Aventureiro enfrenta dilemas sociais, quando envolve-se com pessoas de um ramo da sociedade Tung, que controlam o tráfico de mulheres e ópio em São Francisco.
O filme não tem praticamente nada em relação ao livro em que foi baseado (Confissões de um Comedor de Ópio de Thomas de Quincey) e foi um dos piores filmes que já assisti com o Vincent Price. Dei um ponto só pela chinesinha anã que salva algumas partes. Os diálogos são fracos e cheios de clichês, as atuações são toscas e galhofeiras. Algumas tomadas são interessantes, mas a própria narrativa deixa essas tomadas sem sentido. Vale a assistido pra quem for fã do Vincent Price ou pela curiosidade de ver um filme que é estranhíssimo e canastrão ao mesmo tempo. O desfecho chega a ser meio sem pé nem cabeça, mas não de uma maneira boa.
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O roteiro desse filme é baseado nos escritos de Thomas de Quincey, que transformou suas experiencias com ópio em um livro de contos. O filme caiu no ostracismo, mas é fácil saber porquê: como o público teria há 50 anos estômago para uma obra tão experimental e transgressora? O filme prima pelo visual expressionista, Zugsmith fez um grande trabalho na direção, o clima onírico do ópio é dado por uma trilha sonora instigante. A parte em que Price faz uso da substancia dá inicio a uma sequencia de quase 5 minutos, em câmera lenta e sem trilha sonora, que causa um efeito realmente perturbador. Um belo e estranho filme. Como curiosidade, apesar de ser uma produção norte americana, tem Price como o único ocidental no elenco. Um filme estranhíssimo e inesquecível. Virei fã.
O filme não tem praticamente nada em relação ao livro em que foi baseado (Confissões de um Comedor de Ópio de Thomas de Quincey) e foi um dos piores filmes que já assisti com o Vincent Price. Dei um ponto só pela chinesinha anã que salva algumas partes. Os diálogos são fracos e cheios de clichês, as atuações são toscas e galhofeiras. Algumas tomadas são interessantes, mas a própria narrativa deixa essas tomadas sem sentido. Vale a assistido pra quem for fã do Vincent Price ou pela curiosidade de ver um filme que é estranhíssimo e canastrão ao mesmo tempo. O desfecho chega a ser meio sem pé nem cabeça, mas não de uma maneira boa.
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O roteiro desse filme é baseado nos escritos de Thomas de Quincey, que transformou suas experiencias com ópio em um livro de contos. O filme caiu no ostracismo, mas é fácil saber porquê: como o público teria há 50 anos estômago para uma obra tão experimental e transgressora?
O filme prima pelo visual expressionista, Zugsmith fez um grande trabalho na direção, o clima onírico do ópio é dado por uma trilha sonora instigante. A parte em que Price faz uso da substancia dá inicio a uma sequencia de quase 5 minutos, em câmera lenta e sem trilha sonora, que causa um efeito realmente perturbador. Um belo e estranho filme. Como curiosidade, apesar de ser uma produção norte americana, tem Price como o único ocidental no elenco. Um filme estranhíssimo e inesquecível. Virei fã.