Tem a cara da AÇÃO dos anos 90 usando um jeitinho mais compacto, mas que não perde a sua violência deixada de herança pelos anos 80, e sim, torna o gênero mais bem trabalhado. Tendo em base um dos temas preferidos dos diretores da ação noventista (o cara que acaba com toda uma mafia), unindo filmes como Desejo De Matar- Operação Crackdown, Fuga Mortal, Desejo De Matar- A Face Da Morte e Duro De Matar- A Vingança na mesma trilha temática. HITMAN- DISFARCE PERIGOSO é o filme mais elegante e estiloso do AARON NORRIS.
Tira cai na armadilha preparada pelo parceiro corrupto e pelos traficantes que o subornam. Ele escapa do atentado, mas é dado como morto. Assumindo uma nova identidade, infiltra-se na gangue com uma idéia fixa: vingar-se do traidor.
Mostra-se bem a sede de vingança do infiltrado na máfia, pois, repleta de cenas violentas, a construção não deixa de paltar a vida pessoal do personagen principal tendo o menino(vizinho do mesmo) como arco de sensibilidade, além de colocar cenas rápidas de reflexão não deixando o longa cair na insensatez. Com bons diálogos e frases de efeitos imponentes, a película é elevada à um horóscopo de falas de peso.
As cenas de tiros frequentes e abordadas de um jeito objetivo, levam à um final inusitado que suja de sangue até quem assiste a essa sensacional história de corrupção e vingança. O modo como as passagens são construidas de uma maneira que, a qualquer momento, pode estourar uma injeção de violência tem a boa trama de alianças e traições como um ótimo plano de intrigas.
KEN POGUE,ALBERTA WATSON, MARCEL SABOURIN e AL WAXMAN são alguns dos nomes que integram esse excelente elenco coadjuvante com ótimas atuações. A lenda canastrona CHUCK NORRIS tem uma representação mais recatada e elegante com um cabelinho de estudante que nele consegue ficar ameaçador. MICHAEL PARKS rouba as cenas em que aparece com um ótimo desempenho como um vilão frio e inescrupuloso em uma atuação irônica e com uma pegada "taxman" implacável.
A trilha sonora em estilo noirzinho de quinta cai muito bem ao clima "night fillings" da obra, contando com saxofones e cornetas na pegada mafia italiana para dar o toque standart da película, mas não deixando de lado o jeito POP de algumas músicas mais convidativas, dando o tom de AÇÃO e violência do longa.
São deixadas de lado as cenas de ação em câmera lenta pesadas que eram costume do AARON NORRIS oitentista para dar espaço a cenas de confrontos rápidas e mais enxutas (anos 90), dando uma visão mais realista das gangues, porém sem deixar de lado um slow motion para passagens de tiros e lutas perfeitamente executadas. Saem os ambientes de campos de guerra dos anos 80 e entra a fotografia escura e bastante climática para abordar a ambientação do submundo do crime de seatle. As cenas rodadas à noite e com focos de luz planejados são perfeitas para o estilo-máfia que o NORRIS deseja empregar.
O mestre da AÇÃO-CANASTRONA-VIOLENTA, AARON NORRIS, realiza, aqui, a sua obra mais estilosa e bem dirigida dando um show de personalidade. Usando da violência feita por meio de balas e socos, o diretor faz uma obra prima da AÇÃO que é considerada,por muitos,o seu melhor trabalho. As passagens de lutas e tiroteios violentos com uma coreografia impecável e ótimas frases de efeitos,tornam de HITMAN- DISFARCE PERIGOSO um daqueles filmes inesquecíveis.
Essa obra prima merece ser tratada como um dos grandes triunfos da AÇÃO dos anos 90. AARON NORRIS humilha com cenas alucinantes neste que é um dos melhores filmes da sua carreira.
Talvez, o filme mais caprichoso do AARON NORRIS que entra na década de 90 com o pé direito.
A continuação de um dos cults da AÇÃO ainda carrega traços dos anos 80 como cenas de tiroteios exageradas e uma contagem de corpos infinita, porém cria elementos típicos dos anos 90 ( como um herói que acaba com toda uma máfia e direção e roteiro mais bem trabalhados). E é esse jeitão "em cima do muro" violento e bem dirigido que faz de COMANDO DELTA - CONEXÃO COLÔMBIA um primor da ação norriana.
CHUCK NORRIS está em sua melhor forma nesta explosiva ação e aventura que traz de volta um de seus personagens mais marcantes, o Coronel Scott McCoy de Delta Force, agora envolvido na ousada missão de destruir um poderoso cartel de drogas sul-americano.
Quando o famoso chefão do tráfico de drogas Ramon Cota (BILLY DRAGO) captura uma equipe de agentes americanos do departamento de controle de narcóticos bem como um dos membros do Comando Delta de Scott McCoy e os aprisiona em seu esconderijo em San Juan, o Comando Delta entra em ação, iniciando uma guerra contra o poderoso império da cocaína.
Com a chegada dos anos 90, AARON NORRIS passa a se preocupar em amarrar as pontas dos roteiros de seus filmes. A trama bem divida tem a sua primeira metade com o foco nos jogos do tráfico e de corrupção, construindo, perfeitamente, o vilão da história, aumentando a repulsa do telespectador por seu personagem. A segunda metade foca toda a operação militar para invadir o cartel de drogas, entrando, também toda a AÇÃO VIOLENTA do filme com cenas repletas de tiros, lutas, facadas,explosões e situações-obstáculos bem elaboradas.
JOHN P. RYAN tem uma atuação bem bonachona como o comandante da operação, nos apresentando uma representação firme e simpática. O vilão BILLY DRAGO tem uma performace excelente, transmitindo em seus olhos, toda a crueldade e frieza de seu personagem repulsivo. O herói CHUCK NORRIS chega na voadora com a sua presença de cena sensacional, protagonizando ótimas passagens de AÇÃO como a indiscutível estrela do filme.
A trilha sonora que embala as passagens de ação impressiona pela sua partitura impecável, prestando homenagem aos temas de filmes de guerra dos anos 60, tornando as lutas e tiroteios do longa, um deleite de adrenalina.
A fotografia que tem como cenário as paisagens tropicais sul-americanas, utiliza da câmera lenta característica do diretor e do incrível show pirotécnico com explosões de encher os olhos para a produção de cenas de AÇÃO impecáveis.
É bala para todos os lados! O grande mestre do cinema brucutú, AARON NORRIS realiza um filme que impressiona pela sua crueldade e passagens de confrontos violentas. NORRIS, nos apresenta uma trama inteligente e repleta de lutas e tiroteios dirigidos com maestria. Contando com helicópteros que atiram para todos os lados, explosões deleitantes e muito sangue, são feitas passagens inesquecíveis como os pulos de para-quedas, os assassinatos de inocentes, a estilosa cena de treinamento policial e o grande final . Assim, o diretor nos conduz pelos obstáculos desta obra violenta e muito bem feita, dando um show de realização em torno dos pesados confrontos sanguinários da obra.
Ver o CHUCK NORRIS derrotando soldados com golpes super poderosos em um treinamento militar não tem preço.
COMANDO DELTA - CONEXÃO COLÔMBIA é uma obra marcante. Com uma ótima produção repleta de lutas e tiroteios muito bem feitos, AARON NORRIS promete te deixar alucinado com a adrenalina proposta pelas cenas impecáveis. A AÇÃO do primeiro momento dos anos 90 não podia ser melhor representada como foi por esse eletrizante presente violento preparado pelos irmãos NORRIS.
BRADDOCK - O RESGATE (AÇÃO) AARON NORRIS 1988 CRÍTICA 2
A primeira parceria entre CHUCK NORRIS e AARON NORRIS (o seu irmão mais novo) não poderia dar em outra. BRADDOCK - O RESGATE é o melhor filme da Trilogia Braddock, fechando-a com chave de ouro e tornando-a a maior trilogia da história do cinema de AÇÃO.
Saigon, 1975 - O Coronel James Braddock deixou para trás mais do que recordações: seu filho. E está vivo! Agora... 12 anos depois, não é só um soldado perseguindo o inimigo, é um pai procurado pelo filho. Até que descobre uma geração ignorada. Os orfãos de uma guerra esquecida. Agora Braddock está numa heróica missão de clemência. Está lutando por todo mundo que não pode revidar. E que niguém se ponha no seu caminho.
Nesse filme, é abordada uma causa mais humanitária (crianças presas no Vietnam), o que foi uma grande jogada do NORRIS para tornar a história mais pessoal, envolvendo a família de Braddock. Com isso, o público fica mais próximo da história, além de dar ao personagem principal um motivo para violência extrema e, ao mesmo tempo, o carísma de um pai de família que luta para salvar o seu filho.
AARON NORRIS investe em um roteiro que, começando com um flashback para que o público sinta o clima da guerra, vai até a sua metade repleto de cenas de lutas que vão sendo substituídas por tiroteios espetaculares, além de dar espaço para algumas passagens que denotam o núcleo familiar do herói. Assim, o diretor cria uma obra violenta e sanguinária com divertidos furos no roteiro e cenas absurdas que prometem deixar o público com adrenalina máxima nas veias.
O eterno herói canastrão, CHUCK NORRIS, se tornou uma lenda viva por encarnar o Coronel James Braddock, liquidando exércitos inteiros. Aqui, em algumas cenas, ele força a barra e até tenta se mostrar mais emotivo, mas o mito vivo é um autêntico matador símbolo do cinema de AÇÃO OITENTISTA.
A trilha sonora vai de músicas dos anos 60 à partituras instrumentais que são a cara dos anos 80. Porém o que impera é o barulho dos tiros e explosões das cenas de tiroteios que torna o filme um daqueles espetaculares ícones de AÇÃO barulhenta.
As cenas aéreas e abertas aproveitam as locações do Vietnam de maneira impecável, combinando com um verdadeiro show de pirotecnia e passagens de lutas e tiroteios violentos em câmera lenta coreografados de maneira perfeita com muitos tiros, explosões e efeitos especias de guerra incríveis.
AARON NORRIS faz de seu segundo filme, uma obra prima dos anos 80. Uma película suja e violenta que constrói uma boa crítica à guerra e à suas consequências. Com passagens pesadas e violentas dirigidas com maestria, O diretor realiza um dos filmes que marcaram a década e elevaram a carreira do CHUCK NORRIS como ícone do cinema brucutu.
Entre tiroteios e pancadarias, ARRON NORRIS viaja com passagens icônicas como CHUCK NORRIS atirando contra um soldado uma super bala-granada que explode dentro do corpo ou o herói aguentando choques elétricos e tortura psicológica para salvar seu filho. Com isso, o diretor cria uma cativante obra prima da era explosiva da AÇÃO-BANHO-DE-SANGUE-CANASTRONA.
BRADDOCK - O RESGATE encerra a trilogia de maneira única. A dupla ARRON E CHUCK NORRIS que, mais adiante iriam fazer grandes filmes, se mostra perfeita para quem gosta de muita paulada.
Tiros, lutas, armas que soltam mísseis, explosões e muita bala é a receita que tornou BRADDOCK - O RESGATE um triunfo do AARON NORRIS. Um dos melhores filmes de AÇÃO de todos os tempos.
O diretor dessa master peace, AARON NORRIS, juntamente com o seu irmão mais velho Wieland se alistou no Exército dos Estados Unidos. Wieland foi morto em batalha no Vietnã em 1970. O único filme do realizador sem o seu irmão Chuck Norris, é uma película de AÇÃO louvável pela sua acidez e cenas espetaculares.
Em PLATOON LEADER (filme de estréia do AARON), o diretor nos apresenta todas as suas experiências de guerra, realizando, ironicamente, o seu filme mais puxado para o lado psicológico/emocional (talvez por conta de seus traumas no Vietnã). Com isso, as cenas pesadas e violentas do longa, são de uma criticidade incrível.
Jovem tenente recém-formado é enviado para o Vietnã. Ele percebe que os conhecimentos aprendidos na academia militar não vão ajudá-lo a escapar com vida dos horrores da guerra que passa ao lado de seu pelotão. Mais do que militares, eles precisam agora ser guerreiros.
Com passagens de AÇÃO fantásticas e cenas críticas sobre a guerra, a película é mergulhada em um mar de sangue e violência como um verdadeiro filme do AARON NORRIS deve ser. O elemento de roteiro mais criticado do diretor, os diálogos (que os críticos insistiam em dizer que eram sofríveis), funcionam bem nessa sua primeira obra, pois, com falas críticas, boas frases de efeitos e diálogos despretensiosos, a grade de script se mostra bem desenvolvida em relação aos outros roteiros de sua carreira.
A construção de personagens é muito boa, mostrando que cada um dos combatentes sente na pele os horrores de guerra, tendo o personagem principal como um arco do roteiro para mostrar como é um leigo na guerra (público) em meio aos já afetados por todo o inferno das batalhas.
Todas as atuações foram boas ( o que surpreende em um filme de AÇÃO dos anos 80), mas os destaques são RICK FITTS como um soldado que sofre por ainda ter sentimentos, nos mostrando uma atuação forte e sentimental que nos faz sentir a guerra na pele e MICHAEL DUDIKOFF (o principal). Se repararmos o seu personagem é dividido em duas partes (antes e depois de ser ferido), tendo o antes como um inexperiente combatente com uma representação pacata e ingênua e sua segunda metade como um verdadeiro afetado pela guerra, encarnando,com maestria, o psicológico desesperado de um comandante no inferno.
As locações perfeitas do Vietnam (as mesmas usadas na trilogia Braddock) tornam o longa muito bem arquitetado, combinando com tiros e explosões (ainda amadoras) para formar uma ótima estética de guerra. AARON NORRIS pega pesado na câmera lenta, tornando as cenas mais marcantes, nos passando todo o ar carregado das batalhas.
A trilha sonora foi moldada por Deus, pois,com partituras que fazem parecer que você está marchando e uma orquestração oitentista que atribui todo o peso ao filme, as passagens da obra tornam-se o cúmulo da neurose de guerra.
AARON NORRIS estréia com uma verdadeira obra prima. As suas cenas de ação se mostram fortes e impactantes, combinando com diálogos e visual espetaculares. O irônico é que os críticos da revista Variety da época elegeram PLATOON LEADER como melhor filme de AÇÃO de 1987, porém, a obra foi esquecida no universo VHS, tornando-se quase impossível de se achar e Blade Runner - Caçador De Andróides (odiado pelo mesmo grupo), você encontra mesmo sem querer, nos mostrando o quanto é estranho a visão da crítica com o passar do tempo.
O diretor faz um trabalho impecável, pois, com cenas ideológicamente exageradas como tiros em um cadáver, morte de inocentes e bebês no meio do campo, NORRIS constrói um filme de guerra monstruoso que tonoa bem os seus futuros trabalhos de AÇÃO , contando com passagens hostís e uma violência pesada.
Aqui está uma visão realista da guerra. PLATOON LEADER tem o seu charme por ser uma película estarrecedora perdida no mundo das extintas fitas cassetes. Um trabalho ideal para quem curte bons filmes de AÇÃO dos anos 80. A obra "Guilty" do AARON NORRIS é um rajada de balas e explosões que culmina em um final impactante que faz de PLATOON LEADER um verdadeiro deleite sobre a crueldade.
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Disfarce Perigoso
3.1 25HITMAN - DISFARCE PERIGOSO (AÇÃO)
AARON NORRIS
1991
CRÍTICA 4
SENSACIONAL !
Tem a cara da AÇÃO dos anos 90 usando um jeitinho mais compacto, mas que não perde a sua violência deixada de herança pelos anos 80, e sim, torna o gênero mais bem trabalhado. Tendo em base um dos temas preferidos dos diretores da ação noventista (o cara que acaba com toda uma mafia), unindo filmes como Desejo De Matar- Operação Crackdown, Fuga Mortal, Desejo De Matar- A Face Da Morte e Duro De Matar- A Vingança na mesma trilha temática. HITMAN- DISFARCE PERIGOSO é o filme mais elegante e estiloso do AARON NORRIS.
Tira cai na armadilha preparada pelo parceiro corrupto e pelos traficantes que o subornam. Ele escapa do atentado, mas é dado como morto. Assumindo uma nova identidade, infiltra-se na gangue com uma idéia fixa: vingar-se do traidor.
Mostra-se bem a sede de vingança do infiltrado na máfia, pois, repleta de cenas violentas, a construção não deixa de paltar a vida pessoal do personagen principal tendo o menino(vizinho do mesmo) como arco de sensibilidade, além de colocar cenas rápidas de reflexão não deixando o longa cair na insensatez. Com bons diálogos e frases de efeitos imponentes, a película é elevada à um horóscopo de falas de peso.
As cenas de tiros frequentes e abordadas de um jeito objetivo, levam à um final inusitado que suja de sangue até quem assiste a essa sensacional história de corrupção e vingança. O modo como as passagens são construidas de uma maneira que, a qualquer momento, pode estourar uma injeção de violência tem a boa trama de alianças e traições como um ótimo plano de intrigas.
KEN POGUE,ALBERTA WATSON, MARCEL SABOURIN e AL WAXMAN são alguns dos nomes que integram esse excelente elenco coadjuvante com ótimas atuações. A lenda canastrona CHUCK NORRIS tem uma representação mais recatada e elegante com um cabelinho de estudante que nele consegue ficar ameaçador. MICHAEL PARKS rouba as cenas em que aparece com um ótimo desempenho como um vilão frio e inescrupuloso em uma atuação irônica e com uma pegada "taxman" implacável.
A trilha sonora em estilo noirzinho de quinta cai muito bem ao clima "night fillings" da obra, contando com saxofones e cornetas na pegada mafia italiana para dar o toque standart da película, mas não deixando de lado o jeito POP de algumas músicas mais convidativas, dando o tom de AÇÃO e violência do longa.
São deixadas de lado as cenas de ação em câmera lenta pesadas que eram costume do AARON NORRIS oitentista para dar espaço a cenas de confrontos rápidas e mais enxutas (anos 90), dando uma visão mais realista das gangues, porém sem deixar de lado um slow motion para passagens de tiros e lutas perfeitamente executadas. Saem os ambientes de campos de guerra dos anos 80 e entra a fotografia escura e bastante climática para abordar a ambientação do submundo do crime de seatle. As cenas rodadas à noite e com focos de luz planejados são perfeitas para o estilo-máfia que o NORRIS deseja empregar.
O mestre da AÇÃO-CANASTRONA-VIOLENTA, AARON NORRIS, realiza, aqui, a sua obra mais estilosa e bem dirigida dando um show de personalidade. Usando da violência feita por meio de balas e socos, o diretor faz uma obra prima da AÇÃO que é considerada,por muitos,o seu melhor trabalho. As passagens de lutas e tiroteios violentos com uma coreografia impecável e ótimas frases de efeitos,tornam de HITMAN- DISFARCE PERIGOSO um daqueles filmes inesquecíveis.
Essa obra prima merece ser tratada como um dos grandes triunfos da AÇÃO dos anos 90. AARON NORRIS humilha com cenas alucinantes neste que é um dos melhores filmes da sua carreira.
Comando Delta 2: Conexão Colômbia
2.9 53 Assista AgoraCOMANDO DELTA - CONEXÃO COLÔMBIA (AÇÃO)
AARON NORRIS
1990
CRÍTICA 3
Talvez, o filme mais caprichoso do AARON NORRIS que entra na década de 90 com o pé direito.
A continuação de um dos cults da AÇÃO ainda carrega traços dos anos 80 como cenas de tiroteios exageradas e uma contagem de corpos infinita, porém cria elementos típicos dos anos 90 ( como um herói que acaba com toda uma máfia e direção e roteiro mais bem trabalhados). E é esse jeitão "em cima do muro" violento e bem dirigido que faz de COMANDO DELTA - CONEXÃO COLÔMBIA um primor da ação norriana.
CHUCK NORRIS está em sua melhor forma nesta explosiva ação e aventura que traz de volta um de seus personagens mais marcantes, o Coronel Scott McCoy de Delta Force, agora envolvido na ousada missão de destruir um poderoso cartel de drogas sul-americano.
Quando o famoso chefão do tráfico de drogas Ramon Cota (BILLY DRAGO) captura uma equipe de agentes americanos do departamento de controle de narcóticos bem como um dos membros do Comando Delta de Scott McCoy e os aprisiona em seu esconderijo em San Juan, o Comando Delta entra em ação, iniciando uma guerra contra o poderoso império da cocaína.
Com a chegada dos anos 90, AARON NORRIS passa a se preocupar em amarrar as pontas dos roteiros de seus filmes. A trama bem divida tem a sua primeira metade com o foco nos jogos do tráfico e de corrupção, construindo, perfeitamente, o vilão da história, aumentando a repulsa do telespectador por seu personagem. A segunda metade foca toda a operação militar para invadir o cartel de drogas, entrando, também toda a AÇÃO VIOLENTA do filme com cenas repletas de tiros, lutas, facadas,explosões e situações-obstáculos bem elaboradas.
JOHN P. RYAN tem uma atuação bem bonachona como o comandante da operação, nos apresentando uma representação firme e simpática. O vilão BILLY DRAGO tem uma performace excelente, transmitindo em seus olhos, toda a crueldade e frieza de seu personagem repulsivo. O herói CHUCK NORRIS chega na voadora com a sua presença de cena sensacional, protagonizando ótimas passagens de AÇÃO como a indiscutível estrela do filme.
A trilha sonora que embala as passagens de ação impressiona pela sua partitura impecável, prestando homenagem aos temas de filmes de guerra dos anos 60, tornando as lutas e tiroteios do longa, um deleite de adrenalina.
A fotografia que tem como cenário as paisagens tropicais sul-americanas, utiliza da câmera lenta característica do diretor e do incrível show pirotécnico com explosões de encher os olhos para a produção de cenas de AÇÃO impecáveis.
É bala para todos os lados! O grande mestre do cinema brucutú, AARON NORRIS realiza um filme que impressiona pela sua crueldade e passagens de confrontos violentas. NORRIS, nos apresenta uma trama inteligente e repleta de lutas e tiroteios dirigidos com maestria. Contando com helicópteros que atiram para todos os lados, explosões deleitantes e muito sangue, são feitas passagens inesquecíveis como os pulos de para-quedas, os assassinatos de inocentes, a estilosa cena de treinamento policial e o grande final . Assim, o diretor nos conduz pelos obstáculos desta obra violenta e muito bem feita, dando um show de realização em torno dos pesados confrontos sanguinários da obra.
Ver o CHUCK NORRIS derrotando soldados com golpes super poderosos em um treinamento militar não tem preço.
COMANDO DELTA - CONEXÃO COLÔMBIA é uma obra marcante. Com uma ótima produção repleta de lutas e tiroteios muito bem feitos, AARON NORRIS promete te deixar alucinado com a adrenalina proposta pelas cenas impecáveis. A AÇÃO do primeiro momento dos anos 90 não podia ser melhor representada como foi por esse eletrizante presente violento preparado pelos irmãos NORRIS.
Braddock 3: O Resgate
3.0 97 Assista grátisBRADDOCK - O RESGATE (AÇÃO)
AARON NORRIS
1988
CRÍTICA 2
A primeira parceria entre CHUCK NORRIS e AARON NORRIS (o seu irmão mais novo) não poderia dar em outra. BRADDOCK - O RESGATE é o melhor filme da Trilogia Braddock, fechando-a com chave de ouro e tornando-a a maior trilogia da história do cinema de AÇÃO.
Saigon, 1975 - O Coronel James Braddock deixou para trás mais do que recordações: seu filho. E está vivo! Agora... 12 anos depois, não é só um soldado perseguindo o inimigo, é um pai procurado pelo filho. Até que descobre uma geração ignorada.
Os orfãos de uma guerra esquecida. Agora Braddock está numa heróica missão de clemência. Está lutando por todo mundo que não pode revidar. E que niguém se ponha no seu caminho.
Nesse filme, é abordada uma causa mais humanitária (crianças presas no Vietnam), o que foi uma grande jogada do NORRIS para tornar a história mais pessoal, envolvendo a família de Braddock. Com isso, o público fica mais próximo da história, além de dar ao personagem principal um motivo para violência extrema e, ao mesmo tempo, o carísma de um pai de família que luta para salvar o seu filho.
AARON NORRIS investe em um roteiro que, começando com um flashback para que o público sinta o clima da guerra, vai até a sua metade repleto de cenas de lutas que vão sendo substituídas por tiroteios espetaculares, além de dar espaço para algumas passagens que denotam o núcleo familiar do herói. Assim, o diretor cria uma obra violenta e sanguinária com divertidos furos no roteiro e cenas absurdas que prometem deixar o público com adrenalina máxima nas veias.
O eterno herói canastrão, CHUCK NORRIS, se tornou uma lenda viva por encarnar o Coronel James Braddock, liquidando exércitos inteiros. Aqui, em algumas cenas, ele força a barra e até tenta se mostrar mais emotivo, mas o mito vivo é um autêntico matador símbolo do cinema de AÇÃO OITENTISTA.
A trilha sonora vai de músicas dos anos 60 à partituras instrumentais que são a cara dos anos 80. Porém o que impera é o barulho dos tiros e explosões das cenas de tiroteios que torna o filme um daqueles espetaculares ícones de AÇÃO barulhenta.
As cenas aéreas e abertas aproveitam as locações do Vietnam de maneira impecável, combinando com um verdadeiro show de pirotecnia e passagens de lutas e tiroteios violentos em câmera lenta coreografados de maneira perfeita com muitos tiros, explosões e efeitos especias de guerra incríveis.
AARON NORRIS faz de seu segundo filme, uma obra prima dos anos 80. Uma película suja e violenta que constrói uma boa crítica à guerra e à suas consequências. Com passagens pesadas e violentas dirigidas com maestria, O diretor realiza um dos filmes que marcaram a década e elevaram a carreira do CHUCK NORRIS como ícone do cinema brucutu.
Entre tiroteios e pancadarias, ARRON NORRIS viaja com passagens icônicas como CHUCK NORRIS atirando contra um soldado uma super bala-granada que explode dentro do corpo ou o herói aguentando choques elétricos e tortura psicológica para salvar seu filho. Com isso, o diretor cria uma cativante obra prima da era explosiva da AÇÃO-BANHO-DE-SANGUE-CANASTRONA.
BRADDOCK - O RESGATE encerra a trilogia de maneira única. A dupla ARRON E CHUCK NORRIS que, mais adiante iriam fazer grandes filmes, se mostra perfeita para quem gosta de muita paulada.
Tiros, lutas, armas que soltam mísseis, explosões e muita bala é a receita que tornou BRADDOCK - O RESGATE um triunfo do AARON NORRIS. Um dos melhores filmes de AÇÃO de todos os tempos.
A Guerra Cruel
2.7 11 Assista AgoraPLATOON LEADER (AÇÃO)
AARON NORRIS
1987
CRÍTICA 1
O diretor dessa master peace, AARON NORRIS, juntamente com o seu irmão mais velho Wieland se alistou no Exército dos Estados Unidos. Wieland foi morto em batalha no Vietnã em 1970. O único filme do realizador sem o seu irmão Chuck Norris, é uma película de AÇÃO louvável pela sua acidez e cenas espetaculares.
Em PLATOON LEADER (filme de estréia do AARON), o diretor nos apresenta todas as suas experiências de guerra, realizando, ironicamente, o seu filme mais puxado para o lado psicológico/emocional (talvez por conta de seus traumas no Vietnã). Com isso, as cenas pesadas e violentas do longa, são de uma criticidade incrível.
Jovem tenente recém-formado é enviado para o Vietnã. Ele percebe que os conhecimentos aprendidos na academia militar não vão ajudá-lo a escapar com vida dos horrores da guerra que passa ao lado de seu pelotão. Mais do que militares, eles precisam agora ser guerreiros.
Com passagens de AÇÃO fantásticas e cenas críticas sobre a guerra, a película é mergulhada em um mar de sangue e violência como um verdadeiro filme do AARON NORRIS deve ser. O elemento de roteiro mais criticado do diretor, os diálogos (que os críticos insistiam em dizer que eram sofríveis), funcionam bem nessa sua primeira obra, pois, com falas críticas, boas frases de efeitos e diálogos despretensiosos, a grade de script se mostra bem desenvolvida em relação aos outros roteiros de sua carreira.
A construção de personagens é muito boa, mostrando que cada um dos combatentes sente na pele os horrores de guerra, tendo o personagem principal como um arco do roteiro para mostrar como é um leigo na guerra (público) em meio aos já afetados por todo o inferno das batalhas.
Todas as atuações foram boas ( o que surpreende em um filme de AÇÃO dos anos 80), mas os destaques são RICK FITTS como um soldado que sofre por ainda ter sentimentos, nos mostrando uma atuação forte e sentimental que nos faz sentir a guerra na pele e MICHAEL DUDIKOFF (o principal). Se repararmos o seu personagem é dividido em duas partes (antes e depois de ser ferido), tendo o antes como um inexperiente combatente com uma representação pacata e ingênua e sua segunda metade como um verdadeiro afetado pela guerra, encarnando,com maestria, o psicológico desesperado de um comandante no inferno.
As locações perfeitas do Vietnam (as mesmas usadas na trilogia Braddock) tornam o longa muito bem arquitetado, combinando com tiros e explosões (ainda amadoras) para formar uma ótima estética de guerra. AARON NORRIS pega pesado na câmera lenta, tornando as cenas mais marcantes, nos passando todo o ar carregado das batalhas.
A trilha sonora foi moldada por Deus, pois,com partituras que fazem parecer que você está marchando e uma orquestração oitentista que atribui todo o peso ao filme, as passagens da obra tornam-se o cúmulo da neurose de guerra.
AARON NORRIS estréia com uma verdadeira obra prima. As suas cenas de ação se mostram fortes e impactantes, combinando com diálogos e visual espetaculares. O irônico é que os críticos da revista Variety da época elegeram PLATOON LEADER como melhor filme de AÇÃO de 1987, porém, a obra foi esquecida no universo VHS, tornando-se quase impossível de se achar e Blade Runner - Caçador De Andróides (odiado pelo mesmo grupo), você encontra mesmo sem querer, nos mostrando o quanto é estranho a visão da crítica com o passar do tempo.
O diretor faz um trabalho impecável, pois, com cenas ideológicamente exageradas como tiros em um cadáver, morte de inocentes e bebês no meio do campo, NORRIS constrói um filme de guerra monstruoso que tonoa bem os seus futuros trabalhos de AÇÃO , contando com passagens hostís e uma violência pesada.
Aqui está uma visão realista da guerra. PLATOON LEADER tem o seu charme por ser uma película estarrecedora perdida no mundo das extintas fitas cassetes. Um trabalho ideal para quem curte bons filmes de AÇÃO dos anos 80. A obra "Guilty" do AARON NORRIS é um rajada de balas e explosões que culmina em um final impactante que faz de PLATOON LEADER um verdadeiro deleite sobre a crueldade.