Uma pena a série ter uma história tão fraca. Para quem ama filmes de espionagem, conspirações governamentais, agentes secretos e tal não recomendo nem um pouco. A história não tem muito sentido, Hanna desde a primeira temporada matou, traiu e mudou de lado, mesmo assim a organização foi lá treinou, deu missões e confiança para ela, continuar fazendo a mesma coisa. Esse e muita outras coisas não batem e deixam a historia fraca e sem graça. As atuações são sim boas, somente isso.
Essa série com certeza tem seu diferencial, muito sóbria, pé no chão e realista. Aqui não há heróis e nem vilões, apenas indivíduos buscando suas verdades.
Philip é o personagem mais sensível e introspectivo, com arrependimentos e dilemas. Dividido entre sua ideologia comunista e a vida americana que abraçou e aprendeu a gostar. Distante da sua nação de origem há muito tempo, não vê mais sentido em suas ações dilacerantes.
Elizabeth é o oposto, uma idealista, que abriu mão de tudo em nome da sua nação e ideologia, sua dignidade, moral, compaixão e família. Resultado do seu passado terrível de guerras, pobreza, privações e do treinamento cruel.
Em fim, é uma série boa, foge desse senso comum de moralidade. Mas peca um pouco na execução, desenvolvimento dos personagens e no ritmo. Mesmo assim, vale apena assistir, com certeza é uma serie que nos faz refletir
Um dos melhores animes que eu assisti nos últimos anos. Apesar de ter lá seus 25 anos de existência, e parecer um tanto datado, o anime é muito interessante. O que mais gostei foi o protagonista, Shinji, fugir completamente do padrão dos animes, é um jovem depressivo, desmotivado e sem reação em um mundo completamente perdido, que luta para sobreviver sobre ameças constantes de monstros gigantes.
No fim, na minha opinião, o anime é sobre solidão, medo e como as relações humanas são necessárias e, ao mesmo tempo, dolorosas. Sofremos na falta, e com a presença também, pois, somos magoados, traídos e abandonados em algum momento. Shinji vive preso nessa dicotomia, escolhe viver sem laços e com uma enorme indiferença sobre o mundo, mas no fim, amadurece e aprende que tem o poder de escolha, de como viver e lidar consigo mesmo.
Muito foda essa ultima temporada, mesmo com vários problemas de desenvolvimento na minha opinião. Faltou mais complexidade para essa Los Angeles do futuro, em alguns momentos, não há muita vida, pessoas e outros tipos de maquinas/robô. Dolores tira de letra adaptação a esse novo universo, o que achei ruim, esperava que fosse mais desafiante, tudo parece muito previsível para ela..
Caleb tem um protagonismo que ficou no meio termo, parece um cachorro perdido seguindo Dolores. Sendo que é um personagem muito interessante, poderia ter uma evolução muito melhor..
Em fim, acho que faltou mais episodios para dar respiro e tempo para cada personagem ganhar sua importancia na série, e no desenvolvimento de alguns pontos.
Gostei muito da série, uma das melhores do prime video, mas esse final é decepcionante. O que mais gostava era um certo realismo na trama, não existiam heróis, todos tinham que fazer seus sacrificios para defender determinados ideais, mas nessa ultima temporada romantizaram demais e deram um final muito perfeito para os "mocinhos". John Smith um dos personagens mais interessantes ficou sem muita força, Juliana Crain também, outros pontos da série sem explicação alguma e falta de sentido. Um final apressado e atrapalhado, a trama merecia um fim mais digno.
Até que a premissa da série é boa, tem uns personagens interessantes, mas com o decorrer dos episódios perde muito o rumo. A necessidade de lacrar ficou bem estranho e contraditório, ainda mais quando a ideia é ser mais divertida, engraçada e descontraída. Um tom irônico e o exagero poderia muito bem escancarar essas questões e ainda fazer parte desse universo doido e desconexo.
Adorei a série. Ritmo implacável, lento e provocativo. Um verdadeiro dane-se para quem assisti, o que importa aqui é a arte, a composição, as cores e a violência. Assistimos uma tela de pintura em movimento com as cores vibrantes: roxo, vermelho e azul que permeiam todos episódios. Os personagens são desprovidos de vida, são bonecos, com falas rasas e monossilábicas. Tudo é muito irônico, o que cada personagem e instituições representam. Não há heróis e vitórias, nada importa muito, a sensação que temos é a loucura e falta de sentido.
Basicamente nessa segunda temporada gira entorno dos culpados, tudo é culpa do outro e dos adultos que não entendem adolescente cheios de segredos mirabolantes (sim, bizarro). A narrativa fica nesse coitadismo, no simplismo,de personagens caricatos e rasos. Não vale apena.
Os personagens são muito caricatos, fica muito chato.. uma mulher que é um gênio da engenharia, que sempre ta certa. O marido, um gorila que só tem a força e arrependimento pra oferecer. Uma menina de 17 anos que já é médica. Outra que é a boba da corte, que n contribui com quase nada. E um menino inseguro e ingenuo. Tudo bem ter essas representações, mas poderia fazer personagens mais interessantes e factíveis, com mais vida e personalidade.
Uma das melhores séries, na minha opinião, com uma ambientação impecável para o que foi proposto, e ótimas atuações. A história é muito bem conduzida, bem madura, apesar de possuir um ritmo lento, eu gostei, mas não deve agradar a todos. O ponto mais interessante da história: não existem "bonzinhos", todos tem que fazer seus sacrifícios em nome de um suposto bem maior, inclusive atrocidades. A distopia é a realidade da tragédia humana, por isso, que funciona, pois não busca criar heróis, mas sim reproduzir o que o homem o é.
Uma pena que série tenha perdido uma boa oportunidade para discutir diversas questões importantes. Tudo por conta de querer por acima de tudo um discurso, que simplificou e criou personagens rasos. As histórias contadas pelas fitas são tendenciosas, um narrador póstumo que narra da maneira como convém, o que poderia ter sido muito melhor explorado, mostrando o ponto de vista dos outros personagens, dando densidade e complexidade para trama.
Mas, eu achei, a estrutura narrativa bacana, Hannah tornou-se quase como um fantasma, assombrando e remoendo as tragédias individuais. Poderia ter sido mais explorado, tem uma trilha sonora sombria, nesse aspecto a série poderia ter feito muito mais. Uma pena
Hanna (3ª Temporada)
3.6 21 Assista AgoraUma pena a série ter uma história tão fraca. Para quem ama filmes de espionagem, conspirações governamentais, agentes secretos e tal não recomendo nem um pouco. A história não tem muito sentido, Hanna desde a primeira temporada matou, traiu e mudou de lado, mesmo assim a organização foi lá treinou, deu missões e confiança para ela, continuar fazendo a mesma coisa. Esse e muita outras coisas não batem e deixam a historia fraca e sem graça. As atuações são sim boas, somente isso.
The Americans (6ª Temporada)
4.6 95Essa série com certeza tem seu diferencial, muito sóbria, pé no chão e realista. Aqui não há heróis e nem vilões, apenas indivíduos buscando suas verdades.
Philip é o personagem mais sensível e introspectivo, com arrependimentos e dilemas. Dividido entre sua ideologia comunista e a vida americana que abraçou e aprendeu a gostar. Distante da sua nação de origem há muito tempo, não vê mais sentido em suas ações dilacerantes.
Elizabeth é o oposto, uma idealista, que abriu mão de tudo em nome da sua nação e ideologia, sua dignidade, moral, compaixão e família. Resultado do seu passado terrível de guerras, pobreza, privações e do treinamento cruel.
Em fim, é uma série boa, foge desse senso comum de moralidade. Mas peca um pouco na execução, desenvolvimento dos personagens e no ritmo. Mesmo assim, vale apena assistir, com certeza é uma serie que nos faz refletir
Neon Genesis Evangelion
4.5 346 Assista AgoraUm dos melhores animes que eu assisti nos últimos anos. Apesar de ter lá seus 25 anos de existência, e parecer um tanto datado, o anime é muito interessante. O que mais gostei foi o protagonista, Shinji, fugir completamente do padrão dos animes, é um jovem depressivo, desmotivado e sem reação em um mundo completamente perdido, que luta para sobreviver sobre ameças constantes de monstros gigantes.
No fim, na minha opinião, o anime é sobre solidão, medo e como as relações humanas são necessárias e, ao mesmo tempo, dolorosas. Sofremos na falta, e com a presença também, pois, somos magoados, traídos e abandonados em algum momento. Shinji vive preso nessa dicotomia, escolhe viver sem laços e com uma enorme indiferença sobre o mundo, mas no fim, amadurece e aprende que tem o poder de escolha, de como viver e lidar consigo mesmo.
Westworld (3ª Temporada)
3.6 320Muito foda essa ultima temporada, mesmo com vários problemas de desenvolvimento na minha opinião. Faltou mais complexidade para essa Los Angeles do futuro, em alguns momentos, não há muita vida, pessoas e outros tipos de maquinas/robô. Dolores tira de letra adaptação a esse novo universo, o que achei ruim, esperava que fosse mais desafiante, tudo parece muito previsível para ela..
Caleb tem um protagonismo que ficou no meio termo, parece um cachorro perdido seguindo Dolores. Sendo que é um personagem muito interessante, poderia ter uma evolução muito melhor..
Em fim, acho que faltou mais episodios para dar respiro e tempo para cada personagem ganhar sua importancia na série, e no desenvolvimento de alguns pontos.
O Homem do Castelo Alto (4ª Temporada)
3.7 122Gostei muito da série, uma das melhores do prime video, mas esse final é decepcionante. O que mais gostava era um certo realismo na trama, não existiam heróis, todos tinham que fazer seus sacrificios para defender determinados ideais, mas nessa ultima temporada romantizaram demais e deram um final muito perfeito para os "mocinhos". John Smith um dos personagens mais interessantes ficou sem muita força, Juliana Crain também, outros pontos da série sem explicação alguma e falta de sentido. Um final apressado e atrapalhado, a trama merecia um fim mais digno.
Daybreak (1ª Temporada)
3.2 101 Assista AgoraAté que a premissa da série é boa, tem uns personagens interessantes, mas com o decorrer dos episódios perde muito o rumo. A necessidade de lacrar ficou bem estranho e contraditório, ainda mais quando a ideia é ser mais divertida, engraçada e descontraída. Um tom irônico e o exagero poderia muito bem escancarar essas questões e ainda fazer parte desse universo doido e desconexo.
Muito Velho Para Morrer Jovem
3.9 59 Assista AgoraAdorei a série. Ritmo implacável, lento e provocativo. Um verdadeiro dane-se para quem assisti, o que importa aqui é a arte, a composição, as cores e a violência. Assistimos uma tela de pintura em movimento com as cores vibrantes: roxo, vermelho e azul que permeiam todos episódios. Os personagens são desprovidos de vida, são bonecos, com falas rasas e monossilábicas. Tudo é muito irônico, o que cada personagem e instituições representam. Não há heróis e vitórias, nada importa muito, a sensação que temos é a loucura e falta de sentido.
13 Reasons Why (2ª Temporada)
3.2 587 Assista AgoraBasicamente nessa segunda temporada gira entorno dos culpados, tudo é culpa do outro e dos adultos que não entendem adolescente cheios de segredos mirabolantes (sim, bizarro). A narrativa fica nesse coitadismo, no simplismo,de personagens caricatos e rasos. Não vale apena.
Perdidos no Espaço (1ª Temporada)
3.7 266 Assista AgoraOs personagens são muito caricatos, fica muito chato.. uma mulher que é um gênio da engenharia, que sempre ta certa. O marido, um gorila que só tem a força e arrependimento pra oferecer. Uma menina de 17 anos que já é médica. Outra que é a boba da corte, que n contribui com quase nada. E um menino inseguro e ingenuo. Tudo bem ter essas representações, mas poderia fazer personagens mais interessantes e factíveis, com mais vida e personalidade.
O Homem do Castelo Alto (1ª Temporada)
4.1 212Uma das melhores séries, na minha opinião, com uma ambientação impecável para o que foi proposto, e ótimas atuações. A história é muito bem conduzida, bem madura, apesar de possuir um ritmo lento, eu gostei, mas não deve agradar a todos. O ponto mais interessante da história: não existem "bonzinhos", todos tem que fazer seus sacrifícios em nome de um suposto bem maior, inclusive atrocidades. A distopia é a realidade da tragédia humana, por isso, que funciona, pois não busca criar heróis, mas sim reproduzir o que o homem o é.
13 Reasons Why (1ª Temporada)
3.8 1,5K Assista AgoraUma pena que série tenha perdido uma boa oportunidade para discutir diversas questões importantes. Tudo por conta de querer por acima de tudo um discurso, que simplificou e criou personagens rasos. As histórias contadas pelas fitas são tendenciosas, um narrador póstumo que narra da maneira como convém, o que poderia ter sido muito melhor explorado, mostrando o ponto de vista dos outros personagens, dando densidade e complexidade para trama.
Mas, eu achei, a estrutura narrativa bacana, Hannah tornou-se quase como um fantasma, assombrando e remoendo as tragédias individuais. Poderia ter sido mais explorado, tem uma trilha sonora sombria, nesse aspecto a série poderia ter feito muito mais. Uma pena
E os pais, na luta por "justiça", só reforça esse discurso de vitimização, soa um tanto ridículo, essa busca por culpados.