Um amorzinho de filme que coloca em questão o papel dos pais e educadores e toda a educação tradicional. A cada segundo que se passava eu só conseguia amar mais cada um dos personagens.
“If you assume that there is no hope, you guarantee that there will be no hope. If you assume that there is an instinct for freedom, that there are opportunities to change things, then there is a possibility that you can contribute to making a better world.”
Não sei se atordoado é a palavra correta mas com certeza paralisado e incomodado são algumas das sensações.
Como um todo, eu acho que Elle não me elevou tanto quanto gostaria. Apesar dos incríveis momentos de Huppert em cena, tive a impressão que a abordagem subvertida do filme é mais forte que o mesmo.
Talvez o que me deixou mais perturbado foi a dose cavalar de psicopatia da personagem principal mascarada de auto-segurança que era impressa em cada cena de forma muito natural. A maneira com a qual ela causava uma destruição em massa de todas as relações ao seu redor com uma elegância soberba era absurda!! E sobre a romantização... Era melhor não.
Eu queria muito não ter visto esse filme, tinha uma expectativa completamente diferente e saí muito frustrado e decepcionado. Salvo alguns pequenos e rápidos momentos de sobriedade e destreza, o filme se banha o tempo todo de uma falsa lucidez em que só o diretor sai ganhando no final.
São diversos e infinitos os momentos em que o diretor assume uma liberdade criativa pra se auto satisfazer com cenas visualmente - e por vezes simetricamente - impecáveis que falam de nada. Não existe uma razão, não existe uma metáfora/analogia/síncrese no final do túnel, apenas uma masturbação visual do próprio diretor que um roteiro raso não consegue sustentar.
Salvo: - A cena do shoot com o fundo branco e a tinta dourada, eu achei muito maravilhosa - A Abbey Lee na cena do banheiro, eu vivi - "They wanna be me!" - "Are you food or are you sex?"
E se aquilo que nós conhecemos como mundo não existir? E se tudo que entendemos e fomos ensinados fizer parte de uma grande rede conspirativa que tenta controlar nossas mentes?
À parte da direção que me incomodou eternamente e do final que atacou meu TOC, achei incrível, um tanto bizarro mas nem um pouco perturbador... As diversas analogias que poderiam ser feitas são um convite à reflexão e fiquei muito curioso sobre outros projetos do mesmo diretor.
Moonlight: Sob a Luz do Luar
4.1 2,4K Assista AgoraÉ tão real que dói </3
Capitão Fantástico
4.4 2,7K Assista AgoraUm amorzinho de filme que coloca em questão o papel dos pais e educadores e toda a educação tradicional. A cada segundo que se passava eu só conseguia amar mais cada um dos personagens.
“If you assume that there is no hope, you guarantee that there will be no hope. If you assume that there is an instinct for freedom, that there are opportunities to change things, then there is a possibility that you can contribute to making a better world.”
Simplesmente amor <3
Elle
3.8 882Não sei se atordoado é a palavra correta mas com certeza paralisado e incomodado são algumas das sensações.
Como um todo, eu acho que Elle não me elevou tanto quanto gostaria. Apesar dos incríveis momentos de Huppert em cena, tive a impressão que a abordagem subvertida do filme é mais forte que o mesmo.
Talvez o que me deixou mais perturbado foi a dose cavalar de psicopatia da personagem principal mascarada de auto-segurança que era impressa em cada cena de forma muito natural. A maneira com a qual ela causava uma destruição em massa de todas as relações ao seu redor com uma elegância soberba era absurda!! E sobre a romantização... Era melhor não.
Demônio de Neon
3.2 1,2K Assista AgoraEu queria muito não ter visto esse filme, tinha uma expectativa completamente diferente e saí muito frustrado e decepcionado. Salvo alguns pequenos e rápidos momentos de sobriedade e destreza, o filme se banha o tempo todo de uma falsa lucidez em que só o diretor sai ganhando no final.
São diversos e infinitos os momentos em que o diretor assume uma liberdade criativa pra se auto satisfazer com cenas visualmente - e por vezes simetricamente - impecáveis que falam de nada. Não existe uma razão, não existe uma metáfora/analogia/síncrese no final do túnel, apenas uma masturbação visual do próprio diretor que um roteiro raso não consegue sustentar.
Uma pena porque eu queria muito ter gostado.
Salvo:
- A cena do shoot com o fundo branco e a tinta dourada, eu achei muito maravilhosa
- A Abbey Lee na cena do banheiro, eu vivi
- "They wanna be me!"
- "Are you food or are you sex?"
Dente Canino
3.8 1,2K Assista AgoraUm filme sobre uma ideia experimental/conspiratória - à la o mito da caverna - que provavelmente já passou pela cabeça de todo mundo:
E se aquilo que nós conhecemos como mundo não existir? E se tudo que entendemos e fomos ensinados fizer parte de uma grande rede conspirativa que tenta controlar nossas mentes?
À parte da direção que me incomodou eternamente e do final que atacou meu TOC, achei incrível, um tanto bizarro mas nem um pouco perturbador... As diversas analogias que poderiam ser feitas são um convite à reflexão e fiquei muito curioso sobre outros projetos do mesmo diretor.