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Vivemos em um mundo onde nos escondemos para fazer amor, enquanto a violência é praticada em plena luz do dia

Últimas opiniões enviadas

  • Marcelo Santiago

    Borat é um documentário ficcional roteirizado e protagonizado por Sacha Baron Cohen, personagem criado por ele em seu extinto programa na TV Inglesa 'Da Ali G Show'. Eu nunca assisti algo tão engraçado, ácido e tão bem feito e verdadeiro na minha vida.

    Documentário ficcional, o filme é, pois Borat, personagem ficcional criado por Sacha, oriundo do país Cazaquistão, resolve fazer um documentário na América para mostrar o estilo de vida dos americanos a fim de melhorar a vida e os costumes dos Cazaquistaneses (!?), porém seu personagem fictício nunca esteve no Cazaquistão, o que é mostrado no filme deste país não é verdade, não foi gravado nenhuma cena lá, porém, tudo que acontece no filme é a mais pura verdade, e é aí que está a graça do filme.

    Todas as cenas bizarras são reais, desde o saquinho de fezes no jantar da alta sociedade, á prostituta Luenell, a briga com seu produtor pelados no hotel chique e no saguão do mesmo, o ataque/pedido de casamento á Pamela Lee Anderson na Califórnia, a carona dos garotos que lhe mostram o pornô de Pamela, á graça toda que ele faz na igreja, entre tantas outras cenas engraçadas e ácidas que acontecem no filme.
    De curiosidade deste filme, Sacha teve 91 mandados de prisão enquanto filmava, e em todos eles, quando ele era interrogado pela polícia em nenhum momento ele saía do personagem. Enquanto travestido de Borat, Sacha não saiu do personagem como se ele fosse uma pessoa que realmente existisse, imagino a encrenca causada no tumulto com Pamela Anderson. Uma entrega total ao documentário/filme de Sacha.

    Apesar de ser extremamente engraçado e cômico, não dá para não se surpreender com a hipocrisia e ignorância dos americanos para com muçulmanos, o preconceito no jantar de alta sociedade para com Luenell, a prostituta, a própria conversa deles em dizer que é possível tentar americanizar Borat com o tempo, desrespeitando os costumes de fora.Também temos a cena rodada no rodeio no Texas, onde um dos curadores do evento mostra seu total preconceito e desprezo para com Muçulmanos e Gays, bem como no discurso, Borat cita em que torce para que o governo americano mate todos os iraquianos na guerra e o público aplaude de pé, mas ficam receosos e pega mal quando ele diz que torce para bebam o sangue dos iraquianos e jogue uma bomba no país para que não nasça mais nem lagartixas (!!!).

    Sacha é um artista fenomenal, incrível, muito inteligente e de uma versatilidade abismal. Há muitos filmes onde ele mostra todo seu talento e veia artística, como em 'Sweeney Todd', meu primeiro contato mesmo com ele foi com seu personagem 'Ali G' no videoclipe da música 'Music' da Madonna, á época que passava na MTV. E falando em MTV, no Europe Music Awards de 2005, Borat foi o apresentador da premiação, há um vídeo no Youtube muito legal do Foo Fighters tocando na premiação com Borat de coadjuvante.

    Foi indicado ao Oscar de 2007 para Roteiro Adaptado.
    No Globo de Ouro foi indicado á Filme Comédia/Musical, e Sacha Baron Cohen levou o prêmio de Melhor Ator Comédia/Musical, o que achei merecidíssimo.
    Sacha também levou um Movie Awards da MTV de melhor Comediante.

    Borat é um filme SENSACIONAL, risadas garantidas fácil, muito trash e ácido, curtinho e uma boa pedida para quem gosta de comédia.

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  • Marcelo Santiago

    Pecados Intímos (Little Children, no original) filme dirigido pro Todd Field, e que têm um elenco recheado, com Patrick Wilson, Kate Winslet, Jennifer Connely, Jackie Earle Haley, entre outros, me deixou com ótimas expectativas para assistir, esperava um drama de primeira linha, não foi de primeira linha mas me envolvi muito com o filme.

    O filme foca em Sarah (Winslet) e Brad (Wilson), duas pessoas casadas e com filhos, infelizes em seus casamentos, Brad se dói por não conseguir ser algo na vida, mas se contenta em ser Pai de família e cuidar do filho enquanto sua esposa Kathy (Connely) trabalha. Já Sarah infeliz com seu casamento, não consegue exercer um bom papel de mãe, desejando ter mais tempo para si, e seu marido secretamente têm fetiches onlines.
    Ao mesmo tempo temos Larry (Noah Emmerich), um ex-policial que carrega uma tragédia em seu passado, e Ronald (Jackie Haley), um rapaz que mora com a mãe (Phyllis Sommerdale) e que no passado foi preso por insubordinação sexual em público e retorna para o bairro que não se sente seguro com sua presença, já que há muitas crianças lá e Ronald se exibiu sexualmente para uma criança.

    Conforme o filme segue seu inicio, dá-se a impressão que o foco é em Sarah e Brad, e em sua relação extra conjugal e como isso vai crescendo a medida que eles se envolvem mais, porém o acerto do filme é entrelaçar essa história com a de Ronald e sutilmente com a de Larry, algo que Todd Field faz muito bem. Não é o tipo de filme em que chega um ponto que um núcleo da história é mais interessante de se acompanhar do que o outro, aqui ambas as histórias contadas que se entrelaçam facilmente são interessantes e te prendem faznedo você ficar curioso em como irá se desenrolar mais para frente.
    Obviamente, em minha mais modesta opinião, os acontecimentos de Ronald são a parte mais interessante do filme, quase chega a ofuscar os dois protagonistas, a história de ronald chama mais a atenção e te prende mais.
    O filme te dá falsas impressões do começo ao fim, vocÇe acha que será um drama de traição o filme todo, você acha também que Ronald é o vilão do filme e que pode a qualquer momento molestar ou assassinar alguém, você têm a impressão de Larry é mau caráter e irá fazer algo contra Brad... ou seja, muitas falsas impressões que vão caindo por terra conforme o filme avança e você vai se surpreendendo com a densidade com que o roteiro é tratado e como a história foca mais na psiquê dos personagens do que em surpreender.

    O tótulo original do filme (Little Children( faz mais jus ao que o filme representa e mostra, todos são pequenas crianças, cuidando de pequenas criançãs, cometendo erros de pequenas crianças, com sonhos relacionados á pequenas crianças, isso o filme deixa muito claro já em sua primeira hora e meia, já se desenrolando para seu fim, e você percebe o real tom do filme.
    Há muitas cenas sexuias, com o coito sórdido de Brad e Kate sem pudores, muito bem filmado, com muita beleza em cena. Também há cena com Jackie Earle Haley de exibição sexual, muito bem feita e com todo um tom envolvido na cena, sem pudores, ficou muito bem filamdo e exposto.

    Kate Winslet está perfeita no filme, toda sua atuação é sensacional, ela interpreta com uma força, com uma linearidade entre o desespero e a esperança de sua personagem que você se perde entre atriz e personagem. Sua cena de sexo com Patrick Wlson é sensacional e acho que ela se sai melhor do que ele, ela seentregou sem pudores e entregou uma cena linda, e é muito difícil filmar uma cena de sexo sem cair na breguiçe e na mesmice.
    Foi indicada ao oscar de Melhor atriz, não ganhou, mas sua atuação tinha potencial para levar este prêmio fácil.

    Patrick Wilson está ok apenas, meio galanzão demais, ás vezes um pouco abobalhado no começo do filme, demora pra engrenar e quando engrean não pisa no acelerador, sempre fica mais no ponto morto.

    Jackie Earle haley têm a melhor performance do filme, faz um personagem com disturbio sexual perfeito, uma pessoa que aparenta ser solitária, que é dócil, inocente, mas isso se perde em seu disturbio que o transforma numa pessoa que ele não é, e que ao mesmo tempo é tudo que ele pode ser. Seus trejeitos e atuação facial são formidáveis e seu surto mais para o final do filme é desesperador. Jackie é um ator sensacional e sabe interpretar papéis de homens desajustados, como o Roscharch de 'Watchmen' (filme que ele contracenou também com Patrick Wilson).
    Jackie foi indicado ao Oscar de Ator Coadjuvante perdendo para Alan Arkim, mas assim comoo Winslet, Jackie poderia levar o prêmio fácil, uma pena, não deu sorte naquele ano.

    Jannifer Connely está bem no filme, pouco exigida, mas quando aparece dá um show. Sou fã dela e é difícil ter um filme fraco com ela (talvez só Água Negra),a cena do jantar onde ela deixa o garfo cair é a melhor atuação dela no filme.
    Destaco também Phyllis Somerdale, mãe de Ronald no filme, atriz poderosa e que fez um ótimo trabalho, têm uma presença de cena incrível e preenche toda cena.
    Ty Simpkins ainda pequeno, faz o filho de Brad e Kathy, Ty Simpkins apareceu posteriormente em Homem de Ferro 3.

    A direção de Arte do filme é ótima, criaram um bairro bem típico dos estados Unidos, a fotografia está bem dentro da sua proposta, e a trilha sonora casa com as cenas, acrescenta muito ao filme,mas nada memorável.

    O único ponto a se lamentar é o final do filme, não condiz com a história mostrada durante todo o filme.

    Comentário contando partes do filme. Mostrar.

    Brad cair de Skate e de repente desistir de fugir com Sarah é bem ruinzinho de engolir, o mesmo dela que ao perder a filha de vista por dois minutos no parque a noite, na iminência de ela ser atropelada também desiste de fugir com Brad por perceber que não está sendo uma boa mãe... mas só nesse momento ela foi se dar conta?
    Apenas o final de Ronald é impactante e aceitável , deixando no ar o fim dos acontecimentos.

    É um filme que me agradou, me prendeu, me envolveu, mas o tempo todo você espera algo que não vem, e aí fica aquela novela das seis morna que caminha no banho maria, é legal de acompanhar, mas só, nada demais grave ou de tirar o fôlego acontece. Ficou devendo no final.

    Recebeu 3 indicações ao Oscar de 2007, Atriz, Ator Coadjuvante e Roteiro Adaptado.
    3 Indicações no Globo de Ouro 2007 para Kate Winslet como Atriz, Melhor Filme Drama e Melhor Roteiro.
    Kate Winslet ainda foi indicada á melhor Atriz no Bafta 2007.

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  • Marcelo Santiago

    Na época que Missão Impossível II foi lançado havia muito marketing em cima do filme, sendo para mim os mais notórios os dois videoclipes que faziam parte da trilha do filme, 'I Dissapear' do Metallica e 'Take A Look Around' do Limp Bizkit. Duas músicas matadoras com dois clipes sensacionais com cenas do filme... quem olhava enxergava que o filme era sensacional e seria um ótimo blockbuster, Não é bem o caso..

    Não lembro se na época do filme eu gostei ou não, vou ser sincero, mas re-assistindo agora se percebe como o filme envelheceu mal. O filme não é 100% ruim, têm seus méritos, primeiro vou focar na parte ruim do filme.

    John Woo que ´o diretor praticamente fez do filme um grande videoclipe da MTV, o próprio não se leva a sério, nem de longe se equipara ou lembra o primeiro filme, que é um filme de assalto legítimo. Esta continuação se inspira nos moldes dos filmes de assalto, porém, se livra dessa premissa logo após a abertura e foca em uma trama bem clichê de mocinho que conhece a donzela que não precisa de homem nenhum na vida, se apaixonam porque têm algo em comum, aí ele descobre que o vilão da trama tem um passado com a mocinha e ela passa a correr perigo e ele será o donzelo que a salvará dele e de quebra salvará o mundo de um vírus mortal. Mais clichê do que isso impossível, parece aqueles filmes de ação com Stallone ou Scwhazenegger.
    As tomadas de cenas são bem clichês com caras e bocas e olhares de Cruise, Thandie Newton e Dougray Scott, parece muito com qualquer série meia boca de TV dos anos 90, algumas cenas em frame rate lento são tão ultrapassadas e envelheceram tão mal o filme que dá vergonha alheia de assistir. Toda a história é batida, tudo é sacado 10 minutos antes de acontecer ou dos próprios personagens comentarem... ok o primeiro filme também têm os acontecimentos bem sacados, mas aqui é muito mais na cara.
    A trilha de Hans Zimmer na minha opinião não é maestrosa, nem mesmo inspiradora, serve pro filme, mas esquecível assim que o filme acaba, até neste quesito o filme peca em minha opinião.
    A impressão que dá durante o filme todo, é que Tom Cruise está de férias com este filme, gravado na Austrália e Espanha, são poucos os momentos que vemos o ator Tom Cruise, o que mais se vê e principalmente na primeira meia hora de filme, é o civil Tom Cruise de férias se divertindo gravando umas cenas.

    A parte positiva do filme, curiosamente fica para as interpretações. Sim, elas são forçadas durante todo o filme, mas o filme pede isso, todos entregam um bom trabalho com o roteiro que lhes foi dado, porém este roteiro é clichê ao extremo. E ainda entra o diretor John Woo que exigiu este tipo de interpretação mais suave e descompromissado ao seus atores,
    Tom Cruise está bem depois de meia hora de filme somente, em algumas cenas ele realmente mostra o grande ator de filme de ação que ele é, mesmo com a sensação de que ele mais está se divertindo com este filme e ganhando milhões, do que atuando em si.
    Thandie Newton, ainda novinha aqui, está ótima também, interpreta bem o papel de mocinha em perigo. Uma pena pois sua personagem foi mal construída, no começo uma ladra sagaz e audaciosa, com falas ácidas, arisca e que não precisa de homem nenhum. De repente se torna uma donzela em perigo em favor da trama, total desperdício de talento para Thandie.
    Dougray Scott esteve cotado para o papel de Wolverine em X-Men O Filme, perdeu o papel e conseguiu o vilão deste filme, na época muitos disseram que foi ótimo Scott não conseguir ser Wolverine, pois ele estava péssimo em Missão Impossível II.
    Já eu acho que ele não esteve ruim no filme, ele faz o vilão clássico, clichê, bem conhecido do cinema americano, porque foi isso que lhe foi entregue em mãos, com o roteiro que lhe foi dado Dougray Scott entregou o vilão que a trama pedia, e ele cumpriu bem seu papel.
    Ainda tivemos o ótimo Anthony Hoppkins em uma curtíssima participação e Domic Purcell (de Legends of Tomorrow e Prison Break) bem novinho, magro e com cabelo...irreconhecível!

    Podia falar muito mais de Missão Impossível II, mas seria chover no molhado porque eu falaria mais mal do que bem de um filme que envelheceu mal, é clichê, bobo, e mais parece uma colônia de férias do que um filme de ação. Sequer parece um filme da franquia Missão Impossível. Entendo os que gostaram do filme, com certeza vai ter muita gente que irá gostar por ser uma aventura descompromissada e que entrete. Talvez aí esteja o erro do segundo filme, Missão Impossível tem que se levar a sério, se não se levar vai cair de nível e deixará de ser relevante pra ser uma franquia cansativa aos olhos do público.

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