O ator principal é um sem graça (a cara lembra o Cesar Filho), mas essa versão do livro do F. Kafka é bastante interessante, por 2 motivos: a história em si e a interpretação de alguns personagens, notadamente do advogado, da funcionária dele (Leni, uma delicinha que dá vontade de levar pra cama), o tio irascível de Joseph K (protagonista) e A. Hopkins no papel de padre . A primeira versão, de 1962, em preto e branco, teve direção do Orson Welles, mas mesmo assim é menos interessante, pq consegue ser mais triste e lúgubre que esta versão colorida, que, além do mais, tem a participação na parte final de Antony Hopkins, estupendo como sempre, que certamente salvaria o filme se este fosse ruim, coisa q não é.
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O Processo
3.1 27O ator principal é um sem graça (a cara lembra o Cesar Filho), mas essa versão do livro do F. Kafka é bastante interessante, por 2 motivos: a história em si e a interpretação de alguns personagens, notadamente do advogado, da funcionária dele (Leni, uma delicinha que dá vontade de levar pra cama), o tio irascível de Joseph K (protagonista) e A. Hopkins no papel de padre . A primeira versão, de 1962, em preto e branco, teve direção do Orson Welles, mas mesmo assim é menos interessante, pq consegue ser mais triste e lúgubre que esta versão colorida, que, além do mais, tem a participação na parte final de Antony Hopkins, estupendo como sempre, que certamente salvaria o filme se este fosse ruim, coisa q não é.