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Sinopse
Quando Dani, uma inocente garota do sul, sai de férias para Los Angeles a fim de fugir da sua vida cada vez mais complicada, descobre que fugir de seu passado não é tão fácil como esperava.
Uma jovem com problemas incrivelmente superficiais se envolve com o marido de uma mulher que mexe com magia negra e essas parada toda. Já sabendo que ela merecia morrer, pois é uma personagem sacal e irritante, a satanista traída condena a patricinha chata a uma sessão de visitas no inferno onde, em meio a uma gritaria interminável (sério mesmo, eu NUNCA escutei tanto grito), a garota irá sofrer até não aguentar mais, percorrendo os círculos infernais (que mais parecem um pornô amador misturado com túneis do terror) para testar sua sanidade. Misture efeitos especiais amadores, personagens superficiais, dramas idiotas e bobos, e uma ideia mal executada. Dificil imaginar no que dá, né? Sim, exatamente no longa VooDoo, um filme no qual uma protagonista leva uma câmera para o inferno e alguém fica filmando por ela. Não entendeu? A produção é filmada como um documentário caseiro, ou seja, algum personagem está a segurá-la o tempo inteiro. Porém, já no inferno, a câmera ainda existe, inclusive com seus recursos e tudo mais, mas a protagonista é inteiramente e constantemente filmada. É tenso. Com uma sucessão de diálogos inúteis e incoerentes e um plot muito exagerado, é impossível não se incomodar com tantas falhas visuais e técnicas. Faz anos que não via algo assim. Em VooDoo, é possível notar que linguiças são utilizadas pra substituir as tripas (sério), além de personagens estarem metade maquiados e metade não kkkkk puta merda kkkk Apesar de ter uma segunda metade bem intensa e frenética, apresentada de forma relativamente perturbadora por alguém que definitivamente estudou magia negra e que conhece suas nuances, assim como alguns efeitos de vozes que certamente dariam pesadelos se escutadas em ASMR a atmosfera não basta, já que os erros em todas as cenas tomam conta de tudo. Uma tentativa de fazer um filme deagracento que, de fato, deu certo, mas o amadorismo de tudo é algo realmente nunca mostrado antes. Acho que faria um teatro melhor em meu ensino fundamental. Lembrando que não é trash. É ruim msm.
a atriz do começo, que lançou a maldição na tal Danielle, gostei da atuação dela doidona com olhos virados e tudo mais. Mas pelo que notei ela nem aparece mais no filme.
A falta de criatividade até para se fazer o ridículo é possível. Prova disso é Voodoo. Esse terrorzinho classe 'C' é tão toscamente roteirizado, dirigido e fotografado (forjando na marra ser 'found footage') que rir da quantidade de caretas que é feita pelo elenco, no intuito de nos assustar, é o que nos resta. Se você já andou naqueles trens fantasmas decadentes de parque de diversão vai sentir, no máximo, uma certa nostalgia. A diferença é que nos parques os efeitos visuais podem até ser melhores.
Uma jovem com problemas incrivelmente superficiais se envolve com o marido de uma mulher que mexe com magia negra e essas parada toda.
Já sabendo que ela merecia morrer, pois é uma personagem sacal e irritante, a satanista traída condena a patricinha chata a uma sessão de visitas no inferno onde, em meio a uma gritaria interminável (sério mesmo, eu NUNCA escutei tanto grito), a garota irá sofrer até não aguentar mais, percorrendo os círculos infernais (que mais parecem um pornô amador misturado com túneis do terror) para testar sua sanidade.
Misture efeitos especiais amadores, personagens superficiais, dramas idiotas e bobos, e uma ideia mal executada. Dificil imaginar no que dá, né? Sim, exatamente no longa VooDoo, um filme no qual uma protagonista leva uma câmera para o inferno e alguém fica filmando por ela.
Não entendeu? A produção é filmada como um documentário caseiro, ou seja, algum personagem está a segurá-la o tempo inteiro. Porém, já no inferno, a câmera ainda existe, inclusive com seus recursos e tudo mais, mas a protagonista é inteiramente e constantemente filmada. É tenso.
Com uma sucessão de diálogos inúteis e incoerentes e um plot muito exagerado, é impossível não se incomodar com tantas falhas visuais e técnicas. Faz anos que não via algo assim.
Em VooDoo, é possível notar que linguiças são utilizadas pra substituir as tripas (sério), além de personagens estarem metade maquiados e metade não kkkkk puta merda kkkk
Apesar de ter uma segunda metade bem intensa e frenética, apresentada de forma relativamente perturbadora por alguém que definitivamente estudou magia negra e que conhece suas nuances, assim como alguns efeitos de vozes que certamente dariam pesadelos se escutadas em ASMR a atmosfera não basta, já que os erros em todas as cenas tomam conta de tudo.
Uma tentativa de fazer um filme deagracento que, de fato, deu certo, mas o amadorismo de tudo é algo realmente nunca mostrado antes. Acho que faria um teatro melhor em meu ensino fundamental.
Lembrando que não é trash. É ruim msm.
Via Instagram @vendonoescuro
Eu achei a ideia interessante, porém os atores eram bem fracos e iniciantes.
Deviam ter aproveitado melhor
a atriz do começo, que lançou a maldição na tal Danielle, gostei da atuação dela doidona com olhos virados e tudo mais. Mas pelo que notei ela nem aparece mais no filme.
Cenas desnecessárias:
Aparecer o capiroto violando a garota e aparecer um astro do porno no filme deixou o filme mais com kra de puro pastelão, tirando a seriedade.
Gostei da decida no inferno da garota, foi legal.
Nota: Câmeras digitais funcionam bem lá!
Gostei do inferno
A premissa é meio tosca
pq acho meio besta a menina ser julgada por ter saído com um cara que ela nem sabia que era casado...
Mas o filme não é de todo ruim... Não achei perda de tempo, e não da pra esperar uma baita qualidade de um filme de baixo orçamento.
Mas que FF num suposto inferno é meio ridículo, isso é.
A falta de criatividade até para se fazer o ridículo é possível. Prova disso é Voodoo. Esse terrorzinho classe 'C' é tão toscamente roteirizado, dirigido e fotografado (forjando na marra ser 'found footage') que rir da quantidade de caretas que é feita pelo elenco, no intuito de nos assustar, é o que nos resta. Se você já andou naqueles trens fantasmas decadentes de parque de diversão vai sentir, no máximo, uma certa nostalgia. A diferença é que nos parques os efeitos visuais podem até ser melhores.