É bem o que diz a sinopse, um trio de vagabundos fumando maconha, fazendo e falando merda pelas ruas de Brasília. Tem alguns momentos bem divertidos, uns textos interessantes e uma reviravolta meio doida. O trabalho dos caras é bacana, curioso.
Bom demais isso daqui kk!! O diretor Érico Cazarré segue a linha de seu provável filme anterior, Maria Morango. Tipo de humor muito próprio e divertido, brincadeiras com o cinema, referências. Aqui estamos nos bastidores de um filme, e é cheio de piadas sobre isso. De repente tem algo de documental, mocumentário, animação. Uma miscelânea bem interessante e divertida. Elenco recheado, boa produção. Uma pérola. Vejam! Está disponível no YouTube.
Começa engraçado, divertido. Depois, acho que o desenvolvimento da brincadeira fica um pouco atropelado, mas uma boa é curiosa produção. Aparentemente é a primeira e uma das poucas direções de Érico Cazarré e, tem a maravilhosa Rosanna Viegas no elenco, que presente! Obrigada a Claro TV por hospedar esta obra.
Ficção científica manauara tendo como tema dramas paternais. O filho despreza o pai enquanto este deseja forçosamente ser amado. A realidade existente está entre um pouco de cada uma das duas coisas. O exercício do elemento científico é bem interessante, assim como o elenco e cenografia do curta. Curti pra caramba. Curioso em explorar mais o diretor e os atores. Grato pela experiência!
Não entendi bem o título do filme, o único monstro que vi é esse desgraçado desse cara. Extremamente desconfortável assistir a algo dessa ordem. Forte e bem feito. Esse cara não merecia relacionado a ele referências tão maravilhosas quanto os Beatles e Hilda Hilst. Bom filme, pesado!
É um filme interessante em mostrar a parte progressista dos que professam a fé Cristã, são de suma importância,mas em alguma medida seu título traz uma enganação, um engodo. Não existe disputa nesse campo, a parte progressista perde de lavada e os extremistas são dominantes, tristemente. Boa produção mas deixo esta observação.
Filme experimental de estreia da dupla Glauber Rocha e Helena Ignez, curioso e com boas referências, mas pouco significativo no fim das contas. Vale pela curiosidade.
Roteiro fruto de um laboratório com vários alunos, orientados por uma equipe excelente. A direção ficou sob a batuta de Rudá Almeida e Pedro Fiuza. Achei bem bacana, com uma excelente seleção de personagens. É rápido, inteligente e importante. Muito triste a perda do querido Romildo, mas ficou um documento de último ato, despedida artística. Obrigado aos envolvidos.
Catarina gosta de contar recortes artísticos da vida de seus personagens. Primeiro conheci o bonequeiro de Alumbrado e agora Lydia Brasileira e sua Desiré. Atriz e personagem maravilhosas! Belo filme, boas intenções políticas e ainda uma performance adaptada de A Prosa Impúrpura do Caicó. Sucesso Catarina, já aguardo seu próximo trabalho!!
Texto poderoso de Henriette Effenberger, grande atuação de Flavia Thaina e direção certeira de Julia Zulian. A narrativa traz à tona feridas profundas e incuráveis da humanidade, uma pancada seca. Monólogo muito forte, necessário!
Céu, que falta seres humanos como você fazem ao mundo, que dor um homem desgraçado ter cruzado seu caminho. Dilacerante! O mínimo que Céu merece, um filme bonito e dolorido que transmita um pouco do que ela foi e representou. Pancada!
Terceiro filme da quadrilogia das estações, da Surto Filmes. Vi no Festival Cine Verão, ambiente bem propício para tal. Esse eu acho que é até mais contemplativo que os outros dois, queria rever num ambiente controlado pois o festival é a céu aberto e o dia lá estava bastante movimentado, mas é legal a proposta. Agora é realmente só aguardar o filme do Inverno.
Bonito e forte. Difícil acreditar que é trabalho de uma diretora estreante. Gabriela Monteiro, maravilhosa, muito sucesso e filmes pra você e pra gente!! Claramente também estava muito bem acompanhada, vi alguns nomes bacanas nos créditos. A dupla de protagonistas é maravilhosa também, com destaque pra sempre magnética Cíntia Lima. Ainda tem uma pontinha de Haroldo de Deus. Texto forte, importante, com momentos legais e divertidos também, envolventes. Vejam!
Gostei da ideia, da estética, mas acredito que precise rever pra refletir melhor e tentar entender a mensagem e discussão. Maeve Jinkings sempre maravilhosa!
Deveria se chamar Cachoeiro em três tons de Sampaio. A metragem do filme é quase que perfeitamente distribuída entre os três personagens. O primeiro, Raul Gonçalves Sampaio, maestro e compositor. Depois, seu sobrinho e homônimo, Raul Sampaio Cocco, grande compositor e músico, gravado por Roberto Carlos, Vinicius de Morais, entre outros e, por fim, nosso preferido e amado, o maldito Sérgio Sampaio, filho de Raul Gonçalves. Bem interessante e didático, está disponível no YouTube. Tem uma participação bacana de Grande Otelo, falando sobre Raul Cocco, com quem construiu amizade durante a vida. Viva Cachoeiro do Itapemirim, viva a família Sampaio!!
Uma obra pandêmica que consiste numa performance de dança. Gostei do filme desde o começo ao apresentar os créditos como QR Codes que depois se transformam nas imagens do curta, brincando com o lance da automatização das coisas. Bailarina maravilhosa e trabalho bem bonito.
"Eu senti, ora como catártico, uma raiva e um medo pelo o que a pandemia nos faz ver: a finitude e a morte. Mas, é paradoxal, porque também é um momento de reconhecermos outros caminhos, outras luzes. A pandemia desmascara paradoxos e sensações arcaicas. Nada racional, mas próximo do inconsciente."
Uma ideia muito curiosa antecipando o morticínio generalizado que viveríamos alguns anos depois. O locutor incomodado grava sem que ouçamos, a moça, também perturbada, empacota alguns itens e bebe uma dose de conhaque enquanto o rapaz, igualmente desnorteado, faz uma espécie de ritual com um par de sapatinhos de bebê. Depois a tensa explicação do mistério nos é apresentada. A FMU sempre presente!
"Vende-se sapatos de bebê nunca usados."
Faz muito sentido que seja este o mini-conto no qual o curta é baseado, vou tentar confirmar com Fiuza. Muito interessante!
Basicamente um clipe reverso, bem singelo, memorialista. A trilha sonora é Living in the Moment de Mason Jennings que também tem tudo a ver com a narrativa. Me toca em um certo lugar pois faço boa parte deste trajeto todos os dias, ouvindo uma boa música. Gostei demais, produto experimental universitário do querido Pedro Fiuza. Muito agradável!
Um operário do cinema recebe um pequeno edital e resolve presentear o mundo com um belo filme sobre duas figuras indispensáveis. É uma coisa linda, só gratidão à Zeca por esta história.
A Arte de Andar Pelas Ruas de Brasília
3.2 14Simples, bonitinho. Uma boa dupla de protagonistas. Brasília como um personagem. Primeiros passos de Rafaela Camelo.
Véi
3.0 1É bem o que diz a sinopse, um trio de vagabundos fumando maconha, fazendo e falando merda pelas ruas de Brasília. Tem alguns momentos bem divertidos, uns textos interessantes e uma reviravolta meio doida. O trabalho dos caras é bacana, curioso.
Macacos Me Mordam
4.5 1Bom demais isso daqui kk!! O diretor Érico Cazarré segue a linha de seu provável filme anterior, Maria Morango. Tipo de humor muito próprio e divertido, brincadeiras com o cinema, referências. Aqui estamos nos bastidores de um filme, e é cheio de piadas sobre isso. De repente tem algo de documental, mocumentário, animação. Uma miscelânea bem interessante e divertida. Elenco recheado, boa produção. Uma pérola. Vejam! Está disponível no YouTube.
Maria Morango
2.9 1Começa engraçado, divertido. Depois, acho que o desenvolvimento da brincadeira fica um pouco atropelado, mas uma boa é curiosa produção. Aparentemente é a primeira e uma das poucas direções de Érico Cazarré e, tem a maravilhosa Rosanna Viegas no elenco, que presente! Obrigada a Claro TV por hospedar esta obra.
Dia dos Pais
3.5 2Ficção científica manauara tendo como tema dramas paternais. O filho despreza o pai enquanto este deseja forçosamente ser amado. A realidade existente está entre um pouco de cada uma das duas coisas. O exercício do elemento científico é bem interessante, assim como o elenco e cenografia do curta. Curti pra caramba. Curioso em explorar mais o diretor e os atores. Grato pela experiência!
Os Monstros
3.5 1Não entendi bem o título do filme, o único monstro que vi é esse desgraçado desse cara. Extremamente desconfortável assistir a algo dessa ordem. Forte e bem feito. Esse cara não merecia relacionado a ele referências tão maravilhosas quanto os Beatles e Hilda Hilst. Bom filme, pesado!
Fé em Disputa
3.0 1É um filme interessante em mostrar a parte progressista dos que professam a fé Cristã, são de suma importância,mas em alguma medida seu título traz uma enganação, um engodo. Não existe disputa nesse campo, a parte progressista perde de lavada e os extremistas são dominantes, tristemente. Boa produção mas deixo esta observação.
Vidas Entregues
4.2 2Se o trampo nos aplicativos já é precarizado, aplicativo de bicicleta é a precarização da precarização, extremamente degradante. Dói ver isso daqui.
Escola de Carteiros
4.0 11Filme de estreia do maravilhoso Tati e seu clássico carteiro, uma premonição mais nervosa do senhor Hulot. Maravilha do cinema.
O Pátio
3.1 30Filme experimental de estreia da dupla Glauber Rocha e Helena Ignez, curioso e com boas referências, mas pouco significativo no fim das contas. Vale pela curiosidade.
Mundo 1
4.0 1 Assista AgoraRoteiro fruto de um laboratório com vários alunos, orientados por uma equipe excelente. A direção ficou sob a batuta de Rudá Almeida e Pedro Fiuza. Achei bem bacana, com uma excelente seleção de personagens. É rápido, inteligente e importante. Muito triste a perda do querido Romildo, mas ficou um documento de último ato, despedida artística. Obrigado aos envolvidos.
Legítima Defesa
3.0 1Preciso urgentemente do meu ódio!
Desiré
4.5 1Catarina gosta de contar recortes artísticos da vida de seus personagens. Primeiro conheci o bonequeiro de Alumbrado e agora Lydia Brasileira e sua Desiré. Atriz e personagem maravilhosas! Belo filme, boas intenções políticas e ainda uma performance adaptada de A Prosa Impúrpura do Caicó. Sucesso Catarina, já aguardo seu próximo trabalho!!
Alumbrado
4.0 1Filme bonito, sensível e atento sobre um mamulengueiro e sua arte. Uma beleza!
O demônio quando quer fica bonito
4.5 1Texto poderoso de Henriette Effenberger, grande atuação de Flavia Thaina e direção certeira de Julia Zulian. A narrativa traz à tona feridas profundas e incuráveis da humanidade, uma pancada seca. Monólogo muito forte, necessário!
Céu
3.2 1Céu, que falta seres humanos como você fazem ao mundo, que dor um homem desgraçado ter cruzado seu caminho. Dilacerante! O mínimo que Céu merece, um filme bonito e dolorido que transmita um pouco do que ela foi e representou. Pancada!
Verão sem fim
3.5 1Terceiro filme da quadrilogia das estações, da Surto Filmes. Vi no Festival Cine Verão, ambiente bem propício para tal. Esse eu acho que é até mais contemplativo que os outros dois, queria rever num ambiente controlado pois o festival é a céu aberto e o dia lá estava bastante movimentado, mas é legal a proposta. Agora é realmente só aguardar o filme do Inverno.
A Faísca
4.5 1Bonito e forte. Difícil acreditar que é trabalho de uma diretora estreante. Gabriela Monteiro, maravilhosa, muito sucesso e filmes pra você e pra gente!! Claramente também estava muito bem acompanhada, vi alguns nomes bacanas nos créditos. A dupla de protagonistas é maravilhosa também, com destaque pra sempre magnética Cíntia Lima. Ainda tem uma pontinha de Haroldo de Deus. Texto forte, importante, com momentos legais e divertidos também, envolventes. Vejam!
Loja de Répteis
3.3 3Gostei da ideia, da estética, mas acredito que precise rever pra refletir melhor e tentar entender a mensagem e discussão. Maeve Jinkings sempre maravilhosa!
Cachoeiro em Três Tons
4.5 6Deveria se chamar Cachoeiro em três tons de Sampaio. A metragem do filme é quase que perfeitamente distribuída entre os três personagens. O primeiro, Raul Gonçalves Sampaio, maestro e compositor. Depois, seu sobrinho e homônimo, Raul Sampaio Cocco, grande compositor e músico, gravado por Roberto Carlos, Vinicius de Morais, entre outros e, por fim, nosso preferido e amado, o maldito Sérgio Sampaio, filho de Raul Gonçalves. Bem interessante e didático, está disponível no YouTube. Tem uma participação bacana de Grande Otelo, falando sobre Raul Cocco, com quem construiu amizade durante a vida. Viva Cachoeiro do Itapemirim, viva a família Sampaio!!
Autômata
3.5 1Uma obra pandêmica que consiste numa performance de dança. Gostei do filme desde o começo ao apresentar os créditos como QR Codes que depois se transformam nas imagens do curta, brincando com o lance da automatização das coisas. Bailarina maravilhosa e trabalho bem bonito.
"Eu senti, ora como catártico, uma raiva e um medo pelo o que a pandemia nos faz ver: a finitude e a morte. Mas, é paradoxal, porque também é um momento de reconhecermos outros caminhos, outras luzes. A pandemia desmascara paradoxos e sensações arcaicas. Nada racional, mas próximo do inconsciente."
Brigado Pedro, brigado Ana Cláudia!
Ausência
3.5 1Uma ideia muito curiosa antecipando o morticínio generalizado que viveríamos alguns anos depois. O locutor incomodado grava sem que ouçamos, a moça, também perturbada, empacota alguns itens e bebe uma dose de conhaque enquanto o rapaz, igualmente desnorteado, faz uma espécie de ritual com um par de sapatinhos de bebê. Depois a tensa explicação do mistério nos é apresentada. A FMU sempre presente!
"Vende-se sapatos de bebê nunca usados."
Faz muito sentido que seja este o mini-conto no qual o curta é baseado, vou tentar confirmar com Fiuza. Muito interessante!
Filme 0 da Casa da Praia Filmes.
3, 2, 1
4.0 1Basicamente um clipe reverso, bem singelo, memorialista. A trilha sonora é Living in the Moment de Mason Jennings que também tem tudo a ver com a narrativa. Me toca em um certo lugar pois faço boa parte deste trajeto todos os dias, ouvindo uma boa música. Gostei demais, produto experimental universitário do querido Pedro Fiuza. Muito agradável!
Antonio e Manoel
4.5 1Um operário do cinema recebe um pequeno edital e resolve presentear o mundo com um belo filme sobre duas figuras indispensáveis. É uma coisa linda, só gratidão à Zeca por esta história.