O Convite é um filme de suspense que conseguiu me deixar apreensivo e em alguns momentos aterrorizado. É um thriller psicológico com um ponto central na história que te convida a continuar vendo e o que se sucede com a personagem principal e os amigos nunca é dito na lata, mas deixa subentendido até o momento do ápice. Não vi nada que eu desgostasse. As atuações são de relativas qualidades, e a trama convence. Tudo gira em torno de uma possibilidade que, ao meu ver, pode ser um grande terror de qualquer um de nós. Recomendadíssimo!
Um thriller que vai te conquistando a cada cena em que o conquistador Tim, que se revela marcantemente narcisista, individualista e manipulador, leva adiante mas não sozinho a trama em que os fatos vão mostrando o quão perdido está em si mesmo e o quão trágicas podem ser as consequências. Os dois atores são incrivelmente sedutores para além das suas belezas - como nos diálogos, por exemplo -, e o denso drama em que a melancolia, o suspense e a ação estão em sincronia, não poderia estar melhor descrita na sinopse. Típica obra perfeita desde sua invenção até a atuação e direção. Dizem que às vezes se alonga, mas eu não cortaria nenhuma cena. Se tornou um dos meus filmes preferidos.
Aos poetas de plantão!!! Não se trata apenas de um filme, mas de uma belíssima e igualmente triste novela que foge dos clichês, pois o enredo assim permite. Considerando as limitações técnicas da época, a cinematografia é muito rica, o roteiro digno de novela, uma ambientação, embora solitária e silenciosa (que pode parecer claustrofóbica), é muito convincente pois é coerente com a trama, e, acima de tudo, não seriam tão agradáveis se não fosse pelo trabalho desses dois atores sensacionais dos quais já virei fã. Enfim, uma história de amizade e de amor singela e igualmente dramática e arrasadora. É um filme longo, e não peca por isso. No entanto, prestar atenção aos detalhes requer uma visão mais aprofundada da relação que vai se desenvolvendo entre os dois personagens, para mim, de igual importância para o entendimento da trama, pois são dois indivíduos completamente diferentes um do outro que vão se unindo. Não há muito o que dizer, simplesmente é um clássico do cinema LGBT, e uma excelente descoberta. Particularmente, é impossível ver e não se emocionar. Quem não entender, não captou sua essência, evidenciada em cada detalhe da primeira à última cena ou não se sentiu representado na história que, vale repetir, é voltada para o público gay. Em todo caso, é um filme para ser visto, experimentado individualmente, saboreado, pois, a poesia presente nesta obra-prima a torna necessariamente recomendadíssima para os olhares e percepções mais sensíveis!!!
Este site usa cookies para oferecer a melhor experiência possível. Ao navegar em nosso site, você concorda com o uso de cookies.
Se você precisar de mais informações e / ou não quiser que os cookies sejam colocados ao usar o site, visite a página da Política de Privacidade
O Convite
3.3 1,1KO Convite é um filme de suspense que conseguiu me deixar apreensivo e em alguns momentos aterrorizado. É um thriller psicológico com um ponto central na história que te convida a continuar vendo e o que se sucede com a personagem principal e os amigos nunca é dito na lata, mas deixa subentendido até o momento do ápice. Não vi nada que eu desgostasse. As atuações são de relativas qualidades, e a trama convence. Tudo gira em torno de uma possibilidade que, ao meu ver, pode ser um grande terror de qualquer um de nós. Recomendadíssimo!
Nenhuma Noite é Longa o Bastante
3.4 69Um thriller que vai te conquistando a cada cena em que o conquistador Tim, que se revela marcantemente narcisista, individualista e manipulador, leva adiante mas não sozinho a trama em que os fatos vão mostrando o quão perdido está em si mesmo e o quão trágicas podem ser as consequências. Os dois atores são incrivelmente sedutores para além das suas belezas - como nos diálogos, por exemplo -, e o denso drama em que a melancolia, o suspense e a ação estão em sincronia, não poderia estar melhor descrita na sinopse. Típica obra perfeita desde sua invenção até a atuação e direção. Dizem que às vezes se alonga, mas eu não cortaria nenhuma cena. Se tornou um dos meus filmes preferidos.
Éramos Um Só Homem
3.4 21Aos poetas de plantão!!! Não se trata apenas de um filme, mas de uma belíssima e igualmente triste novela que foge dos clichês, pois o enredo assim permite. Considerando as limitações técnicas da época, a cinematografia é muito rica, o roteiro digno de novela, uma ambientação, embora solitária e silenciosa (que pode parecer claustrofóbica), é muito convincente pois é coerente com a trama, e, acima de tudo, não seriam tão agradáveis se não fosse pelo trabalho desses dois atores sensacionais dos quais já virei fã. Enfim, uma história de amizade e de amor singela e igualmente dramática e arrasadora. É um filme longo, e não peca por isso. No entanto, prestar atenção aos detalhes requer uma visão mais aprofundada da relação que vai se desenvolvendo entre os dois personagens, para mim, de igual importância para o entendimento da trama, pois são dois indivíduos completamente diferentes um do outro que vão se unindo. Não há muito o que dizer, simplesmente é um clássico do cinema LGBT, e uma excelente descoberta. Particularmente, é impossível ver e não se emocionar. Quem não entender, não captou sua essência, evidenciada em cada detalhe da primeira à última cena ou não se sentiu representado na história que, vale repetir, é voltada para o público gay. Em todo caso, é um filme para ser visto, experimentado individualmente, saboreado, pois, a poesia presente nesta obra-prima a torna necessariamente recomendadíssima para os olhares e percepções mais sensíveis!!!