A primeira temporada arrebata pela qualidade técnica de tudo, incluindo o roteiro, mas para mim é nesta temporada que as coisas realmente começam a acontecer. Peggy Sue, Pete Campbell e os movimentos da agência são personagens centrais juntos com Donald Drapper, que transita por todos esses cenários. Revelações de sua vida começam a torná-lo mais humano e cativante, mas quem definitivamente ganha a atenção são Christian Hendricks, Elizabeth Moss e January Moss, com seus conflitos psicológicos.
Fotografia, sonografia, elenco, cenografia, roteiro. Tudo impecável. Como considero que uma parte importante do nicho exploratório de Mad Men seja mesmo os publicitários, cuidou-se para que se obtivesse o máximo de desempenho em direção de arte e roteiro. Traz ainda conceitos de áreas de planejamento, pesquisa e mídia, a chegada da TV e seus impactos, grandes marcas, muito glamour e trilha sonora primorosa. Aos fumantes um aviso: não tenha cigarros por perto enquanto assistir. Aos bêbados, então!? Corram!
A segunda temporada toma um rumo impressionante e frenético em seus poucos episódios. O grande trunfo e o aumento do contexto político na série. Acredito que tenha sido cancelada por ser uma série sobre uma ameaça muito grande à soberania americana enquanto o país frequentava duas guerras e os primeiros filhos do 11 de setembro atingem a maturidade.
Agora mesmo, no contexto contra a Coréia do Norte, seria completamente inapropriado falar sobre o assunto.
A TV americana se cansou desse tipo de série por estar mais preocupada com outras questões e não quer ver no prime time o que já acompanham diariamente na internet e nos jornais. Mas é justamente isso que torna a série muito interessante na segunda e curta temporada. Tentou-se arrematar no final, mas ficou a sensação de que alguns laços não foram completamente reatados. Série cancelada por baixa audiência, mas bem intencionada.
A série começa bem, explicando o contexto muito interessante. Jake Green volta à sua cidade natal após cinco anos sem contato direto com a família para uma visita de um dia. No entanto, os Estados Unidos sofrem um o ataque nuclear e ele fica preso em Jericho. A promessa é interessante, os mistérios em relação às vidas de Jake Green e um outro forasteiro Robert Hawkins e o cotidiano de um pais que sofreu um ataque nuclear. O contexto é todo muito interessante, mas não vá buscar algo como "The Walking Dead". A série é mais antiga, feita para a TV com ares e cara de TV: estúdios, muito bem feitos, mas estúdios. Ela sofre de uma barriga entre o quarto e nono episódio, em que pouco de realmente intrigante acontece, depois acelera denovo até um final interessante e pouco comum para séries do estilo catástrofe, mas ainda assim deixando aquela vontade de ter a segunda temporada em mãos "só mais um episódio...". Mas recomendo sim!
Para mim, a melhor temporada. Acham na chata por ter uma abordagem mais política, mas isso é vital já que a série retrata a vida de Henrique VIII e não a história de suas seis esposas e os escândalos monárquicos. Como esta é a etapa final da vida de Henrique VIII é natural que tenha se atentado mais à questão política, pois já não era tão jovem e impulsivo (por isso as primeiras temporadas focam naquilo que ele mesmo focava, a busca de um herdeiro homem, mais do que viver paixões intensas). Henrique VIII, na vida real, morreu obeso e já não andava, provavelmente de Diabetes (outra razão para sua ferida na perna nunca ter cicatrizado e só piorado ao longo dos anos) e foi o principal monarca da história justamente pelas questões políticas e religiosas. E claro, por ser pai de Elizabeth, a única que não queria o trono, mas acabou governando a Inglaterra mais do que sua irmão Maria I. O final da vida de um monarca é mais político, ainda mais para o período, e os atores, roteiro e produção estão mais maduros. A morte de Thomas Culpepper e Catherine Howard, a guerra para a conquista da Bolonha e o último episódio são os momentos mais marcantes.
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Mad Men (2ª Temporada)
4.4 112 Assista AgoraA primeira temporada arrebata pela qualidade técnica de tudo, incluindo o roteiro, mas para mim é nesta temporada que as coisas realmente começam a acontecer. Peggy Sue, Pete Campbell e os movimentos da agência são personagens centrais juntos com Donald Drapper, que transita por todos esses cenários. Revelações de sua vida começam a torná-lo mais humano e cativante, mas quem definitivamente ganha a atenção são Christian Hendricks, Elizabeth Moss e January Moss, com seus conflitos psicológicos.
Mad Men (1ª Temporada)
4.4 346 Assista AgoraFotografia, sonografia, elenco, cenografia, roteiro. Tudo impecável. Como considero que uma parte importante do nicho exploratório de Mad Men seja mesmo os publicitários, cuidou-se para que se obtivesse o máximo de desempenho em direção de arte e roteiro. Traz ainda conceitos de áreas de planejamento, pesquisa e mídia, a chegada da TV e seus impactos, grandes marcas, muito glamour e trilha sonora primorosa. Aos fumantes um aviso: não tenha cigarros por perto enquanto assistir. Aos bêbados, então!? Corram!
Jericho (2ª Temporada)
3.8 38A segunda temporada toma um rumo impressionante e frenético em seus poucos episódios. O grande trunfo e o aumento do contexto político na série. Acredito que tenha sido cancelada por ser uma série sobre uma ameaça muito grande à soberania americana enquanto o país frequentava duas guerras e os primeiros filhos do 11 de setembro atingem a maturidade.
Agora mesmo, no contexto contra a Coréia do Norte, seria completamente inapropriado falar sobre o assunto.
Jericho (1ª Temporada)
4.0 50A série começa bem, explicando o contexto muito interessante. Jake Green volta à sua cidade natal após cinco anos sem contato direto com a família para uma visita de um dia. No entanto, os Estados Unidos sofrem um o ataque nuclear e ele fica preso em Jericho. A promessa é interessante, os mistérios em relação às vidas de Jake Green e um outro forasteiro Robert Hawkins e o cotidiano de um pais que sofreu um ataque nuclear. O contexto é todo muito interessante, mas não vá buscar algo como "The Walking Dead". A série é mais antiga, feita para a TV com ares e cara de TV: estúdios, muito bem feitos, mas estúdios. Ela sofre de uma barriga entre o quarto e nono episódio, em que pouco de realmente intrigante acontece, depois acelera denovo até um final interessante e pouco comum para séries do estilo catástrofe, mas ainda assim deixando aquela vontade de ter a segunda temporada em mãos "só mais um episódio...". Mas recomendo sim!
The Tudors (4ª Temporada)
4.3 84Para mim, a melhor temporada. Acham na chata por ter uma abordagem mais política, mas isso é vital já que a série retrata a vida de Henrique VIII e não a história de suas seis esposas e os escândalos monárquicos. Como esta é a etapa final da vida de Henrique VIII é natural que tenha se atentado mais à questão política, pois já não era tão jovem e impulsivo (por isso as primeiras temporadas focam naquilo que ele mesmo focava, a busca de um herdeiro homem, mais do que viver paixões intensas). Henrique VIII, na vida real, morreu obeso e já não andava, provavelmente de Diabetes (outra razão para sua ferida na perna nunca ter cicatrizado e só piorado ao longo dos anos) e foi o principal monarca da história justamente pelas questões políticas e religiosas. E claro, por ser pai de Elizabeth, a única que não queria o trono, mas acabou governando a Inglaterra mais do que sua irmão Maria I. O final da vida de um monarca é mais político, ainda mais para o período, e os atores, roteiro e produção estão mais maduros. A morte de Thomas Culpepper e Catherine Howard, a guerra para a conquista da Bolonha e o último episódio são os momentos mais marcantes.