Duas crianças judias alemães escapam dos nazistas durante a Segunda Guerra Mundial e precisam lidar com a tragédia de perder o tio durante a viagem. Felizmente, eles encontram um grupo teatral itinerante que os acolhe e os ajuda a chegar a seus parentes na Palestina.
Fiquei completamente apaixonada por esse filme.
Apesar de, evidentemente, o drama dos garotinhos judeus ser o destaque dramático do filme, interessou-me muito mais o modo como este diretor búlgaro tão irregular (apesar de bem-intencionado) retrata o cotidiano dos artistas mambembes em meio a guerra, construindo soluções inteligentes e tragicômicas que remeteram-me, inclusive, ao belo "Ai, Carmela!" (1990), do Carlos Saura. O final é bastante diferente, por sua vez, mas encanta assim mesmo. (WPC>)