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Na Casa Verdi em Milão, músicos e cantores de ópera aposentados dividem suas experiências com jovens estudantes. O local, fundado pelo compositor em 1896, une gerações através da música.
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Até consegue criar alguma mínima reflexão sobre a passagem do tempo na vida, mas é meio anódino, né? Talvez a quantidade de personagens prejudique um pouco.
Viva Verdi mistura imagens raras do final do século XIX e início do XX e a carreira extensa e gloriosa nos palcos do mundo de seus personagens. A diretora Yvonne Russo em parceria com o editor Federico Conforti, construíram uma narrativa muito simples, escolhendo nomes e personagens em potencial para abrilhantar um legado centenário que carrega consigo talento, arte e memória.
O grande porém aqui é a sensação de incompletude em questões importantes como solidão destes senhores e senhoras tão distintos, o tema aparece de maneira superficial deixando um clima gélido no ar. O filme devaneia muito junto aos seus personagens, mas não se aprofunda em pormenores que fariam diferença, como por exemplo, de mostrar como se sustentam e como a comunidade em geral abraça esse lugar, para além dos jovens residentes. A impressão que tive era que estava assistindo a um filme institucional, até mesmo nos cortes, há a sensação de um produto encomendado. A verdade desses talentosos veteranos não se sobrepõe à tela prejudicados pelo ritmo da direção, minando as histórias narradas, pois muitas não se desenvolvem.
Minha crítica completa em: https://cineset.com.br/critica-viva-verdi-2025/
Encerrei minha maratona do Oscar com esse. 45 filmes vistos!
O tipo de filme que dá um quentinho no coração.
Giuseppe Verdi foi um ricaço que não foi um arrombado, pensou em deixar um legado para o mundo. Todo o respeito a ele que mudou milhares de vidas nos seus momentos mais difíceis.
Ótimo documentário! Uma história super interessante e muito bonita. Acho que souberam mostrar muito bem tanto a vida dessas pessoas como a história desse lugar único. O ritmo é bom e te mantém interessado. Acho que deve desagradar quem não tem o mínimo de contato com música clássica, infelizmente. Acho que poderia ter sido indicado na categoria de melhor documentário também, pois é certamente melhor que pelo menos um dos indicados. Também acho que merece um poster melhor. Esse poster em PB não traduz o filme, ele me passa uma ideia de coisa antiga, do passado que não existe mais e o filme mostra justamente o contrário, que apesar da idade dos moradores e do local, tudo está extremamente vivo! Essas pessoas vivem a vida mais intensa e positiva do que muito jovem!