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Data de lançamento
23 Out. 1941Duração
Dumbo é um bebê elefante que nasceu com orelhas enormes e com a ajuda de Timóteo, um simpático ratinho, vai se transformar na principal atração de um circo. Usando suas orelhas, ele faz o que nenhum outro elefante conseguiu: voar!
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O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder (3ª Temporada)
É um filme que deveria ser mandatório em todas as escolas no ensino infantil. Uma lição de respeito as diferenças e que essas diferenças podem ser a maior qualidade de alguém, mostrar que o bullying não é certo e que somos todos especiais. É muito bem feito, detalhado, uma perfeição pra época que foi lançado.
Sobre a história, eu acho um curta glorificado... o enredo de fato duraria só uns 20-30 min, o resto é encheção de linguiça... mesmo sendo o clássico mais curto da Disney, é nítido que ele foi pensado pra ser um curta que acabou sendo estendido. Apesar disso, ele tem seu charme. Muito lindinho e fofo.
uma bela mensagem , Tem algo de nostálgico em Dumbo, algo que está tão presente no nosso imaginário que de certa forma parece que não surgiu aí e deixa tudo meio irreal e mágico!
Bom filme com um ótimo final. Mas o meio do filme é fraco e não engrena.
Revisto em 5/2025, não chega a ser uma obra prima, mas possui uma mensagem mais família, envolvendo o fator materno o respeito ao próximo e o respeito as diferenças e as próprias aceitações como nós somos, também têm algumas conotações vistas hoje em dia com outros olhos, mas era outra época, outra geração, se for visto com a mente aberta para esses detalhes, é uma experiência que agrega pela animação muito bonita que é.
Reassistindo & Reavaliando – Disney Animation Studios #4
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"The very things that held you down are gonna carry you up and up and up."
Não sei se tenho muito o que dizer sobre Dumbo. Quando criança, não me agradava muito aquela melancolia ou aquela personagem, anulando assim a fator nostalgia. O reassisti há alguns anos antes do lançamento do live-action e aproveitei a experiência, mas confesso ter sentido falta de algo na animação – sentimento que persistiu desta vez.
Apesar de eu ter tentado ao máximo não comparar, há neste filme uma clara relação com Pinocchio, de 1940. Aqui temos um protagonista também inocente, muito jovem e suscetível aos males dos vilões – desta vez um grupinho fofoqueiro de elefantas. Comparando ambos, somente consigo favorecer a obra de 1941 quando penso no fiel escudeiro do protagonista – temos em Timothy, um Grilo Falante mais aprimorado na medida que realmente direciona Dumbo em seu caminho e consegue impulsionar a narrativa.
Porém, ao meu ver, aqui temos um roteiro com menos força ao passar sua mensagem e menos ousadia ao abraçar o seu lado sombrio, quando comparado ao longa do boneco de madeira – que também tem suas dificuldades quanto ao tom. Assim como em Pinocchio, o filme prospera quando sustenta sua estranheza, sua melancolia, sua extravagância. A sequência Pink Elephants, resultado da embriaguez das nossas personagens, é estonteantemente e deliciosamente bizarra e nos dias de hoje é o que mais me chama a atenção na produção. Além disso, mesmo que Pinocchio também utilize uma base episódica – apresentação de marionetes, Ilha dos Prazeres, e aventura da baleia – sinto que ele consegue aproveitar ao máximo sua história porque tem um fio narrativo mais sólido e uma noção maior do que queria conquistar com sua mensagem. Dumbo, por outro lado, apesar de menos episódico, carrega uma sensação maior de texto fragmentado e, por vezes, simplista.
O mote do filme – "suas diferenças na verdade te tornam especial", "use o que as pessoas te discriminam como escudo", etc. – funciona e é pertinente, todavia sinto que os artifícios que o roteiro lança mão não conseguem me fisgar inteiramente. Talvez se tivesse mais algumas cenas, mais desenvolvimento das malícias enfrentadas por Dumbo, ou se tivesse explorado mais o quão importante era para ele se provar...
Vou finalizar escrevendo que a sequência Baby Mine – outro ponto alto da obra junto com os elefantes rosa – é triste, bem executada, bem animada e, na minha opinião, uma das cenas mais desoladoras de todas as animações do estúdio.