que, apesar de tudo, eles precisam aprender a continuar vivendo.
Também fiquei pensando muito na irmã da Susie.
Em vários momentos, senti falta de uma demonstração mais intensa do sofrimento dela. Não me lembro de vê-la realmente chorando pela irmã, e isso me causou uma certa estranheza.
Existe uma cena em que ela está deitada, ouvindo a mãe discutir, e parece lacrimejar um pouco. Mas eu esperava uma reação mais forte quando ela encontra o livro com as provas do assassinato.
Aquele momento poderia ter sido muito mais emocional. Ela está diante da descoberta de quem matou a própria irmã. Eu esperava ver mais choque, lágrimas, tristeza, talvez até desespero.
Acho que isso teria aumentado bastante o impacto daquela cena.
Outra cena que me chamou atenção foi quando o pai começa a perceber quem é o assassino.
Enquanto ele está fazendo aquela armadilha para os patos, parece que alguma coisa se conecta dentro dele. Ele começa a perceber que a Susie pode ter sido morta em uma armadilha semelhante.
E existe também aquela sensação de que a própria Susie está tentando se comunicar com ele.
Como se, mesmo estando entre os dois mundos, ela ainda estivesse tentando mostrar ao pai quem fez aquilo.
Essa ligação entre pai e filha é muito bonita.
É como se ela não conseguisse simplesmente voltar para casa, mas ainda encontrasse maneiras de conduzi-lo até a verdade.
E, apesar de toda essa construção, preciso dizer que o final me deixou frustrada.
Eu esperava uma justiça maior para o assassino.
A sensação que ficou para mim é de que ele merecia enfrentar consequências muito mais duras pelos crimes que cometeu. A morte, diante de tudo aquilo, parece pouco. Eu esperava algum tipo de punição que trouxesse uma sensação maior de justiça.
E talvez seja justamente isso que torne o final tão incômodo.
Porque, depois de acompanhar todo aquele sofrimento, a gente fica querendo que alguém pague por aquilo.
No fim, Um Olhar do Paraíso não é apenas um filme sobre uma menina que foi assassinada.
É um filme sobre uma vida interrompida.
Sobre uma família destruída.
Sobre o luto.
Sobre a culpa que uma vítima pode carregar sem ter culpa alguma.
Sobre a dificuldade de aceitar aquilo que não podemos mudar.
E sobre a necessidade de continuar vivendo mesmo quando alguém que amamos foi arrancado de nós.
Para mim, o mais triste de tudo é que a Susie não queria morrer. Ela queria viver.
Ela queria o primeiro beijo.
Queria o encontro de sábado.
Queria continuar crescendo.
Queria viver a adolescência.
Queria descobrir quem seria.
E talvez seja por isso que o filme permaneça tanto tempo na cabeça: porque quando a história termina, a gente continua imaginando tudo o que ela poderia ter vivido.
E fica aquela sensação dolorosa de que a vida dela não terminou apenas naquele momento.
Foram roubados dela todos os momentos que ainda estavam por vir.
E isso é o que mais me doeu.