Dirigido por
Data de lançamento
8 Dez. 2006Duração
Jaguar Paw (Rudy Youngblood) levava uma vida tranquila, que foi interrompida devido à uma invasão. Os governantes de um império maia em declínio acreditavam que a chave para a prosperidade seria construir mais templos e realizar mais sacrifícios humanos. Jaguar é capturado para ser um destes sacrifícios, mas consegue escapar por acaso. Agora, guiado apenas pelo amor que sente por sua esposa e pela filha, ele realiza uma corrida desesperada para chegar em casa e salvar sua família.
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As Novas Desventuras de Cliff Booth
O longa permeia o limiar entre ser um filmaço, pela primazia técnica, de produção e por tratar de uma civilização que pouco é explorada em mídias massivas, e ser mais uma visão americana, anacrônica, incompleta e cheia de exageros enviesados sobre a cultura maia. Porém, apesar de, também, ser dirigido por um homem desprezível, é muito imersivo e tem um final sensacional pela mensagem.
São tão poucos os filmes que retratam as civilizações ameríndias, vi alguns cortes desse filme e resolvi assisti-lo.
Começa interessante, com uma boa premissa, mas me desencantei quando passou a retratar o Império Maia, uma das civilizações mais avançadas da história humana, que alcançou grandes avanços em matemática, astronomia, escrita e engenharia, criando uma das civilizações mais sofisticadas da América pré-colombiana... Sendo reduzidos, nesse filme, a um povo ultrapassado, violento, animalesco e repugnante.
Mas que bom que, no fim, chegaram os colonizadores brancos para domesticar esses selvagens (contém ironia).
Mas também eu não me ajudo. Sabendo que esse filme é do Mel Gibson, um ser que representa tudo que de mal e errado pode haver numa pessoa e mesmo assim, quis dar uma chance a esse filme.
Enfim, é um erro que não pretendo cometer de novo no futuro.
Assistindo em 05/10/26.
12.07.2009
Mais um que assisti quando era muito novo e queria ter uma experiência mais madura.
Hoje assisti outra vez, e posso dizer: que espetáculo de filme. Poucos diálogos mas a narrativa de modo geral é maravilhosa. Não sei como a crítica deu 65% a esta obra de arte.
Inverossímil historicamente e culturalmente raso; porém, como disseram, maestria técnica. Uma verdadeira aula, mantém o olhar fixo na tela e o coração batendo forte. Esqueça a história e foque na frenética aventura!
Uma estrelinha pela mensagem final.