Amei as luzes, a fotografia.. gostei de ter elementos antigos de vampiros misturado com a contemporaneidade... não achei chato nem forçado até aí. Já o roteiro me incomoda um pouco mais... podia ter sido tão diferente... amo o Rad e a Irina... odeio o Andreas (podemos fazer tudo de novo sem ele? Pf) que cara chatoooooo... que chatoooo indo atrás do pai. Também não gostei muito da rebeldia da nossa protagonista principal... não brilhou para mim. Queria ver uma segunda temporada, pena que não vai ter
[/spoiler] eu honestamente, não esperava esse final. Não queria que a Eva e Camilo terminassem juntos, não sei... me preparei para ver no final que tudo foi só parte de uma memória do Camilo já adulto. Um Camilo que cresceu com os erros e acertos, já maduro, mas sem Eva
Fiquei encantada com a fotografia linda e a ambientação perfeita do seriado. Me pegou no 1 e 2 ep. A forma como nos apresentam duas histórias principais (pq há outras), com personagens diferentes, assassinos distintos e cronologias separadas, que eventualmente se encontram, foi uma escolha de narrativa fascinante. Gostei especialmente da maneira como essas duas linhas de tempo foram trabalhadas.
[/spoiler] Entre os personagens, a policial chamou bastante minha atenção, assim como o amigo do dono do hotel (amei ele). Gostaria que o seriado tivesse explorado mais esses personagens, pois demonstraram um potencial enorme que ficou subaproveitado. Também achei interessante o assassino, embora ele não tenha tido tanto destaque quanto eu esperava. Seria ótimo se tivessem desenvolvido mais a sua presença na trama, pois ele parecia ser um psicopata mais autêntico, alguém que realmente sabia "ler" suas vítimas. Por outro lado, fiquei decepcionada com o foco quase exclusivo na assassina (que sacooo). Não achei a história dela envolvente e, na verdade, me pareceu bastante forçada. Esperava uma psicopata de verdade, e não uma "riquinha mimada". A obsessão do roteiro por ela acabou prejudicando a narrativa, na minha opinião. Acredito que, se o foco estivesse mais no assassino, poderíamos ter visto um retrato mais autêntico de um psicopata. Por fim, uma coisa que aprecio nas produções coreanas é como elas frequentemente mostram a influência da cultura americana de maneira crítica, destacando como essa influência pode ser vista como superficial ou vazia. A personagem da assassina, com todos os estereótipos americanos que ela incorpora — desde os carros até as roupas, comida e bebida —, parecia desprezar sua própria cultura em favor de um ideal estrangeiro. Esse detalhe foi uma camada interessante na trama que gostei de ver explorada. A ideia de "doença americana" (como os japoneses chamavam) reflete uma visão crítica de certas influências ocidentais, especialmente americanas, no Oriente. Essa expressão reflete a preocupação de que elementos da cultura americana, como violência e criminalidade, estivessem se infiltrando na sociedade oriental, trazendo consigo comportamentos e valores vistos como perturbadores ou "não naturais" para a cultura local. Essa referência pode ajudar a explicar por que a produção coreana destaca a influência negativa da cultura americana, especialmente em uma personagem como a assassina, que incorpora muitos desses estereótipos. Isso adiciona profundidade ao seu argumento sobre como as produções coreanas frequentemente criticam a influência cultural americana, mostrando-a como algo superficial e desdenhoso das tradições locais.
O fecho também foi redondinho... a gente começa a história com uma assassina que tem medo da água e só conhecemos o motivo no último episódio hihihihi Não apreciei nenhum pouquinho o mini romance da assassina com o policial, achei que podiam nos privar disso. Não aguento!
Ainda estou assistindo... amei o 1, 2 e à partir do 3 começou a decair, pelo menos não está dentro do que eu estava esperando... acabei o 5 ep agora e só ladeira abaixo. Tomara que consiga reerguer até o 8 para salvar alguma coisa.
Algumas passagens me fez lembrar muito de Inception, mas eu não consegui terminar a 1 temporada, talvez pq eu tinha muitas expectativas e é muito bom...mas eu que perdi o feeling
quem nunca teve um stalker intenso como esse exemplo? heheh Sofri horrores no 4 episódio...cheio de intensidades, gatilhos, sufocados dentro desse apartamento. Que atuação impecável de todos os envolvidos. Cenas incríveis
Vampiros (1ª Temporada)
3.2 20Amei as luzes, a fotografia.. gostei de ter elementos antigos de vampiros misturado com a contemporaneidade... não achei chato nem forçado até aí.
Já o roteiro me incomoda um pouco mais... podia ter sido tão diferente... amo o Rad e a Irina... odeio o Andreas (podemos fazer tudo de novo sem ele? Pf) que cara chatoooooo... que chatoooo indo atrás do pai. Também não gostei muito da rebeldia da nossa protagonista principal... não brilhou para mim.
Queria ver uma segunda temporada, pena que não vai ter
Divisão Palermo (1ª Temporada)
3.5 15 Assista Agorame encanta la escena de la patrulla y lod dos cantando Amistades Peligrosas :)
A Primeira Vez (3ª Temporada)
4.0 3 Assista Agorade todas as temporadas, a desta foi a melhor trilha sonora! sem dúvida! amei demais essa trilha....
[/spoiler] eu honestamente, não esperava esse final. Não queria que a Eva e Camilo terminassem juntos, não sei... me preparei para ver no final que tudo foi só parte de uma memória do Camilo já adulto. Um Camilo que cresceu com os erros e acertos, já maduro, mas sem Eva
[spoiler]
Quando Ninguém Vê
3.5 27 Assista AgoraFiquei encantada com a fotografia linda e a ambientação perfeita do seriado. Me pegou no 1 e 2 ep. A forma como nos apresentam duas histórias principais (pq há outras), com personagens diferentes, assassinos distintos e cronologias separadas, que eventualmente se encontram, foi uma escolha de narrativa fascinante. Gostei especialmente da maneira como essas duas linhas de tempo foram trabalhadas.
[/spoiler]
Entre os personagens, a policial chamou bastante minha atenção, assim como o amigo do dono do hotel (amei ele). Gostaria que o seriado tivesse explorado mais esses personagens, pois demonstraram um potencial enorme que ficou subaproveitado. Também achei interessante o assassino, embora ele não tenha tido tanto destaque quanto eu esperava. Seria ótimo se tivessem desenvolvido mais a sua presença na trama, pois ele parecia ser um psicopata mais autêntico, alguém que realmente sabia "ler" suas vítimas.
Por outro lado, fiquei decepcionada com o foco quase exclusivo na assassina (que sacooo). Não achei a história dela envolvente e, na verdade, me pareceu bastante forçada. Esperava uma psicopata de verdade, e não uma "riquinha mimada". A obsessão do roteiro por ela acabou prejudicando a narrativa, na minha opinião. Acredito que, se o foco estivesse mais no assassino, poderíamos ter visto um retrato mais autêntico de um psicopata.
Por fim, uma coisa que aprecio nas produções coreanas é como elas frequentemente mostram a influência da cultura americana de maneira crítica, destacando como essa influência pode ser vista como superficial ou vazia. A personagem da assassina, com todos os estereótipos americanos que ela incorpora — desde os carros até as roupas, comida e bebida —, parecia desprezar sua própria cultura em favor de um ideal estrangeiro. Esse detalhe foi uma camada interessante na trama que gostei de ver explorada.
A ideia de "doença americana" (como os japoneses chamavam) reflete uma visão crítica de certas influências ocidentais, especialmente americanas, no Oriente. Essa expressão reflete a preocupação de que elementos da cultura americana, como violência e criminalidade, estivessem se infiltrando na sociedade oriental, trazendo consigo comportamentos e valores vistos como perturbadores ou "não naturais" para a cultura local.
Essa referência pode ajudar a explicar por que a produção coreana destaca a influência negativa da cultura americana, especialmente em uma personagem como a assassina, que incorpora muitos desses estereótipos. Isso adiciona profundidade ao seu argumento sobre como as produções coreanas frequentemente criticam a influência cultural americana, mostrando-a como algo superficial e desdenhoso das tradições locais.
O fecho também foi redondinho... a gente começa a história com uma assassina que tem medo da água e só conhecemos o motivo no último episódio hihihihi
Não apreciei nenhum pouquinho o mini romance da assassina com o policial, achei que podiam nos privar disso. Não aguento!
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Quando Ninguém Vê
3.5 27 Assista AgoraAinda estou assistindo... amei o 1, 2 e à partir do 3 começou a decair, pelo menos não está dentro do que eu estava esperando... acabei o 5 ep agora e só ladeira abaixo. Tomara que consiga reerguer até o 8 para salvar alguma coisa.
Matéria Escura (1ª Temporada)
4.0 150 Assista AgoraAlgumas passagens me fez lembrar muito de Inception, mas eu não consegui terminar a 1 temporada, talvez pq eu tinha muitas expectativas e é muito bom...mas eu que perdi o feeling
Turismo Macabro
3.9 75 Assista AgoraGostei de cada lugar inusitado <3
Bebê Rena
4.0 633 Assista Agoraquem nunca teve um stalker intenso como esse exemplo? heheh Sofri horrores no 4 episódio...cheio de intensidades, gatilhos, sufocados dentro desse apartamento. Que atuação impecável de todos os envolvidos. Cenas incríveis
A Grande Ilusão
3.4 79 Assista AgoraA ideia é boa, a fotografia boa, já os diálogos e o roteiro são péssimos, torna cansativo e poco crivel.