Que coisa... E eu que achei que Bezerra de Menezes seria o pior filme espirita que teria que assistir, tive o desalento de ser convidado para O nosso Lar, uma fraude, verdadeiro pistache, mistureba de quem não conhece a obra de André Luiz. Agora veio esse filme, do mesmo diretor, também péssimo. No Bezerra de Menezes tínhamos o sr Carlos Vereza no papel principal, ator da mais fina linhagem. Mas nesse desastroso Allan Kardec, não temos nadinha de nada. Um vácuo, esses pseudos espiritas tão criando nova categoria: Cinevácuo. O pior destaque é a fotografia, iluminação (literalmente a luz de velas). Aí que saudade do cinema argentino... Continuamos sem uma cinebiografia de Bezerra de Menezes e agora chega à lista: Allan Kardec. Ao menos a do Chico tá salva...
Êita, filme ruinzinho, péssimo mesmo. Ele é de 2008 dois anos depois veríamos como uma biografia pode ser bem conduzida em Chico Xavier. O personagem histórico transcende ao meio espírita e teve mesmo uma vida incrível que vale MUITÍSSIMO ser contada. Mas NÃO de forma tão enfadonha e caricata. Chega-se ao ponto de um figurante ter por três vezes consecutivas a mesmíssima reação e está enquadrado logo atrás do protagonista. Isso se dá numa cena na sala de aula na faculdade. Nem o competentíssimo Vereza salvou o personagem que passa mais tempo em silêncio fazendo fundo para uma bruxuleante locução em primeira pessoa. Continuamos sem uma cinebiografia de Bezerra de Menezes. Um fiasco, mais um...
Cara, esquece a história, esquece a produção australiana, esquece a falta de talento da direção. Mira na Noomi, é o bastante.
É que a Noomi predomina de tal maneira com uma atuação inventiva, surpreendente que a única forma de comentar seria revelando o enredo. Essa moça..., como ela encontra essas personagens.
Atuação surpreendente, como sempre, mas numa histórica descartável. O truque é que Noomi pega o espectador do inicio do filme, sem se quer deixa-lo se acomodar na cadeira. Arrasta-o ao longo do filme todo mostrando uma só ponto de vista sem trégua e só larga no final qd a história da uma bela reviravolta. Só aí a gente pega folego, mas já é tarde, o feitiço da interpretação fez seu encantamento.
Excelente atuação, impossível não se deixar levar, mesmo numa segunda vez. Densa, segura, detalhista, minimalista, eficiente. É uma delicia assistir essa moça atuando. É aquele tipo de interpretação que vc esquece que ela é uma personagem e fica com raiva da pessoa.
Mas a história é boba, previsível, o restante do elenco nada faz. O roteiro adaptado do francês, sem vivacidade nem definição. Podia ter explorado psicologicamente o drama, mas ficou no raso.
Eu daria 4 estrelas por conta da atuação de Noomi Rapace, mas não seria justo. Embora o filme só valha pela por ela.
Tocar violão mal todo mundo acha que toca, a maioria. No entanto o violão é considerado por muitos uns dos instrumentos mais completos e complexos.
O cinema deve ser igual. Uma arte que emociona, mas é, essencialmente, intelectual. Produção mental que emociona quem produz e quem assiste.
Esse filme é chato, muito lento. Uma versão genérica de Hitchcock e Tarantino. Plasticamente é muito bem executado. Mas o argumento tropeça no roteiro ou vice-versa. E a narrativa se arrasta nessa discórdia básica e personagens amorfas.
O que salvaria é acompanhar esse início de carreira de mais uma excelente promessa: “Freya Mavor” que vem crescendo em produções muito consistentes. Vale conferir mais esse esforço em transitar da TV pra Hollywood. No mais não perca seu tempo, essa uma hora e meia de filme parece uma tortura interminável de três horas num cinema velho.
Gosto de filme assim, bem-intencionado. Mesmo qdo ele próprio não resolve toda a reflexão, mas é arejado o suficiente pro espectador completar os espaços vazios. Uma obra delicada, bem trabalhadinha, dramaturgicamente competente, tecnicamente bem resolvida. Promete mais do que entrega, ainda assim nos deixa alçar voos. O que já é suficiente.
Pra quem tem como super-heróis como Fred Flintstone e George Jetson uma historieta como essa é o bastante.
Emma Roberts, como sempre, tá ótima e salva bem a personagem. Já Freddie Highmore tá meio mais do mesmo, mas gosto dele pra caramba. Então sou suspeito. Mas ele tá bem, sim.
Um típico dramazinho adolescente, meio intelectualizado á lá NY, meio moderninho com diálogos cativantes. Sei lá, dá pra divertir e deixa uma certa alegria que a coisa toda pode, mesmo, valer a pena. Embora o final seja, argh...
Quando a gente pensa que o cinema rodou de vez vem um cara novo e mostra que há muito o que ser filmado. Caso for ver esse filme nem pense em pipoca porque não combina, não vai ter como fazer duas coisas ao mesmo tempo. Tome sua água e se ponha bem confortável porque vc será tomada sum solavanco que vai lhe soltar só depois do final. E respire, respire antes porque durante tb não dá, a levada é de tirar o folego. Não satisfeito em conceber o argumento o cara escreveu, dirigiu e produziu o filme. E se deu bem, muito. Filmaço! Fica parecendo que o Newton olhou pra Nicholson e pensou: “Vou escrever uma personagem pra ela”. E a atriz, Nicholson, coube à perfeição. Ela que é a responsável por lhe trancar no enredo e deixar desembarcar só no final da história. Com uma interpretação eletrizante, magnética à flor da pele. Baita atriz! A direção é discreta e competente, ao mesmo tempo jovial e intensa. Fotografia despretensiosa e eficaz, sem perder a beleza estética. Trilha sonora nem precisou, mas o diretor lhe põe dentro de um clube de jazz na hora certa do enredo, a música que entra parece um oásis pra gente se refazer se preparando pro final genial. Como diria Oswald de Andrade: poucos alcançarão esse refinado biscoito. Confira!
Olha, não se trata de um filme e sim de um filme de animação, portanto quem for assistir vai ver um “desenho animado” e não um filme em sí. Outra coisa, não é um filme budista e nem de uma história budista, tão pouco uma lenda japonesa. É uma fábula indiana (a origem do budismo é na índia e não no Japão) que pretende, alegoricamente, contar a saga do ser humano no Planeta com valores e visão da época em que foi difundida, muitas eras atrás sem data precisa. Essa lenda milenar foi adotada pela seita budista “Jodo Shinshu Shinrankai” e daí a ideia de seja originalmente uma lenda budista e até verídica. O que vemos é a versão japonesa, também muito antiga, estima-se em 800 anos atrás, de uma lenda indiana muitíssimo mais antiga. E no Japão foi revestida pelos valores budistas. O que temos aqui é uma animação, atual, do livro (esse, sim, escrito por erudito em budismo) feita por profissionais do cinema japonês contemporâneo e não por budistas. Mas, sim, essa versão, tanto do livro como do filme, é a versão da seita que se confunde com sua própria história. E aqui pode parecer ainda mais um mero filme doutrinário. Outra ressalva é que a animação pretendia comunicar-se com o público infantil, obviamente japonês. Apresentando uma versão mais otimista da Vida para aqueles que estão embarcando no Planeta agora e vendo tanta discórdia e conflitos. A reação positiva e receptiva do público em geral ao filme foi uma surpresa, tanto que, desde seu lançamento, ele vem sendo exibido em espaços públicos e privados e já se vão 13 anos de veiculação ininterrupta. A animação ficou a cargo de Hideaki Ôba que em si traz um discurso mais reflexivo e plácido, nada a ver com as ações acrobáticas dos animês tradicionais muitas das vezes ao molde da escola de Hayao Miyazaki da qual foi discípulo. Esse discurso filosófico acontece através de traços muitas vezes bucólicos com cenas longas e muito silêncio. Bem ao sabor oriental mesmo. Enfim, para nossa cultura e atual ou a falta dela é uma animação mais indicada aos adultos e aos menos fogosos. Agora, dá pra assisti-lo sem esse viés religioso, porém com uma reflexão filosófica de autoconhecimento da vida e como a vivemos atualmente. Um belo trabalho para quem pode dispor de tempo para filosofar sobre si mesmo e sem culpa.
O filme entrega o que promete. O suspense é comedido e bem evoluído. A história foca mais no confronto ideológico entre o algoz e suas vítimas. Oscar Issac, um dos produtores, está bem resolvido na personagem. Uma produção discreta e eficiente. Do ponto de vista ideológico foi ótimo ter sido distribuído pela Netfilx, assim o publico deve ter sido maior.
Êita que filme bom demais, sô. O diretor já disse ao que veio e foi loquaz até agora. Messe filme acertou a mão em cheio numa estória simples e profunda. O filme brilha só em seu repertório dispensando comparações. Mostrando o cotidiano das mazelas familiares e as fragilidades da futilidade social onde não se tem onde se agarrar. Tecnicamente impecável com um elenco primoroso. Um enredo bem roteirizado e um final honesto. Mais que um entretenimento um excelente filme imperdível.
Olha, o filme é ruim MESMO! Todo confuso. O diretor errou feio em escolhas completamente equivocadas desperdiçando uma história até boa com uma temática bastante atual. Do roteiro, ritmo, trama péssimos e final duvidoso nada se salva. Porém, se vc é daquelas pessoas que desconfiavam, desde de House MD, que a atriz Olivia Wilde um dia seria ótima e dedicada ao ofício da dramaturgia. Sua oportunidade de confirmar isso chegou. Só por isso, se justificaria desperdiçar seu tempo com esse filmeco ruim de doer os dentes. Aí, sim, acertou! Com a dificuldade de bons e sérios filmes para adultos na Hollywood atual e quase falida. Só por isso Olivia deve ter aceitado esse projeto. Qto a nós e por isso mesmo dificilmente teremos outra chance de ve-la como aqui. Do contrário esqueça...
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Kardec: A História Por Trás do Nome
3.2 149Que coisa... E eu que achei que Bezerra de Menezes seria o pior filme espirita que teria que assistir, tive o desalento de ser convidado para O nosso Lar, uma fraude, verdadeiro pistache, mistureba de quem não conhece a obra de André Luiz. Agora veio esse filme, do mesmo diretor, também péssimo.
No Bezerra de Menezes tínhamos o sr Carlos Vereza no papel principal, ator da mais fina linhagem. Mas nesse desastroso Allan Kardec, não temos nadinha de nada. Um vácuo, esses pseudos espiritas tão criando nova categoria: Cinevácuo.
O pior destaque é a fotografia, iluminação (literalmente a luz de velas). Aí que saudade do cinema argentino...
Continuamos sem uma cinebiografia de Bezerra de Menezes e agora chega à lista: Allan Kardec. Ao menos a do Chico tá salva...
Bezerra de Menezes: O Diário de um Espírito
2.8 84Êita, filme ruinzinho, péssimo mesmo.
Ele é de 2008 dois anos depois veríamos como uma biografia pode ser bem conduzida em Chico Xavier.
O personagem histórico transcende ao meio espírita e teve mesmo uma vida incrível que vale MUITÍSSIMO ser contada. Mas NÃO de forma tão enfadonha e caricata. Chega-se ao ponto de um figurante ter por três vezes consecutivas a mesmíssima reação e está enquadrado logo atrás do protagonista. Isso se dá numa cena na sala de aula na faculdade.
Nem o competentíssimo Vereza salvou o personagem que passa mais tempo em silêncio fazendo fundo para uma bruxuleante locução em primeira pessoa.
Continuamos sem uma cinebiografia de Bezerra de Menezes. Um fiasco, mais um...
Anjo Meu
3.3 98Cara, esquece a história, esquece a produção australiana, esquece a falta de talento da direção. Mira na Noomi, é o bastante.
É que a Noomi predomina de tal maneira com uma atuação inventiva, surpreendente que a única forma de comentar seria revelando o enredo. Essa moça..., como ela encontra essas personagens.
Atuação surpreendente, como sempre, mas numa histórica descartável.
O truque é que Noomi pega o espectador do inicio do filme, sem se quer deixa-lo se acomodar na cadeira. Arrasta-o ao longo do filme todo mostrando uma só ponto de vista sem trégua e só larga no final qd a história da uma bela reviravolta. Só aí a gente pega folego, mas já é tarde, o feitiço da interpretação fez seu encantamento.
Excelente atuação, impossível não se deixar levar, mesmo numa segunda vez. Densa, segura, detalhista, minimalista, eficiente. É uma delicia assistir essa moça atuando. É aquele tipo de interpretação que vc esquece que ela é uma personagem e fica com raiva da pessoa.
Mas a história é boba, previsível, o restante do elenco nada faz. O roteiro adaptado do francês, sem vivacidade nem definição. Podia ter explorado psicologicamente o drama, mas ficou no raso.
Eu daria 4 estrelas por conta da atuação de Noomi Rapace, mas não seria justo. Embora o filme só valha pela por ela.
Uma Dama de Óculos Escuros Com Uma Arma no Carro
3.1 18Tocar violão mal todo mundo acha que toca, a maioria. No entanto o violão é considerado por muitos uns dos instrumentos mais completos e complexos.
O cinema deve ser igual. Uma arte que emociona, mas é, essencialmente, intelectual. Produção mental que emociona quem produz e quem assiste.
Esse filme é chato, muito lento. Uma versão genérica de Hitchcock e Tarantino. Plasticamente é muito bem executado. Mas o argumento tropeça no roteiro ou vice-versa. E a narrativa se arrasta nessa discórdia básica e personagens amorfas.
O que salvaria é acompanhar esse início de carreira de mais uma excelente promessa: “Freya Mavor” que vem crescendo em produções muito consistentes. Vale conferir mais esse esforço em transitar da TV pra Hollywood.
No mais não perca seu tempo, essa uma hora e meia de filme parece uma tortura interminável de três horas num cinema velho.
A Arte da Conquista
3.4 903Putz, ninguém gostou do filme... Mas eu, sim.
Gosto de filme assim, bem-intencionado. Mesmo qdo ele próprio não resolve toda a reflexão, mas é arejado o suficiente pro espectador completar os espaços vazios.
Uma obra delicada, bem trabalhadinha, dramaturgicamente competente, tecnicamente bem resolvida. Promete mais do que entrega, ainda assim nos deixa alçar voos. O que já é suficiente.
Pra quem tem como super-heróis como Fred Flintstone e George Jetson uma historieta como essa é o bastante.
Emma Roberts, como sempre, tá ótima e salva bem a personagem. Já Freddie Highmore tá meio mais do mesmo, mas gosto dele pra caramba. Então sou suspeito. Mas ele tá bem, sim.
Um típico dramazinho adolescente, meio intelectualizado á lá NY, meio moderninho com diálogos cativantes. Sei lá, dá pra divertir e deixa uma certa alegria que a coisa toda pode, mesmo, valer a pena. Embora o final seja, argh...
Vai lá, dá uma chance...
Quem Somos Agora
3.5 14Quando a gente pensa que o cinema rodou de vez vem um cara novo e mostra que há muito o que ser filmado.
Caso for ver esse filme nem pense em pipoca porque não combina, não vai ter como fazer duas coisas ao mesmo tempo. Tome sua água e se ponha bem confortável porque vc será tomada sum solavanco que vai lhe soltar só depois do final. E respire, respire antes porque durante tb não dá, a levada é de tirar o folego.
Não satisfeito em conceber o argumento o cara escreveu, dirigiu e produziu o filme. E se deu bem, muito. Filmaço!
Fica parecendo que o Newton olhou pra Nicholson e pensou: “Vou escrever uma personagem pra ela”. E a atriz, Nicholson, coube à perfeição. Ela que é a responsável por lhe trancar no enredo e deixar desembarcar só no final da história. Com uma interpretação eletrizante, magnética à flor da pele. Baita atriz!
A direção é discreta e competente, ao mesmo tempo jovial e intensa. Fotografia despretensiosa e eficaz, sem perder a beleza estética. Trilha sonora nem precisou, mas o diretor lhe põe dentro de um clube de jazz na hora certa do enredo, a música que entra parece um oásis pra gente se refazer se preparando pro final genial.
Como diria Oswald de Andrade: poucos alcançarão esse refinado biscoito.
Confira!
Por Que Vivemos?
2.5 4Olha, não se trata de um filme e sim de um filme de animação, portanto quem for assistir vai ver um “desenho animado” e não um filme em sí.
Outra coisa, não é um filme budista e nem de uma história budista, tão pouco uma lenda japonesa. É uma fábula indiana (a origem do budismo é na índia e não no Japão) que pretende, alegoricamente, contar a saga do ser humano no Planeta com valores e visão da época em que foi difundida, muitas eras atrás sem data precisa.
Essa lenda milenar foi adotada pela seita budista “Jodo Shinshu Shinrankai” e daí a ideia de seja originalmente uma lenda budista e até verídica.
O que vemos é a versão japonesa, também muito antiga, estima-se em 800 anos atrás, de uma lenda indiana muitíssimo mais antiga. E no Japão foi revestida pelos valores budistas. O que temos aqui é uma animação, atual, do livro (esse, sim, escrito por erudito em budismo) feita por profissionais do cinema japonês contemporâneo e não por budistas.
Mas, sim, essa versão, tanto do livro como do filme, é a versão da seita que se confunde com sua própria história. E aqui pode parecer ainda mais um mero filme doutrinário.
Outra ressalva é que a animação pretendia comunicar-se com o público infantil, obviamente japonês. Apresentando uma versão mais otimista da Vida para aqueles que estão embarcando no Planeta agora e vendo tanta discórdia e conflitos.
A reação positiva e receptiva do público em geral ao filme foi uma surpresa, tanto que, desde seu lançamento, ele vem sendo exibido em espaços públicos e privados e já se vão 13 anos de veiculação ininterrupta.
A animação ficou a cargo de Hideaki Ôba que em si traz um discurso mais reflexivo e plácido, nada a ver com as ações acrobáticas dos animês tradicionais muitas das vezes ao molde da escola de Hayao Miyazaki da qual foi discípulo. Esse discurso filosófico acontece através de traços muitas vezes bucólicos com cenas longas e muito silêncio. Bem ao sabor oriental mesmo.
Enfim, para nossa cultura e atual ou a falta dela é uma animação mais indicada aos adultos e aos menos fogosos. Agora, dá pra assisti-lo sem esse viés religioso, porém com uma reflexão filosófica de autoconhecimento da vida e como a vivemos atualmente.
Um belo trabalho para quem pode dispor de tempo para filosofar sobre si mesmo e sem culpa.
Operação Final
3.6 122 Assista AgoraO filme entrega o que promete. O suspense é comedido e bem evoluído. A história foca mais no confronto ideológico entre o algoz e suas vítimas. Oscar Issac, um dos produtores, está bem resolvido na personagem. Uma produção discreta e eficiente. Do ponto de vista ideológico foi ótimo ter sido distribuído pela Netfilx, assim o publico deve ter sido maior.
Todos Já Sabem
3.4 225Êita que filme bom demais, sô.
O diretor já disse ao que veio e foi loquaz até agora.
Messe filme acertou a mão em cheio numa estória simples e profunda. O filme brilha só em seu repertório dispensando comparações. Mostrando o cotidiano das mazelas familiares e as fragilidades da futilidade social onde não se tem onde se agarrar.
Tecnicamente impecável com um elenco primoroso. Um enredo bem roteirizado e um final honesto.
Mais que um entretenimento um excelente filme imperdível.
A Vigilante
2.7 88Olha, o filme é ruim MESMO!
Todo confuso. O diretor errou feio em escolhas completamente equivocadas desperdiçando uma história até boa com uma temática bastante atual. Do roteiro, ritmo, trama péssimos e final duvidoso nada se salva.
Porém, se vc é daquelas pessoas que desconfiavam, desde de House MD, que a atriz Olivia Wilde um dia seria ótima e dedicada ao ofício da dramaturgia. Sua oportunidade de confirmar isso chegou. Só por isso, se justificaria desperdiçar seu tempo com esse filmeco ruim de doer os dentes. Aí, sim, acertou! Com a dificuldade de bons e sérios filmes para adultos na Hollywood atual e quase falida. Só por isso Olivia deve ter aceitado esse projeto. Qto a nós e por isso mesmo dificilmente teremos outra chance de ve-la como aqui.
Do contrário esqueça...