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Data de lançamento
19 Julho 2007Duração
Onde até a verdade mente.
Ambientada na Nova Iorque dos anos 1960, a série Mad Men acompanha a rotina do agitado mundo de Don Draper, diretor de criação da agência de publicidade Sterling Cooper, e de seus colegas de trabalho. Sucesso no meio publicitário e entre as mulheres, o misterioso Draper tem sempre as melhores estratégias para se manter a frente as mudanças e dos novos executivos da agência.
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Séries como Mad Men precisam de certa paciência de quem assiste para entender e se envolver na trama, afinal a grandiosidade da narrativa está na evolução dos personagens pouco a pouco, assim como acontece na vida real. Nada de grandes plots twists ou reviravoltas a todo instante, embora eles também apareçam pontualmente por aqui.
Essa primeira temporada nos mostra todo o cotidiano da agência que move o programa, assim como da sociedade daquela época, tão cheia de peculiaridades que hoje causam até aversão a quem assiste. E tudo isso centrado no protagonista Don Drapper, vivido brilhantemente pelo John Hamm, não à toa tão aclamado pelo papel. Vale muito o play.
Uma série da pouca ação, poucos rompantes, mas baseada num texto excelente, muito bem escrito, que se preocupa em construir bem seus personagens e suas dinâmicas, sem esquecer a época que retrata e mantendo um viés crítico daquela realidade. Don Draper, já na primeira temporada, mostra porque é um dos protagonistas mais emblemáticos das séries americanas, e todo o elenco é formidável, com destaque especial para Elisabeth Moss, January Jones (que vai muito além de ser a belíssima mãe, esposa e dona de casa) e Vincent Kartheiser. Os cenários, os figurinos e os penteados são perfeitos e transportam o espectador para a década de 1950, e a grande força da obra está em desvelar as imperfeições do sonho americano numa de suas eras de ouro. Enquanto a primeira metade da temporada é mais lenta e ainda está ambientando os espectadores, do episódio 7 em diante fica cada vez melhor, aprofundando os segredos não só de Draper, mas de cada personagem importante. Não à toa é uma série tão relevante.
O que eu passei de raiva nessa primeira temporada não está escrito! São esteriótipos dos mais diversos da sociedade dos anos 50. As mulheres não possuíam direitos e os homens… bom, os homens faziam o que bem entendiam.
Ver o paralelo da Betty e da Peggy foi muito interessante. Uma infeliz dona de casa que possuía tudo ao seu alcance, com um marido que detinha poder sobre tudo em torno da vida dela ( que bom que evoluímos) e uma jovem sonhadora que está se inserindo no mercado de trabalho em busca de mudar sua realidade. No meio disso tudo, grandes conflitos e descobertas.
Confesso que esse comentário é de alguém que já está na quinta temporada. O início foi bem difícil de digerir, porém a gente se acostuma, se envolve e humaniza os personagens, torce para o fracasso de alguns e melhora das condições de outros. No fim a gente se apega em todos kkkk vale a pena insistir e ver a evolução da história. Volto aqui quando chegar ao fim.
Há anos quero assistir esta série. Tentei começar em 2016,.mas não vingou. Nova tentativa agora, em 2026, e fluiu. Porém achei essa primeira temporada morna. Espero que esquente daqui pra frente.
Fui assistir com certa curiosidade e me prendeu. Ambientação, figurino, música, tudo muito bom e bem encaixado. Estranhei a dublagem, as vozes dos personagens me pareceram "pasteurizadas" e sem emoção, mas acabei me acostumando. Os personagens são interessantes e cativantes. Algumas ideias foram abandonadas pelo caminho mas não atrapalha. O protagonista é um cafajeste incurável. O personagem Roger Sterling acrescenta muito com seu tom debochado e descolado. No fundo um bando de beberrões e fumantes dentro do próprio ambiente de trabalho, achei curioso, outros tempos. Como um todo gostei muito.