Durante todas as temporadas, foi possível observar o amadurecimento das personagens, inclusive daquelas que eram mais cômicas e pareciam ter histórias mais superficiais, como Kelli.
A cultura e representatividade negra são destacadas em toda a série, através da trilha sonora, roupas e penteados, o que me fez ficar imersa naquele universo fictício como se ele realmente fosse real.
As incertezas, medos e o desconhecimento da própria força interior foram se desconstruindo ao longo dos episódios, seja através da terapia, no caso de Molly, ou pela força da amizade do quarteto. Embora muitas vezes rir das situações retratadas na série fosse primordial, essas mesmas situações também me fizeram refletir sobre os dilemas que enfrento como mulher preta.
Amadurecer é um processo doloroso que poucos querem enfrentar, pois é mais fácil se acomodar, culpar os outros pelos nossos erros e exigir da vida ou das pessoas mais do que podemos oferecer. Issa começou uma jornada de autoconhecimento, de perdas e ganhos, semelhante ao que acontece fora das telas.
Foram necessárias muitas reviravoltas para que Issa e Lawrence ficassem juntos. Já nem era necessário, pois ambos se desenvolveram tanto que não precisavam um do outro para serem felizes. A relação entre eles passou a ser um complemento à felicidade, não a única coisa que tinham.
Seria até mais realista se não ficassem juntos, pois a vida não é baseada apenas em relações românticas. A série inteira fala sobre o amor nas relações e a necessidade de investir nelas para que continuem existindo, inclusive na maneira como as personagens tratam a si mesmas. No entanto, foi um final bonito para eles.
A conversa no espelho entre as "Issas" não poderia faltar. Aliás, às vezes também me pego enfrentando o espelho em busca de motivação. Quem não?
Insecure (5ª Temporada)
4.3 55Durante todas as temporadas, foi possível observar o amadurecimento das personagens, inclusive daquelas que eram mais cômicas e pareciam ter histórias mais superficiais, como Kelli.
A cultura e representatividade negra são destacadas em toda a série, através da trilha sonora, roupas e penteados, o que me fez ficar imersa naquele universo fictício como se ele realmente fosse real.
As incertezas, medos e o desconhecimento da própria força interior foram se desconstruindo ao longo dos episódios, seja através da terapia, no caso de Molly, ou pela força da amizade do quarteto. Embora muitas vezes rir das situações retratadas na série fosse primordial, essas mesmas situações também me fizeram refletir sobre os dilemas que enfrento como mulher preta.
Amadurecer é um processo doloroso que poucos querem enfrentar, pois é mais fácil se acomodar, culpar os outros pelos nossos erros e exigir da vida ou das pessoas mais do que podemos oferecer. Issa começou uma jornada de autoconhecimento, de perdas e ganhos, semelhante ao que acontece fora das telas.
Foram necessárias muitas reviravoltas para que Issa e Lawrence ficassem juntos. Já nem era necessário, pois ambos se desenvolveram tanto que não precisavam um do outro para serem felizes. A relação entre eles passou a ser um complemento à felicidade, não a única coisa que tinham.
Seria até mais realista se não ficassem juntos, pois a vida não é baseada apenas em relações românticas. A série inteira fala sobre o amor nas relações e a necessidade de investir nelas para que continuem existindo, inclusive na maneira como as personagens tratam a si mesmas. No entanto, foi um final bonito para eles.
A conversa no espelho entre as "Issas" não poderia faltar. Aliás, às vezes também me pego enfrentando o espelho em busca de motivação. Quem não?
Great Pretender (2ª Temporada)
4.0 10 Assista AgoraEu amo tudo nesse anime. É o melhor que a Netflix produziu e digo maaaaaaaaais!!!!!!!!
Aguardando a terceira temporada :'(