A cena em que o alarme do celular de Baek toca e ela vê os penduricalhos, relíquias de suas vítimas infantis ou quando ela mostra os filmes das mortes das crianças às famílias
são memoráveis. O filme tem uma narrativa nãoo linear que às vezes exigiu qie se voltasse algumas cenas, porque se perder um minuto ou desviar a atenção do roteiro você se perde demais, mas vale a pena voltar e assistir denovo para entender tudo do começo ao fim. Adorei!
Muito bom. Trilha sonora divertida, impecável. Visual retrô, com roteiro original que funciona como um jogo de videogame: em inglês, tem piadas escondidas que funcionam como passagens secretas. Carga emocional no final, fala de amizade e tolerância e auto-aceitação, ao mesmo tempo que diverte. Muito recomendado!
A primeira temporada arrebata pela qualidade técnica de tudo, incluindo o roteiro, mas para mim é nesta temporada que as coisas realmente começam a acontecer. Peggy Sue, Pete Campbell e os movimentos da agência são personagens centrais juntos com Donald Drapper, que transita por todos esses cenários. Revelações de sua vida começam a torná-lo mais humano e cativante, mas quem definitivamente ganha a atenção são Christian Hendricks, Elizabeth Moss e January Moss, com seus conflitos psicológicos.
Fotografia, sonografia, elenco, cenografia, roteiro. Tudo impecável. Como considero que uma parte importante do nicho exploratório de Mad Men seja mesmo os publicitários, cuidou-se para que se obtivesse o máximo de desempenho em direção de arte e roteiro. Traz ainda conceitos de áreas de planejamento, pesquisa e mídia, a chegada da TV e seus impactos, grandes marcas, muito glamour e trilha sonora primorosa. Aos fumantes um aviso: não tenha cigarros por perto enquanto assistir. Aos bêbados, então!? Corram!
A segunda temporada toma um rumo impressionante e frenético em seus poucos episódios. O grande trunfo e o aumento do contexto político na série. Acredito que tenha sido cancelada por ser uma série sobre uma ameaça muito grande à soberania americana enquanto o país frequentava duas guerras e os primeiros filhos do 11 de setembro atingem a maturidade.
Agora mesmo, no contexto contra a Coréia do Norte, seria completamente inapropriado falar sobre o assunto.
A TV americana se cansou desse tipo de série por estar mais preocupada com outras questões e não quer ver no prime time o que já acompanham diariamente na internet e nos jornais. Mas é justamente isso que torna a série muito interessante na segunda e curta temporada. Tentou-se arrematar no final, mas ficou a sensação de que alguns laços não foram completamente reatados. Série cancelada por baixa audiência, mas bem intencionada.
A série começa bem, explicando o contexto muito interessante. Jake Green volta à sua cidade natal após cinco anos sem contato direto com a família para uma visita de um dia. No entanto, os Estados Unidos sofrem um o ataque nuclear e ele fica preso em Jericho. A promessa é interessante, os mistérios em relação às vidas de Jake Green e um outro forasteiro Robert Hawkins e o cotidiano de um pais que sofreu um ataque nuclear. O contexto é todo muito interessante, mas não vá buscar algo como "The Walking Dead". A série é mais antiga, feita para a TV com ares e cara de TV: estúdios, muito bem feitos, mas estúdios. Ela sofre de uma barriga entre o quarto e nono episódio, em que pouco de realmente intrigante acontece, depois acelera denovo até um final interessante e pouco comum para séries do estilo catástrofe, mas ainda assim deixando aquela vontade de ter a segunda temporada em mãos "só mais um episódio...". Mas recomendo sim!
Um dos filmes mais importantes da história do cinema, introduziu o público aos longas de animação e tornou Walt Disney seu criador, após cinco anos e uma fortuna gasta para fazer aquilo que ninguém acreditava: que uma animação pudesse gerar um longa, e ainda mais, que fosse um longa interessante para adultos. Fez riqueza para Walt Disney e financiou seus futuros filmes e a construção do seu primeiro parque anos depois, na Califórnia. A importância de Branca de Neve para a indústria cinematográfica é maior do que a do lançamento de Toy Story pela Pixar (e a revolução da animação digital).
Um dos maiores filmes de Walt Disney, pouco valorizado frente aos outros clássicos produzidos entre Branca de Neve e Alice no País das Maravilhas. No entanto, traz cenas que remetem ao surrealismo, movimento artístico que fascinava Walt Disney e merece ser visto mais como uma obra artística do que como um mero desenho animado.
O filme inicia com a frase do filósofo e historiador americano Will Durant "A great civilization is not conquered from without until it has destroyed itself within". A priori, para quem conhece as crenças cristãs conservadoras de Mel Gibson, a frase causa estranheza e soa como uma defesa da conquista ibérica contra os impérios da América do Sul, em especial os Maias, que são os retratados no filme. Como se a forma bárbara como a Espanha e os países europeus destruíram as cidades do continente sulamericano da época estivesse sendo justificada pela forma bárbara como os próprios Maias viviam. Algo como "eles mereceram, os cristãos os salvaram". Mas não, o expectador entendeu errado, na minha concepção.
A frase não e de Mel Gibson. É de Will Durant que junto com a mulher Ariel escreveu a série de livros chamada "A História das Civilizações". Ela pode facilmente ser atribuída à ascensão e queda do Império Romano (já infestado em corrupção e barbárie). Pode ser considerada para a expansão Napoleônica, ou o Holocausto de Hitler e, em virtude do ano de lançamento (2006, ano do enforcamento de Sadam Hussein - a frase serve até para ele próprio - uma entre tantas guerras militadas pelos Estados Unidos ao longos dos anos), pode ser nada mais do que uma dica de Mel Gibson ao seu próprio país de origem: a barbárie, seja ela por motivo religioso ou comercial, não se sustenta ao longos dos séculos e provoca a queda, como ocorre na profecia dentro da própria história. Outra dica importante: nenhum império permanece no topo para sempre.
O roteiro no dialeto maia é um trabalho primoroso, as cenas de perseguição em floresta são muito bem filmadas e a produção e direção de arte são incrivelmente realistas. Um filme para se ter em casa e assistir mais de uma vez. Independente dos erros de continuidade histórica. Afinal de contas, quem garante que aquilo que você sabe sobre a história é verdade, sendo a história sempre registrada pelos vencedores?
Para mim, a melhor temporada. Acham na chata por ter uma abordagem mais política, mas isso é vital já que a série retrata a vida de Henrique VIII e não a história de suas seis esposas e os escândalos monárquicos. Como esta é a etapa final da vida de Henrique VIII é natural que tenha se atentado mais à questão política, pois já não era tão jovem e impulsivo (por isso as primeiras temporadas focam naquilo que ele mesmo focava, a busca de um herdeiro homem, mais do que viver paixões intensas). Henrique VIII, na vida real, morreu obeso e já não andava, provavelmente de Diabetes (outra razão para sua ferida na perna nunca ter cicatrizado e só piorado ao longo dos anos) e foi o principal monarca da história justamente pelas questões políticas e religiosas. E claro, por ser pai de Elizabeth, a única que não queria o trono, mas acabou governando a Inglaterra mais do que sua irmão Maria I. O final da vida de um monarca é mais político, ainda mais para o período, e os atores, roteiro e produção estão mais maduros. A morte de Thomas Culpepper e Catherine Howard, a guerra para a conquista da Bolonha e o último episódio são os momentos mais marcantes.
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Lady Vingança
4.0 473Não é tão espetacular e surpreendente quanto Oldboy, mas ainda assim tem algumas cenas que considerei maravilhosas!
A cena em que o alarme do celular de Baek toca e ela vê os penduricalhos, relíquias de suas vítimas infantis ou quando ela mostra os filmes das mortes das crianças às famílias
Detona Ralph
3.9 2,6K Assista AgoraMuito bom. Trilha sonora divertida, impecável. Visual retrô, com roteiro original que funciona como um jogo de videogame: em inglês, tem piadas escondidas que funcionam como passagens secretas. Carga emocional no final, fala de amizade e tolerância e auto-aceitação, ao mesmo tempo que diverte. Muito recomendado!
Mad Men (2ª Temporada)
4.4 112 Assista AgoraA primeira temporada arrebata pela qualidade técnica de tudo, incluindo o roteiro, mas para mim é nesta temporada que as coisas realmente começam a acontecer. Peggy Sue, Pete Campbell e os movimentos da agência são personagens centrais juntos com Donald Drapper, que transita por todos esses cenários. Revelações de sua vida começam a torná-lo mais humano e cativante, mas quem definitivamente ganha a atenção são Christian Hendricks, Elizabeth Moss e January Moss, com seus conflitos psicológicos.
Mad Men (1ª Temporada)
4.4 346 Assista AgoraFotografia, sonografia, elenco, cenografia, roteiro. Tudo impecável. Como considero que uma parte importante do nicho exploratório de Mad Men seja mesmo os publicitários, cuidou-se para que se obtivesse o máximo de desempenho em direção de arte e roteiro. Traz ainda conceitos de áreas de planejamento, pesquisa e mídia, a chegada da TV e seus impactos, grandes marcas, muito glamour e trilha sonora primorosa. Aos fumantes um aviso: não tenha cigarros por perto enquanto assistir. Aos bêbados, então!? Corram!
Jericho (2ª Temporada)
3.8 38A segunda temporada toma um rumo impressionante e frenético em seus poucos episódios. O grande trunfo e o aumento do contexto político na série. Acredito que tenha sido cancelada por ser uma série sobre uma ameaça muito grande à soberania americana enquanto o país frequentava duas guerras e os primeiros filhos do 11 de setembro atingem a maturidade.
Agora mesmo, no contexto contra a Coréia do Norte, seria completamente inapropriado falar sobre o assunto.
Jericho (1ª Temporada)
4.0 50A série começa bem, explicando o contexto muito interessante. Jake Green volta à sua cidade natal após cinco anos sem contato direto com a família para uma visita de um dia. No entanto, os Estados Unidos sofrem um o ataque nuclear e ele fica preso em Jericho. A promessa é interessante, os mistérios em relação às vidas de Jake Green e um outro forasteiro Robert Hawkins e o cotidiano de um pais que sofreu um ataque nuclear. O contexto é todo muito interessante, mas não vá buscar algo como "The Walking Dead". A série é mais antiga, feita para a TV com ares e cara de TV: estúdios, muito bem feitos, mas estúdios. Ela sofre de uma barriga entre o quarto e nono episódio, em que pouco de realmente intrigante acontece, depois acelera denovo até um final interessante e pouco comum para séries do estilo catástrofe, mas ainda assim deixando aquela vontade de ter a segunda temporada em mãos "só mais um episódio...". Mas recomendo sim!
Branca de Neve e os Sete Anões
3.8 736 Assista AgoraUm dos filmes mais importantes da história do cinema, introduziu o público aos longas de animação e tornou Walt Disney seu criador, após cinco anos e uma fortuna gasta para fazer aquilo que ninguém acreditava: que uma animação pudesse gerar um longa, e ainda mais, que fosse um longa interessante para adultos. Fez riqueza para Walt Disney e financiou seus futuros filmes e a construção do seu primeiro parque anos depois, na Califórnia. A importância de Branca de Neve para a indústria cinematográfica é maior do que a do lançamento de Toy Story pela Pixar (e a revolução da animação digital).
Dumbo
3.6 418 Assista AgoraUm dos maiores filmes de Walt Disney, pouco valorizado frente aos outros clássicos produzidos entre Branca de Neve e Alice no País das Maravilhas. No entanto, traz cenas que remetem ao surrealismo, movimento artístico que fascinava Walt Disney e merece ser visto mais como uma obra artística do que como um mero desenho animado.
Apocalypto
3.8 890 Assista AgoraO filme inicia com a frase do filósofo e historiador americano Will Durant "A great civilization is not conquered from without until it has destroyed itself within". A priori, para quem conhece as crenças cristãs conservadoras de Mel Gibson, a frase causa estranheza e soa como uma defesa da conquista ibérica contra os impérios da América do Sul, em especial os Maias, que são os retratados no filme. Como se a forma bárbara como a Espanha e os países europeus destruíram as cidades do continente sulamericano da época estivesse sendo justificada pela forma bárbara como os próprios Maias viviam. Algo como "eles mereceram, os cristãos os salvaram". Mas não, o expectador entendeu errado, na minha concepção.
A frase não e de Mel Gibson. É de Will Durant que junto com a mulher Ariel escreveu a série de livros chamada "A História das Civilizações". Ela pode facilmente ser atribuída à ascensão e queda do Império Romano (já infestado em corrupção e barbárie). Pode ser considerada para a expansão Napoleônica, ou o Holocausto de Hitler e, em virtude do ano de lançamento (2006, ano do enforcamento de Sadam Hussein - a frase serve até para ele próprio - uma entre tantas guerras militadas pelos Estados Unidos ao longos dos anos), pode ser nada mais do que uma dica de Mel Gibson ao seu próprio país de origem: a barbárie, seja ela por motivo religioso ou comercial, não se sustenta ao longos dos séculos e provoca a queda, como ocorre na profecia dentro da própria história. Outra dica importante: nenhum império permanece no topo para sempre.
O roteiro no dialeto maia é um trabalho primoroso, as cenas de perseguição em floresta são muito bem filmadas e a produção e direção de arte são incrivelmente realistas. Um filme para se ter em casa e assistir mais de uma vez. Independente dos erros de continuidade histórica. Afinal de contas, quem garante que aquilo que você sabe sobre a história é verdade, sendo a história sempre registrada pelos vencedores?
The Tudors (4ª Temporada)
4.3 84 Assista AgoraPara mim, a melhor temporada. Acham na chata por ter uma abordagem mais política, mas isso é vital já que a série retrata a vida de Henrique VIII e não a história de suas seis esposas e os escândalos monárquicos. Como esta é a etapa final da vida de Henrique VIII é natural que tenha se atentado mais à questão política, pois já não era tão jovem e impulsivo (por isso as primeiras temporadas focam naquilo que ele mesmo focava, a busca de um herdeiro homem, mais do que viver paixões intensas). Henrique VIII, na vida real, morreu obeso e já não andava, provavelmente de Diabetes (outra razão para sua ferida na perna nunca ter cicatrizado e só piorado ao longo dos anos) e foi o principal monarca da história justamente pelas questões políticas e religiosas. E claro, por ser pai de Elizabeth, a única que não queria o trono, mas acabou governando a Inglaterra mais do que sua irmão Maria I. O final da vida de um monarca é mais político, ainda mais para o período, e os atores, roteiro e produção estão mais maduros. A morte de Thomas Culpepper e Catherine Howard, a guerra para a conquista da Bolonha e o último episódio são os momentos mais marcantes.