Julian Reed e Barbara Sullivan criam um bebê neandertal usando o antigo DNA neandertal de um corpo de lama de Neanderthal. William deve aprender a existir em um mundo onde ele é o último outsider, o único neandertal do planeta.
Uma triste decepção. Você assiste não esperando muita coisa, mas se supreende com uma premissa fantástica, com o fato do filme ser bem feitinho, bem fotografado, com atuações e produção OK, enfim... podia ser um verdadeiro achado como o I Origins - O Universo no Olhar (2014), que também mostra as possíveis consequências emocionais e humanas de uma descoberta científica altamente disruptiva.
O grande porém, a grande mancada de William foi no roteiro. Enquanto o roteiro de I Origins conseguia misturar com perfeição e equilíbrio a parte "científica" com a parte emocional da história, William foi desequilíbrio puro. O filme começa de maneira interessante, curiosa e científica, mas à medida que avança vai virando uma espécie de Dawson's Creek com Malhação e toques de High School Musical. E pra horror de quem assiste, isso vai tomando tempo da trama até virar 80% do tempo.
Os poucos momentos depois do nascimento de William onde algum fato "científico" é apresentado dentro do roteiro, são justamente os momentos em que o filme se torna interessante o suficiente pra fazer você querer continuar assistindo. Aí tome de mais 20 minutos, meia hora de drama adolescente de péssima categoria até acontecer de novo.
horroroso, talvez um dos mais covardemente escritos e filmados que eu vi nos últimos tempos. Aquele tipo de final que no momento seguinte você consegue pensar em pelo menos uma duas, três, até cinco maneiras de terminar com um pouco mais de dignidade.
Uma triste decepção. Você assiste não esperando muita coisa, mas se supreende com uma premissa fantástica, com o fato do filme ser bem feitinho, bem fotografado, com atuações e produção OK, enfim... podia ser um verdadeiro achado como o I Origins - O Universo no Olhar (2014), que também mostra as possíveis consequências emocionais e humanas de uma descoberta científica altamente disruptiva.
O grande porém, a grande mancada de William foi no roteiro. Enquanto o roteiro de I Origins conseguia misturar com perfeição e equilíbrio a parte "científica" com a parte emocional da história, William foi desequilíbrio puro. O filme começa de maneira interessante, curiosa e científica, mas à medida que avança vai virando uma espécie de Dawson's Creek com Malhação e toques de High School Musical. E pra horror de quem assiste, isso vai tomando tempo da trama até virar 80% do tempo.
Os poucos momentos depois do nascimento de William onde algum fato "científico" é apresentado dentro do roteiro, são justamente os momentos em que o filme se torna interessante o suficiente pra fazer você querer continuar assistindo. Aí tome de mais 20 minutos, meia hora de drama adolescente de péssima categoria até acontecer de novo.
E a cereja no bolo de merda é o final,
horroroso, talvez um dos mais covardemente escritos e filmados que eu vi nos últimos tempos. Aquele tipo de final que no momento seguinte você consegue pensar em pelo menos uma duas, três, até cinco maneiras de terminar com um pouco mais de dignidade.
Um Supercine inocente e leve quase açucarado sem más intenções.