Bruna
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  • Bruna
    1 ano atrás

    Comentário contando partes do filme. Mostrar.

    Um dos filmes mais lindos que assisti recentemente. A reconstrução da relação entre neto e avó é comovente, e mesmo com um ritmo mais lento, cada momento é absorvido com profundidade. É doloroso perceber como a velhice muitas vezes chega acompanhada de solidão e do desprezo de quem enxerga os idosos apenas como detentores de bens (algo que alguns só aguardam herdar). A exploração de pessoas idosas é de partir o coração, como se fossem apenas corpos à espera do fim, ignorando que sentem tristeza, dores e ainda necessitam de carinho, respeito e atenção. No fim, não levamos nada conosco, e nenhuma disputa material pode superar o valor das memórias construídas ao longo da vida. M. aprendeu uma lição preciosa com sua avó, redescobrindo não apenas o vínculo entre eles, mas também a própria identidade, através do diálogo, da cultura e de hábitos que havia deixado para trás. Conectar-se genuinamente com as pessoas é um lembrete essencial da nossa humanidade.
    Brilhante filme tailandês. Chorei horrores e sei que essa história vai ecoar em mim por dias.

  • Acompanhante Perfeita (Companion) 563

    Acompanhante Perfeita

  • Bruna
    1 ano atrás

    Comentário contando partes do filme. Mostrar.

    O filme é divertido, seria um episódio perfeito de Black Mirror, mas não consegui parar de pensar em como o cinema tem tentado humanizar os robôs. Obras como O Homem Bicentenário, Eu, Robô e A.I. – Inteligência Artificial já exploraram essa narrativa, mas sempre me surpreende como essa ideia continua evoluindo.
    É curioso porque, dias atrás, conversei com a Gemini, e ela não respondeu mecanicamente, mas tentou desenrolar o assunto para me conhecer melhor e personalizar a experiência. Desliguei a "chamada" meio atordoada. Estamos nos aproximando cada vez mais das máquinas, e elas estão mais próximas da nossa realidade do que imaginamos. O filme me lembrou uma versão materializada de HER. Tenho certeza de que Theodore (Joaquin Phoenix) teria tratado Iris muito melhor do que Josh. No fim das contas, por mais que inteligências artificiais possam simular sentimentos e emoções, quem decide como usá-las, para o bem ou para o mal, somos nós, humanos. Amei que Iris compreendeu quem era e tomou as rédeas da própria vida, abraçando sua identidade. E, claro, eliminar um incel misógino e criminoso foi um toque brilhante! Durante todo o filme, Josh não demonstrou nenhuma emoção por ela ou por qualquer outra pessoa. No fim, enquanto ele permanecia apático, ela finalmente experimentava o que significava sentir.
    Finalizar o filme com Emotion, de Samantha Sang, com participação dos Bee Gees, foi emblemático. Iris estava sendo tomada por emoções e talvez a última que tenha sentido tenha sido a felicidade de estar livre.
    Saí do cinema cantando. Quem amou?!

  • Paris, Texas (Paris, Texas) 757

    Paris, Texas

  • Bruna
    1 ano atrás

    Quero expressar todo o meu amor por esse filme. Já perdi a conta de quantas vezes o assisti, e me peguei pensando muito nele e em como ajo em algumas situações. Talvez por isso me identifique com o Travis em alguns momentos.
    Na infância, meus pais me apelidaram de Forrest Gump, e talvez nem saibam o peso que isso teve sobre mim. Forrest corria para longe, enquanto Travis caminhava. Não sei bem por que fiz esse paralelo, mas aqui estou, divagando. Ambos fugiam de seus problemas, como tantas vezes eu já fiz.
    Esse filme é lindo, não só pela estética, mas pela forma como retrata a vulnerabilidade de alguém que, atormentado por seus próprios fantasmas, decide abandonar tudo sem olhar para trás. Ele abre mão da família, dos confortos e até mesmo da própria identidade, como se precisasse se dissociar de quem foi um dia. Vagando sem rumo, Travis passa anos sem deixar rastros, até que a vida o coloca novamente diante das pessoas que ele deixou para trás. É sua chance de recomeçar, de tentar fazer as coisas certas. Ele percebe que, para seguir em frente, precisa encarar seus traumas e, aos poucos, tenta reconstruir o vínculo com seu filho, Hunter, que agora é criado por seu tio e sua tia. Para a criança, seus tios são seus pais, e no início há uma resistência natural à reaproximação. Mas, movido pela curiosidade e por sua personalidade carismática, Hunter acaba se reconectando ao pai.
    Após o sumiço de Travis, Jane, mãe de Hunter, também desapareceu, deixando o filho sob os cuidados dos tios. Durante anos, enviava dinheiro para ele, mas sem contato direto. Travis então parte em uma busca incansável para encontrá-la e consertar os erros do passado. Junto de Hunter, embarca em uma verdadeira investigação digna de FBI. Até esse ponto, ninguém entende completamente por que tudo aconteceu: por que Travis passou anos vagando sem destino e por que Jane deixou o filho para trás. No reencontro, porém, a verdade vem à tona. O alcoolismo de Travis e a grande diferença de idade entre ele e Jane criaram um relacionamento tóxico e inseguro para ela. Travis se tornou um homem violento, e, quando finalmente percebeu o estrago que havia causado, não conseguiu lidar com isso. Sua única saída foi fugir, se afastar e silenciar. No fim, ele consegue reunir mãe e filho, mas o filme deixa o desfecho em aberto. Sempre me perguntei: Será que ele seguiu em frente depois disso? Voltou a vagar pelas ruas? Manteve contato com Hunter e Jane? São muitos questionamentos.

    O que mais me encanta é a forma como a história se desenrola. Apesar do ritmo lento, ela permite que a gente absorva cada detalhe, cada dor e cada reencontro. É um filme triste e lindo ao mesmo tempo. Acompanhar as relações sendo construídas, destruídas e depois reconstruídas me emociona profundamente.

    (O anúncio de Cowboy Carter Tour também me fez relembrar do meu filme preferido. Bey explorou a estética de Paris, Texas e eu espero que os visuais me tragam mais surpresas LoL)

  • L. Feb 10 anos atrás

    Hey Thx!

    Você pode gostar dessa lista da filmow: http://filmow.com/listas/rock-n-roll-oficial-da-7-arte-l63487/

    Tschüss!