A cena de perseguição nas ruas de San Francisco sem trilha, apenas com os motores do Mustang e do Charger fazem você sentar na ponta da cadeira para assistir! O filme merecia um remake para as gerações atuais, mas com a mesma ideia da produção original, colocando carros de verdade para voar pelas ruas da cidade!
Esse não é um filme para assistir com conforto, é um filme para sentir desconforto, daqueles que começam quase como um drama intimista e rapidamente se transformam em um caos sufocante. Darren Aronofsky traz uma proposta clara de provocar mais do que agradar; a câmera cola na Jennifer Lawrence e praticamente nos obriga a viver tudo ao lado dela, sem distância, sem alívio, tornando a experiência quase claustrofóbica;
é uma alegoria escancarada, cheia de simbolismos sobre criação, ego, fé e destruição,
mas sem qualquer preocupação em explicar suas camadas, o que pode afastar quem busca uma narrativa mais objetiva, mas ao mesmo tempo valoriza quem gosta de interpretar e sentir o filme além do óbvio. Não é fácil, não é confortável e definitivamente não é para todo mundo, mas se a ideia for sair do lugar comum e assistir algo que incomoda, provoca e continua ecoando depois dos créditos, então vale a experiência, mesmo que você termine sem saber exatamente o que viu, mas com a certeza de que foi impactado.
Assisti ao filme esperando apenas uma ficção científica curiosa dos anos 50, mas encontrei uma reflexão surpreendentemente profunda. O final, ao mesmo tempo catártico e anticlimático, transforma a história numa meditação filosófica sobre nossa pequenez e nosso lugar no universo.
Fui assistir ao filme com baixas expectativas e me surpreendi positivamente. Entretanto, ainda não é, nem de longe, um dos melhores da franquia. A inclusão da franquia Alien com canônica dá um ar especial ao filme. O ponto baixo ainda é o fato do Predador ser aqui uma figura completamente diferente daquela ameaça invisível que conhecemos em 1987 e que era capaz de subjugar nossa maior referência em termos de brucutus naquele momento,
O filme tem um começo lento mas que tem um propósito que o torna diferente de outros filmes do gênero. Ele faz o telespectador criar conexão com os personagens e se importar com eles, diferente de filmes com múltiplas mortes, que colocam um número enorme de personagens apenas para criar cenas de gore. Ele possui uma trilha sonora e uma mixagem de som sensacionais, que nos faz estar o tempo todo imerso no filme e esperando sempre o próximo som, a próxima música.
Quando criança eu lembro de acordar cedo todo domingo para esperar a corrida, para ver o Ayrton Senna brilhando nas pistas. Após a morte dele confesso que nunca mais a Fórmula 1 teve o mesmo brilho. Nunca mais tive vontade de acordar cedo para ver uma corrida. Este documentário me levou para uma era que há muito estava guardada em minha memória e conseguiu despertar em mim novamente a vontade de ver mais uma vez uma corrida onde pilotos e máquinas são levados ao limite!
É interessante assistir a um filme que representa o adoecimento mental e a internação psiquiátrica num período anterior ao advento da farmacoterapia. Se hoje nós tentarmos produzir um filme que se situa temporalmente na mesma época que o filme se situa teremos o viés de saber que dali a alguns anos a clopromazina se tornaria uma revolução na intervenção psiquiátrica, algo que roteiristas e diretor não tinham ao produzirem essa obra. A psicanálise está obviamente em alta naquele momento. É possível vermos no consultório do psiquiatra a foto de Freud, bem como algumas referências bastantes claras, como o complexo de Electra (descrito pelo também analista Jung), o processo transferencial no vínculo terapêutico, a manifestação do ciúme, enfim, uma obra que vale ser vista por qualquer entusiasta da psiquiatria e psicologia.
O filme segue a linha dos terrores "teen" dos anos 1990, em que há algo que vai seguir os jovens e matá-los em sequência a partir de algo que acontece no início do filme. Como todo terror americano juvenil, ele precisa explicar demais e acaba voltando muitas vezes para a explicação inicial... Outro maneirismo, esse aqui salta aos olhos, é o excesso de "jump scare". O filme tem uma estética legal, consegue criar um bom clima de suspense, os efeitos são bons, mas se torna muito previsível.
Bullitt
3.8 102A cena de perseguição nas ruas de San Francisco sem trilha, apenas com os motores do Mustang e do Charger fazem você sentar na ponta da cadeira para assistir!
O filme merecia um remake para as gerações atuais, mas com a mesma ideia da produção original, colocando carros de verdade para voar pelas ruas da cidade!
Mãe!
4.0 3,9KEsse não é um filme para assistir com conforto, é um filme para sentir desconforto, daqueles que começam quase como um drama intimista e rapidamente se transformam em um caos sufocante. Darren Aronofsky traz uma proposta clara de provocar mais do que agradar; a câmera cola na Jennifer Lawrence e praticamente nos obriga a viver tudo ao lado dela, sem distância, sem alívio, tornando a experiência quase claustrofóbica;
é uma alegoria escancarada, cheia de simbolismos sobre criação, ego, fé e destruição,
O Incrível Homem Que Encolheu
4.1 123Assisti ao filme esperando apenas uma ficção científica curiosa dos anos 50, mas encontrei uma reflexão surpreendentemente profunda. O final, ao mesmo tempo catártico e anticlimático, transforma a história numa meditação filosófica sobre nossa pequenez e nosso lugar no universo.
Predador: Terras Selvagens
3.5 318 Assista AgoraFui assistir ao filme com baixas expectativas e me surpreendi positivamente. Entretanto, ainda não é, nem de longe, um dos melhores da franquia.
A inclusão da franquia Alien com canônica dá um ar especial ao filme.
O ponto baixo ainda é o fato do Predador ser aqui uma figura completamente diferente daquela ameaça invisível que conhecemos em 1987 e que era capaz de subjugar nossa maior referência em termos de brucutus naquele momento,
sendo aqui um mero alienígena que busca provar sua capacidade para um pai retratado como cruel e frio.
Pecadores
4.0 1,3K Assista AgoraO filme tem um começo lento mas que tem um propósito que o torna diferente de outros filmes do gênero. Ele faz o telespectador criar conexão com os personagens e se importar com eles, diferente de filmes com múltiplas mortes, que colocam um número enorme de personagens apenas para criar cenas de gore.
Ele possui uma trilha sonora e uma mixagem de som sensacionais, que nos faz estar o tempo todo imerso no filme e esperando sempre o próximo som, a próxima música.
1: Vida no Limite
4.8 1Quando criança eu lembro de acordar cedo todo domingo para esperar a corrida, para ver o Ayrton Senna brilhando nas pistas.
Após a morte dele confesso que nunca mais a Fórmula 1 teve o mesmo brilho. Nunca mais tive vontade de acordar cedo para ver uma corrida.
Este documentário me levou para uma era que há muito estava guardada em minha memória e conseguiu despertar em mim novamente a vontade de ver mais uma vez uma corrida onde pilotos e máquinas são levados ao limite!
A Cova da Serpente
4.0 45É interessante assistir a um filme que representa o adoecimento mental e a internação psiquiátrica num período anterior ao advento da farmacoterapia.
Se hoje nós tentarmos produzir um filme que se situa temporalmente na mesma época que o filme se situa teremos o viés de saber que dali a alguns anos a clopromazina se tornaria uma revolução na intervenção psiquiátrica, algo que roteiristas e diretor não tinham ao produzirem essa obra.
A psicanálise está obviamente em alta naquele momento. É possível vermos no consultório do psiquiatra a foto de Freud, bem como algumas referências bastantes claras, como o complexo de Electra (descrito pelo também analista Jung), o processo transferencial no vínculo terapêutico, a manifestação do ciúme, enfim, uma obra que vale ser vista por qualquer entusiasta da psiquiatria e psicologia.
O Tarô da Morte
2.3 221 Assista AgoraO filme segue a linha dos terrores "teen" dos anos 1990, em que há algo que vai seguir os jovens e matá-los em sequência a partir de algo que acontece no início do filme.
Como todo terror americano juvenil, ele precisa explicar demais e acaba voltando muitas vezes para a explicação inicial...
Outro maneirismo, esse aqui salta aos olhos, é o excesso de "jump scare".
O filme tem uma estética legal, consegue criar um bom clima de suspense, os efeitos são bons, mas se torna muito previsível.
3/5
No Lugar Errado
1.8 23O pior filme que já vi na minha vida! Qualquer criança com uma tekpix faria um trabalho melhor!