Que os gringos sempre tiveram uma percepção 'exótica' sobre os habitantes das regiões dos trópicos é perceptível até hoje. Incontáveis são as produções dos grandes estúdios a explorar o tema desta invasão estrangeiras a terras longíquas e não 'civilizadas'. Temática de fascínio para o público americano, principalmente nas décadas de 30/40/50. Em Demônio do Congo, Heddy Lamar é uma exótica mestiça predadora de homens. O esteriótipo dos caracteres está em todos os lugares. Os negros subservientes e selvagens, os estrangeiros colonialistas e exploradores, as mulheres lascivas e amorais. O 'status quo' aceito pela audiência. O filme apela não apenas para a beleza arrebatadora de Lamar, mas também para a fotografia que, fazendo uso de sombras, torna seu semblante misterioso e sinistro transformando-a na perfeita 'femme fatale'. A direção de arte de Cedric Gibbons e a presença forte de Walter Pidgeon também são bônus. Demônio do Congo é um filme comercial de estúdio, feito para as massas com uma história contada sob um formato de lembrança em flashback e em um tom simplista. A estética dele reflete não apenas um pensamento de época de conformidade com a distinção de classes, observando sob uma perspectiva sociológica, mas também observamos, no que tange a criação de imagens, a técnica da perfeição dos estúdios como produtor de entretenimento escapista para as massas.
É engraçado o médico bêbado feito pelo Frank Morgan. Quanto ao Umeela, coitado... não são poucos os apuros vividos por ele. A Tondelayo é fora-de-série... além de suas diabruras... hipnotizante. Só não vá me falar em
A cena do rapaz dançando Polka é demais, parece uma mola kkkkk
Que os gringos sempre tiveram uma percepção 'exótica' sobre os habitantes das regiões dos trópicos é perceptível até hoje. Incontáveis são as produções dos grandes estúdios a explorar o tema desta invasão estrangeiras a terras longíquas e não 'civilizadas'. Temática de fascínio para o público americano, principalmente nas décadas de 30/40/50. Em Demônio do Congo, Heddy Lamar é uma exótica mestiça predadora de homens. O esteriótipo dos caracteres está em todos os lugares. Os negros subservientes e selvagens, os estrangeiros colonialistas e exploradores, as mulheres lascivas e amorais. O 'status quo' aceito pela audiência. O filme apela não apenas para a beleza arrebatadora de Lamar, mas também para a fotografia que, fazendo uso de sombras, torna seu semblante misterioso e sinistro transformando-a na perfeita 'femme fatale'. A direção de arte de Cedric Gibbons e a presença forte de Walter Pidgeon também são bônus. Demônio do Congo é um filme comercial de estúdio, feito para as massas com uma história contada sob um formato de lembrança em flashback e em um tom simplista. A estética dele reflete não apenas um pensamento de época de conformidade com a distinção de classes, observando sob uma perspectiva sociológica, mas também observamos, no que tange a criação de imagens, a técnica da perfeição dos estúdios como produtor de entretenimento escapista para as massas.
É engraçado o médico bêbado feito pelo Frank Morgan. Quanto ao Umeela, coitado... não são poucos os apuros vividos por ele. A Tondelayo é fora-de-série... além de suas diabruras... hipnotizante. Só não vá me falar em
climatizar na frente do Harry Witzel.