Dramalhão familiar sessão da tarde clichezão politicamente correto. Conta esse filme, no ano de 1957, a história do caipira Walker Payne, sujeito boa pinta que trabalhava em uma mina de carvão em uma cidadezinha qualquer no interior do estado de Ilinóis. De uma hora pra outra o fulano é despedido e fica sem eira nem beira perambulando pela cidade em sua picape vermelha com seu fiel e adestrado cão pitbull. Como desgraça pouca é bobagem, o cara que vive duro, também não paga a pensão para sua mulher e por conta disso não consegue visitar suas filhas. O que lhe resta, além de cantar toda a mulherada da cidade, é treinar o seu cachorro para lutar em Kentucky e com isso ganhar uma grana pra titrar as filhas da esposa megera que quer uma grana alta pra se livrar delas. Só que após aflorar o instinto animal, seu cão nunca mais foi o mesmo. São estas as difíceis e tristes escolhas que temos que fazer em nossa vida. Até que ponto a gente é obrigado a sacrificar um amor sincero, puro e honesto em detrimento a uma situação e acontecimentos futuros, talvez incertos e duvidosos? É a famosa encruzilhada da vida ... Passei raiva o filme todo porque o mal prevaleceu sobre o bem em grande parte da história, indo se acertar um pouco apenas no final. Não gostei e não recomendo
O filme tem cara de produção televisiva dirigida especialmente para a família. E é mesmo! O drama vivido pelo pai de família Payne (Patric, um bom ator subestimado em Hollywwod) ao ficar desempregado e que se envolve com campeonato clandestino de rixa de cachorros acontece lentamente, como a vida. Nada de especial, apenas a estória de um homem tentando manter a integridade familiar. A produção é redondinha e apesar de parecer cansativo, não é. E vale a pena ver os veteranos Dern e Shepard em raras atuações.
03/12/2016
fraquinho
Dramalhão familiar sessão da tarde clichezão politicamente correto. Conta esse filme, no ano de 1957, a história do caipira Walker Payne, sujeito boa pinta que trabalhava em uma mina de carvão em uma cidadezinha qualquer no interior do estado de Ilinóis. De uma hora pra outra o fulano é despedido e fica sem eira nem beira perambulando pela cidade em sua picape vermelha com seu fiel e adestrado cão pitbull. Como desgraça pouca é bobagem, o cara que vive duro, também não paga a pensão para sua mulher e por conta disso não consegue visitar suas filhas. O que lhe resta, além de cantar toda a mulherada da cidade, é treinar o seu cachorro para lutar em Kentucky e com isso ganhar uma grana pra titrar as filhas da esposa megera que quer uma grana alta pra se livrar delas. Só que após aflorar o instinto animal, seu cão nunca mais foi o mesmo. São estas as difíceis e tristes escolhas que temos que fazer em nossa vida. Até que ponto a gente é obrigado a sacrificar um amor sincero, puro e honesto em detrimento a uma situação e acontecimentos futuros, talvez incertos e duvidosos? É a famosa encruzilhada da vida ... Passei raiva o filme todo porque o mal prevaleceu sobre o bem em grande parte da história, indo se acertar um pouco apenas no final. Não gostei e não recomendo
O filme tem cara de produção televisiva dirigida especialmente para a família. E é mesmo! O drama vivido pelo pai de família Payne (Patric, um bom ator subestimado em Hollywwod) ao ficar desempregado e que se envolve com campeonato clandestino de rixa de cachorros acontece lentamente, como a vida. Nada de especial, apenas a estória de um homem tentando manter a integridade familiar. A produção é redondinha e apesar de parecer cansativo, não é. E vale a pena ver os veteranos Dern e Shepard em raras atuações.
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