Não consegui gostar do elogiado (e posterior) O CRUZEIRO, de modo que, num debate, foi recomendado que conferíssemos este curta-metragem, a fim de compreendermos as intenções satíricas do co-diretor Piwoski e, de fato, fez sentido: seu humor, aqui, demonstrou-se corrosivo, ao parecer que estava montado um mero documentário. Estranho como a aparente gentileza do astro hollywoodiano, ao celebrar "o cinema de entretenimento", soa agressivo para os princípios do que era feito na Escola de Lódz: "deparei-me com mais câmeras aqui do que em qualquer outro lugar", comenta ele, antes de dizer que "queria saber falar polonês". Uhummmm. O imperialismo norte-americano chega mansinho, antes de dar o bote- e o filme percebeu isso muito bem: o segmento de faroeste, com o detalhe do zero acrescentado ao preço da recompensa, é implacável na crítica! (WPC>)
Não consegui gostar do elogiado (e posterior) O CRUZEIRO, de modo que, num debate, foi recomendado que conferíssemos este curta-metragem, a fim de compreendermos as intenções satíricas do co-diretor Piwoski e, de fato, fez sentido: seu humor, aqui, demonstrou-se corrosivo, ao parecer que estava montado um mero documentário. Estranho como a aparente gentileza do astro hollywoodiano, ao celebrar "o cinema de entretenimento", soa agressivo para os princípios do que era feito na Escola de Lódz: "deparei-me com mais câmeras aqui do que em qualquer outro lugar", comenta ele, antes de dizer que "queria saber falar polonês". Uhummmm. O imperialismo norte-americano chega mansinho, antes de dar o bote- e o filme percebeu isso muito bem: o segmento de faroeste, com o detalhe do zero acrescentado ao preço da recompensa, é implacável na crítica! (WPC>)