Wilcox existe fora das regras. Desertor, delinquente, ou sobrevivente, ele vagueia silenciosamente, procurando criar raízes ou o que poderia simplesmente ser chamado de liberdade.
Wilcox - Canadá - 2019 - visto no dia 13.01.21 Filme básico, cru, simples, íntimo sobre uma pessoa que vive remotamente e em meio a natureza, vivendo de forma mais "selvagem", desconectado do mundo exterior. Mostra a sua rotina, seu hábito natural, a sua alimentação, sua moradia, seu trajeto para seu objetivo, autodescobrimento tbm por que não? Viver remotamente, longe da sociedade nos faz olharmos para nós mesmos, nos dar uma oportunidade para refletir sobre um novo direcionamento para a vida. Aqui o protagonista busca isso. E a forma como diretor retratou ele de forma íntima, lenta, gradual, devagar cada cena, cada momento. Pode ser considerado arrastado, mas é o retrato íntimo de um homem estrangeiro conhecendo novas terras, territórios e esses lugares se designam como partes da natureza, do lugar. O interessante é que mostra onde ele dorme todos os dias em um lugar improvisado, que é
Aqui tem uma pequena interação dele com a sociedade ao redor. Filme bem comum, que tem um conteúdo nada demais, bem simples, um tema já tratado em exaustão, aqui parece mais algo experimental, sem diálogos, sendo uma experiência totalmente sensorial, visual, sensível. Talvez o diretor estava aprendendo técnicas de filmagem, tentando novos caminhos na sua carreira, não é? Mas dá para vê-lo de boa, traz reflexão sobre a situação, condição da vida da pessoa pois, querendo ou não, é algo radical de escolher na vida. Recomendo. Nota: 5,5
Wilcox - Canadá - 2019 - visto no dia 13.01.21
Filme básico, cru, simples, íntimo sobre uma pessoa que vive remotamente e em meio a natureza, vivendo de forma mais "selvagem", desconectado do mundo exterior. Mostra a sua rotina, seu hábito natural, a sua alimentação, sua moradia, seu trajeto para seu objetivo, autodescobrimento tbm por que não? Viver remotamente, longe da sociedade nos faz olharmos para nós mesmos, nos dar uma oportunidade para refletir sobre um novo direcionamento para a vida. Aqui o protagonista busca isso. E a forma como diretor retratou ele de forma íntima, lenta, gradual, devagar cada cena, cada momento. Pode ser considerado arrastado, mas é o retrato íntimo de um homem estrangeiro conhecendo novas terras, territórios e esses lugares se designam como partes da natureza, do lugar. O interessante é que mostra onde ele dorme todos os dias em um
lugar improvisado, que é
ônibus enferrujado, abandonado, tomado pelo mato.
Nota: 5,5