Independentemente de sua execução falha, a ideia de usar o vampirismo (uma troca de fluidos corporais) para discutir miscigenação e tensões raciais é brilhante e transgressora
Niven confere uma dignidade hilária e patética ao Conde. Ele não atua em uma comédia escrachada; ele mantém a gravitas de um gentleman, o que torna o absurdo ao seu redor mais engraçado
Clive Donner não decide se está fazendo uma paródia afiada à la Mel Brooks, um filme de horror leve, ou uma comédia de costumes. O ritmo é frequentemente arrastado, carecendo do timing cômico necessário para a farsa
Já pela sinopse antevia ser uma daquelas comédias vampirescas da década de setenta, uma vez que, foi nesta época que as paródias de filmes de vampiros ganharam as telas brincando com o telespectador e tirando sarro do próprio gênero terror. David Niven está impagável como Conde Drácula que necessita do sangue de mulheres bonitas. Aliás, o elenco feminino é composto por mulheres belíssimas. Nicky Henson está um charme como conquistador que precisa usar uma dentadura postiça para morder suas vítimas. Não é, com certeza, um filme marcante do gênero comédia (satiresca), mas é válido descobri-lo.
Filme sem graça. Piadas bobas, sem sagacidade nenhuma. A premissa em si até poderia construir um roteiro interessante, mas é só mais um filme com a mentalidade dos anos 1970. Bem chatinho, inclusive.
Acho interessante como a noiva do drácula ao ressuscitar se sente eufórica pelos novos tempos (ela entrou em coma como uma mulher branca na década 20/30 e ressuscita como uma mulher negra na década de 70) e pela sua nova aparência enquanto drácula é tido como ultrapassado, fora isso, fraco, principalmente a comédia. Teresa Graves está linda.
Independentemente de sua execução falha, a ideia de usar o vampirismo (uma troca de fluidos corporais) para discutir miscigenação e tensões raciais é brilhante e transgressora
Niven confere uma dignidade hilária e patética ao Conde. Ele não atua em uma comédia escrachada; ele mantém a gravitas de um gentleman, o que torna o absurdo ao seu redor mais engraçado
O Fim da Aristocracia. Modernidade.
Clive Donner não decide se está fazendo uma paródia afiada à la Mel Brooks, um filme de horror leve, ou uma comédia de costumes. O ritmo é frequentemente arrastado, carecendo do timing cômico necessário para a farsa
Redução da dignidade humana a "acidentes" (aparência, cor da pele). Ignora a "substância" da alma.
Falta de harmonia entre roteiro, estilo e mensagem. Estética caótica.
Inexistentes em personagens movidos puramente por reações fúteis nas paixões baixas e no cinismo.
Já pela sinopse antevia ser uma daquelas comédias vampirescas da década de setenta, uma vez que, foi nesta época que as paródias de filmes de vampiros ganharam as telas brincando com o telespectador e tirando sarro do próprio gênero terror. David Niven está impagável como Conde Drácula que necessita do sangue de mulheres bonitas. Aliás, o elenco feminino é composto por mulheres belíssimas. Nicky Henson está um charme como conquistador que precisa usar uma dentadura postiça para morder suas vítimas. Não é, com certeza, um filme marcante do gênero comédia (satiresca), mas é válido descobri-lo.
Filme sem graça. Piadas bobas, sem sagacidade nenhuma.
A premissa em si até poderia construir um roteiro interessante, mas é só mais um filme com a mentalidade dos anos 1970. Bem chatinho, inclusive.
Acho interessante como a noiva do drácula ao ressuscitar se sente eufórica pelos novos tempos (ela entrou em coma como uma mulher branca na década 20/30 e ressuscita como uma mulher negra na década de 70) e pela sua nova aparência enquanto drácula é tido como ultrapassado, fora isso, fraco, principalmente a comédia. Teresa Graves está linda.
Comédia sem graça. Parafraseando a capa: "Se você gostou de O Jovem Frankenstein, você não vai gostar desse filme".