Eu tô boba com o filme. Achei uma mistura de Django Livre com Um Drink no Inferno. (pra mim isso é positivo). Todas as cenas de música e dança são transcendentais!
- Essa aura em torno da imagem do bluesman do Mississippi dos anos de 1920/1930. Mesmo o filme não sendo uma biografia sobre o Robert Johnson, é impossível não lembrar dele. A atmosfera do sobrenatural em volta do jovem bluesman Sammie me trouxe essa associação automaticamente com Johnson. Parece que o filme bebe desse imaginário do blues ligado à maldição e ao pacto.
- Outro ponto do filme é que ele trabalha com dois tipos de vilão: o sobrenatural e o real. O vilão sobrenatural é um irlandês que também sofre racismo por causa da invasão colonial inglesa, acaba virando vampiro e passa a querer se vingar dessa classe dominante. Quando ele fala que o galpão foi uma “casinha” pra virar um matadouro a gente se liga que o próprio “monstro” nasce de um processo histórico de opressão. Os que sofrem do racismo são sugados até a alma por seus opressores, sejam eles irlandeses, negros ou chineses.
- No confronto final é contra o verdadeiro inimigo, os brancos organizados na Ku Klux Klan. E é bom lembrar que os integrantes da KKK com suas vestes brancas e supremacistas, porém sem seus capuzes eles são os fazendeiros. È sempre bomlembrar que enquanto vemos as grandes plantações de algodão com os negros trabalhando acorrentados é quando a KKK está sem seu capuz. A KKK é o próprio latifundiário. O racismo não pode ser dissociado do processo econômico do latifúndio.
- Por último, eu revi a Chave Mestra (2005) na semana passada, e foi bom ver Os Pecadores (2025) depois, porque são dois filmes que retratam o Hoodoo. Porém o de 2025 com muito mais responsabilidade e com outra proposta se comparado com o de 2005.
eu gostei. um bom serial killer. nota pessoal para eu lembrar no futuro: primeiro filme que eu assisto na língua tâmil e que se passa numa comunidade indiana cristã. localidade: sul/sudeste da Índia
é o primeiro filme do ator protagonista Gomathi Shankar, o cara arrebentou nas feições: ora calmo, ora maníaco.
Ufa, finalmente! depois de assistir todos os contos de: Histórias Incomuns, Quatro Histórias de Desejos, Quatros Histórias de Desejos 2, Quatro Histórias de Pecados, Quatro Histórias de Fantasmas, cheguei no último: Quatro Histórias de Desejo em Telugu.
A versão em Telugu foi a que menos gostei, na verdade fiquei enfadada e demorei a terminar.
o 3° é um clichê de Black Mirror, porém cansativo, a gente já sabe como se dá o diálogo. não me empolguei a escrever sobre essa versão.
Família rica, a melhor avó do mundo, o corvo (novamente) em decoração na casa. "adorei os seus pais. eles são tão calados". alerta vermelho. História de espírito é o que me deixa meio cagada. a história é boa, seria uma crítica ao cristianismo?
- 3° conto: é uma história sobre classe/casta. É a história política de uma grande cidade, que já foi capital de todo o estado, engolindo e reprimindo um vilarejo dependente a ela.
O início dessa história traz o seguinte protagonista: um trabalhador andando muito para chegar em um vilarejo. O nome do vilarejo é Smalltown. Esse homem parece um servidor público (assistente social, mas a primeira imagem que me veio à cabeça foi de um recenseador do IBGE).
Esse homem encontra um menino que o leva até um quartinho. Lá, descobre que esse menino está morando com uma menina. Essas duas crianças estão se escondendo de um monstro, e aí descobrimos que esse monstro é o próprio pai da menina.
Antes do caos reinar e o pai virar monstro, nos é exposto que a família da menina é de Bigtown e a família do menino de Smalltown. Portanto, há um nível hierárquico aí. No diálogo das crianças vemos que Smalltown é um vilarejo que pertence a cidade de Bigtown, e o monstro (o pai) comeu literalmente todos os habitantes de Smalltown.
O servidor público pergunta para as duas crianças o motivo do monstro não comer o gado do local, o menino responde que ele só se alimenta de moradores da cidade pequena: "ele prefere as carnes das pessoas de Smalltown" (bingo!!!)
Quando o menino sai para ordenhar a vaca, a garota e o trabalhador ficam sozinhos e ela diz para o homem não confiar 100% no menino.
A vaca morreu de fome, ou seja, a fonte de alimento acaba. Eles precisam sair do quartinho à procura de comida.
"O seu pai falou que precisávamos pedir permissão de Bigtown para morar aqui". O monstro-pai da menina era vereador de Bigtown....e chega ele! Arrombando portas! O Chewbacca (pai da menina)!
Novamente vemos os corvos nesse conto. Eu escrevi sobre os corvos no comentário sobre o 2° conto.
Depois eles utilizam a lógica de The Walking Dead, passam o fedor do corpo morto em seus rostos para despistar os zumbis.
Aí, pow! O servidor público acorda.
Ele iria fazer um relatório sobre reprovação de alunos na escola de Smalltown. É resgatado pelo grupo que era zumbi no 1° ato da história (mas no último ato eles são gente).
Teve algum caos em Smalltown, queimaram a cidade (provável que alguma rebelião dos humilhados da cidade pequena). E aí, descobrimos que o vereador-pessoa, no último ato sendo gente e não monstro, perdeu a filha na rebelião que deixou Smalltown deserta.
O algoz da cidade pequena perdeu a própria filha com a sua repressão aos pobres. O feitiço virou contra o feiticeiro.
Também vemos o diretor da escola no carro, o único nativo de Smalltown, que na história de zumbi, comeu a carne das pessoas para ser poupado, e hoje trabalha na escola de Bigtown. O diretor traiu seus conterrâneos para não morrer (comeu a carne podre dos seus para não ser comido). Mais conhecido na nossa língua como PELEGO.
O conto fecha com o vereador dizendo que Bigtown era uma mina de pedra de toque (procurem o sentido literal e figurado disso no google).
o início é uma mulher parindo um bebê no hospital, mas ocorre complicações logo em seguida. corta a cena para um menino (Ansh) assistindo tv, no início pensamos que os anos se passaram e que é o filho dela, que deu tudo certo no hospital, porém não. vemos que ela não é mãe do moleque e sim a babá. com uma gaveta cheia de caixas de teste de gravidez compreendemos que ela almejava muito ser mãe.
A relação do menino com a babá parece um Complexo de Édipo/ciúme doentio: quando ela e seu marido dão um beijo, quando o menino tenta beijá-la e ela fala que é só no rosto, etc. E vemos tbm que o marido dela não gosta do menino.
A babá começa a ter vários pesadelos e paralisia do sono (na hora que tenta acordar mas está se transmutando em um corvo).
Esse conto tem um ar mais melancólico, devagar, com uma paleta de cores fantasmagórica e esfumaçada, como se fosse o tempo todo um sonho. Rola umas simbologias que eu não tenho muita capacidade de discernir. Aí eu fui pesquisar a simbologia do corvo no hinduísmo: “Durante as cerimônias fúnebres, os hindus são incentivados a alimentar corvos. O som que o corvo emite: “Ka ?! Ka ?!” É a voz dos ancestrais que esperam que os filhos que deixaram para trás na terra tenham tempo adequado para descobrir a questão mais fundamental da existência: “Por quê ?! Por quê?!"”
Ta aí a resposta do motivo dela alimentar os corvos do sótão. Logo após corta para o passado da mãe reclamando com a babá ainda jovem por ter quebrado os ovos das aves.
O conto é um terror/suspense psicológico de trauma e gatilho de infância sobre o que a mãe falou para a protagonista. Me lembrou o filme Cisne Negro em alguns aspectos.
acho que a senhora morreu no minuto 13, quando cai da cama, porque no minuto 16 alguém já começa a andar pela casa e no minuto 18 a velhinha está sentada na cama à noite. Tanto é que no dia seguinte ela fala que quer tomar banho de verdade e recorda o nome da atual enfermeira. Terceiro filme que eu vejo os personagens do Vijay Varma interpretando um canalha
um filme que traz revolta e ódio. muitos filmes indianos trazem a temática do abuso sexual, a fala final sobre empatia e solidariedade fechou com chave de ouro.
Um pouco cansativo, eu vi por partes, porém um filme histórico importantíssimo.
Kangana Ranaut está esplêndida, caracterização perfeita (olhe as imagens dela no google, o rosto ficou totalmente diferente, e realmente muito parecida com a Indira). ps: a atriz protagonista é também a diretora do filme.
Uma dica: eu fui vendo e pausando, cada nome novo ou acontecimento eu fui pesquisando no google para entender melhor os acontecimentos e os nomes das pessoas envolvidas.
Kali fortalece uma mulher e acaba com os caras abusadores e tiranos.
estou apaixonada por esses filmes. (o outro foi Bulbbul).
vejo muitos reclamando das músicas, mas é isso que deixa os filmes indianos mais encantadores, e, a dança para a deusa desse filme foi uma das que mais me arrepiou (as músicas/danças de RRR também são magníficas).
Love and War
1ansiosa pro próximo filme do maior dos maiores!
Once Upon a Time in the Middle East
1onde assistir?
O Homem que Sussurra
3.0 177 Assista Agoracoitado do De Niro.
o filme não é ruim, mas é esquecível, mais do mesmo e meio besta.
Fuja
3.4 1,1K Assista Agorame lembrou Louca Obsessão (Misery)
Qala
3.6 2Gótico, sombrio. Mais perturbador que Cisne Negro
Pecadores
4.0 1,3K Assista AgoraEu tô boba com o filme. Achei uma mistura de Django Livre com Um Drink no Inferno. (pra mim isso é positivo). Todas as cenas de música e dança são transcendentais!
Meus destaques são:
- Essa aura em torno da imagem do bluesman do Mississippi dos anos de 1920/1930. Mesmo o filme não sendo uma biografia sobre o Robert Johnson, é impossível não lembrar dele. A atmosfera do sobrenatural em volta do jovem bluesman Sammie me trouxe essa associação automaticamente com Johnson. Parece que o filme bebe desse imaginário do blues ligado à maldição e ao pacto.
- Outro ponto do filme é que ele trabalha com dois tipos de vilão: o sobrenatural e o real. O vilão sobrenatural é um irlandês que também sofre racismo por causa da invasão colonial inglesa, acaba virando vampiro e passa a querer se vingar dessa classe dominante. Quando ele fala que o galpão foi uma “casinha” pra virar um matadouro a gente se liga que o próprio “monstro” nasce de um processo histórico de opressão. Os que sofrem do racismo são sugados até a alma por seus opressores, sejam eles irlandeses, negros ou chineses.
- No confronto final é contra o verdadeiro inimigo, os brancos organizados na Ku Klux Klan. E é bom lembrar que os integrantes da KKK com suas vestes brancas e supremacistas, porém sem seus capuzes eles são os fazendeiros. È sempre bomlembrar que enquanto vemos as grandes plantações de algodão com os negros trabalhando acorrentados é quando a KKK está sem seu capuz. A KKK é o próprio latifundiário. O racismo não pode ser dissociado do processo econômico do latifúndio.
- Por último, eu revi a Chave Mestra (2005) na semana passada, e foi bom ver Os Pecadores (2025) depois, porque são dois filmes que retratam o Hoodoo. Porém o de 2025 com muito mais responsabilidade e com outra proposta se comparado com o de 2005.
Valor Sentimental
3.9 403 Assista Agoraquestões familiares, problema com o pai, sentimento de abandono.....
mas deu um soninho. não conseguiria assistir novamente.
Stephen
3.0 4 Assista Agoraeu gostei. um bom serial killer.
nota pessoal para eu lembrar no futuro: primeiro filme que eu assisto na língua tâmil e que se passa numa comunidade indiana cristã.
localidade: sul/sudeste da Índia
é o primeiro filme do ator protagonista Gomathi Shankar, o cara arrebentou nas feições: ora calmo, ora maníaco.
Quatro histórias de desejo (Telugu)
3.9 2Ufa, finalmente! depois de assistir todos os contos de:
Histórias Incomuns, Quatro Histórias de Desejos, Quatros Histórias de Desejos 2, Quatro Histórias de Pecados, Quatro Histórias de Fantasmas, cheguei no último: Quatro Histórias de Desejo em Telugu.
A versão em Telugu foi a que menos gostei, na verdade fiquei enfadada e demorei a terminar.
o 3° é um clichê de Black Mirror, porém cansativo, a gente já sabe como se dá o diálogo.
não me empolguei a escrever sobre essa versão.
Quatro Histórias de Fantasmas
2.7 69- 4° conto:
Família rica, a melhor avó do mundo, o corvo (novamente) em decoração na casa.
"adorei os seus pais. eles são tão calados". alerta vermelho.
História de espírito é o que me deixa meio cagada. a história é boa, seria uma crítica ao cristianismo?
Quatro Histórias de Fantasmas
2.7 69- 3° conto: é uma história sobre classe/casta. É a história política de uma grande cidade, que já foi capital de todo o estado, engolindo e reprimindo um vilarejo dependente a ela.
O início dessa história traz o seguinte protagonista: um trabalhador andando muito para chegar em um vilarejo. O nome do vilarejo é Smalltown. Esse homem parece um servidor público (assistente social, mas a primeira imagem que me veio à cabeça foi de um recenseador do IBGE).
Esse homem encontra um menino que o leva até um quartinho. Lá, descobre que esse menino está morando com uma menina. Essas duas crianças estão se escondendo de um monstro, e aí descobrimos que esse monstro é o próprio pai da menina.
Antes do caos reinar e o pai virar monstro, nos é exposto que a família da menina é de Bigtown e a família do menino de Smalltown. Portanto, há um nível hierárquico aí.
No diálogo das crianças vemos que Smalltown é um vilarejo que pertence a cidade de Bigtown, e o monstro (o pai) comeu literalmente todos os habitantes de Smalltown.
O servidor público pergunta para as duas crianças o motivo do monstro não comer o gado do local, o menino responde que ele só se alimenta de moradores da cidade pequena: "ele prefere as carnes das pessoas de Smalltown" (bingo!!!)
Quando o menino sai para ordenhar a vaca, a garota e o trabalhador ficam sozinhos e ela diz para o homem não confiar 100% no menino.
A vaca morreu de fome, ou seja, a fonte de alimento acaba. Eles precisam sair do quartinho à procura de comida.
"O seu pai falou que precisávamos pedir permissão de Bigtown para morar aqui".
O monstro-pai da menina era vereador de Bigtown....e chega ele! Arrombando portas! O Chewbacca (pai da menina)!
Novamente vemos os corvos nesse conto. Eu escrevi sobre os corvos no comentário sobre o 2° conto.
Depois eles utilizam a lógica de The Walking Dead, passam o fedor do corpo morto em seus rostos para despistar os zumbis.
Aí, pow! O servidor público acorda.
Ele iria fazer um relatório sobre reprovação de alunos na escola de Smalltown. É resgatado pelo grupo que era zumbi no 1° ato da história (mas no último ato eles são gente).
Teve algum caos em Smalltown, queimaram a cidade (provável que alguma rebelião dos humilhados da cidade pequena).
E aí, descobrimos que o vereador-pessoa, no último ato sendo gente e não monstro, perdeu a filha na rebelião que deixou Smalltown deserta.
O algoz da cidade pequena perdeu a própria filha com a sua repressão aos pobres.
O feitiço virou contra o feiticeiro.
Também vemos o diretor da escola no carro, o único nativo de Smalltown, que na história de zumbi, comeu a carne das pessoas para ser poupado, e hoje trabalha na escola de Bigtown. O diretor traiu seus conterrâneos para não morrer (comeu a carne podre dos seus para não ser comido). Mais conhecido na nossa língua como PELEGO.
O conto fecha com o vereador dizendo que Bigtown era uma mina de pedra de toque (procurem o sentido literal e figurado disso no google).
Quatro Histórias de Fantasmas
2.7 69- 2° conto: tem MUITA simbologia.
o início é uma mulher parindo um bebê no hospital, mas ocorre complicações logo em seguida. corta a cena para um menino (Ansh) assistindo tv, no início pensamos que os anos se passaram e que é o filho dela, que deu tudo certo no hospital, porém não. vemos que ela não é mãe do moleque e sim a babá. com uma gaveta cheia de caixas de teste de gravidez compreendemos que ela almejava muito ser mãe.
A relação do menino com a babá parece um Complexo de Édipo/ciúme doentio: quando ela e seu marido dão um beijo, quando o menino tenta beijá-la e ela fala que é só no rosto, etc. E vemos tbm que o marido dela não gosta do menino.
A babá começa a ter vários pesadelos e paralisia do sono (na hora que tenta acordar mas está se transmutando em um corvo).
Esse conto tem um ar mais melancólico, devagar, com uma paleta de cores fantasmagórica e esfumaçada, como se fosse o tempo todo um sonho. Rola umas simbologias que eu não tenho muita capacidade de discernir.
Aí eu fui pesquisar a simbologia do corvo no hinduísmo:
“Durante as cerimônias fúnebres, os hindus são incentivados a alimentar corvos. O som que o corvo emite: “Ka ?! Ka ?!” É a voz dos ancestrais que esperam que os filhos que deixaram para trás na terra tenham tempo adequado para descobrir a questão mais fundamental da existência: “Por quê ?! Por quê?!"”
Ta aí a resposta do motivo dela alimentar os corvos do sótão.
Logo após corta para o passado da mãe reclamando com a babá ainda jovem por ter quebrado os ovos das aves.
O conto é um terror/suspense psicológico de trauma e gatilho de infância sobre o que a mãe falou para a protagonista. Me lembrou o filme Cisne Negro em alguns aspectos.
Quatro Histórias de Fantasmas
2.7 69Vou separar meus comentários por contos.
- 1° conto: gostei.
acho que a senhora morreu no minuto 13, quando cai da cama, porque no minuto 16 alguém já começa a andar pela casa e no minuto 18 a velhinha está sentada na cama à noite. Tanto é que no dia seguinte ela fala que quer tomar banho de verdade e recorda o nome da atual enfermeira. Terceiro filme que eu vejo os personagens do Vijay Varma interpretando um canalha
Beleza Avassaladora 2
2.7 4 Assista Agoraah, eu gostei! achei o primeiro um pouco mais previsível. nesse as reviravoltas foram infinitas.
Beleza Avassaladora
3.4 61o amor romântico foi longe demais kkkk rapaz..
Padmaavat
4.2 28 Assista Agoraa jornada toda da história é a da heroína/guerreira sem empunhar uma espada.
e que final é esse?
e pensar que jauhar de mulheres acontecia na vida real para evitar serem capturadas.
Indiferença
3.6 7um filme que traz revolta e ódio. muitos filmes indianos trazem a temática do abuso sexual,
a fala final sobre empatia e solidariedade fechou com chave de ouro.
O Rei do Povo
3.6 7"O mundo dos pensadores é bem diferente do pensamento do mundo".
"Não deixam as filhas e esposas tirarem o véu fora de casa. Como um homem as obriga a um serviço divino enquanto outros assistem?"
Casamento por Conveniência
4.0 32 Assista Agoraestá no meu top 5 de filmes indianos.
que filme fooooooooood*******************!!!!!
tem que colocar a atriz Sheeba Chaddha no papel de Meenakshi nessa lista de elenco.
Três Corpos, Uma Dança
3.6 5 Assista Agoraaiaiai Kajol...
Uma Mulher Astuta
3.0 1 Assista Agoraum filme que até mais que a metade foi ação e no final marejou meus olhos.
Em Emergência
3.5 1Um pouco cansativo, eu vi por partes, porém um filme histórico importantíssimo.
Kangana Ranaut está esplêndida, caracterização perfeita (olhe as imagens dela no google, o rosto ficou totalmente diferente, e realmente muito parecida com a Indira).
ps: a atriz protagonista é também a diretora do filme.
Uma dica: eu fui vendo e pausando, cada nome novo ou acontecimento eu fui pesquisando no google para entender melhor os acontecimentos e os nomes das pessoas envolvidas.
A Mãe e a Maldição
2.7 9 Assista Agorasegundo filme indiano que vejo que
Kali fortalece uma mulher e acaba com os caras abusadores e tiranos.
(o outro foi Bulbbul).
vejo muitos reclamando das músicas, mas é isso que deixa os filmes indianos mais encantadores, e, a dança para a deusa desse filme foi uma das que mais me arrepiou (as músicas/danças de RRR também são magníficas).
Bulbbul
3.6 40 Assista Agoranossa curupira feminista. belíssimo!