Dirigido por
Duração
Yansan e Xangô vieram juntos ao mundo. Um pertence ao outro. Eles morrerão no mesmo dia.
Prêmios
Melhor Animação no Festival Tudo sobre Mulheres 2006
Melhor Filme - Júri Popular no Festival Tudo sobre Mulheres 2006
Melhor Filme no Festival de Atibaia Internacional do Audiovisual 2007
Melhor Filme no Festival de Vitória 2006
Melhor Trilha Sonora no Festival de Vitória 2006
Prêmio Porta Curtas no Festival do Rio 2006
Melhor Curta no Goiânia Mostra Curtas 2006
Melhor Filme no Multivision - Festival Internacional de Animação de São Petesburgo 2006
Prêmio do Júri no St. Petersburg International Animation Festival 2006
Festivais
Anima Mundi 2006
Clerrmont-Ferrand Film Festival 2007
Festival Internacional de Curtas de São Paulo 2006
Sem anúncios
Aproveite o melhor do Filmow sem interrupções
Achei péssima a ideia de misturar um mito afro-brasileiro com símbolos do mundo contemporãneo, europeu/norte-americano/japonês. Iansã é uma deusa negra, de uma tradição cultural vilipendiada, maltratada, embraquecida. Não pode sofrer de mais uma desapropriação cultural. É um desserviço. por que não valorizar a cultura negra dando os créditos e mostrando algo que foi tirado de sua origem? Sei que arte é arte e faz-se o que quer, mas neste caso quando mexe-se com ideologias subjugadas, perde-se o valor. É como se repaginasse o nazismo ou fizesse apologia à pedofilia. Minha opinião!!!
A ideia ousada da mistura entre mitologia iorubá e anime me pareceu bem promissora depois de ver esse filme. Bem potente tbm o fato da narração falar de feitos mágicos e ao mesmo tempo estes serem representados visualmente por desfechos realistas, não mágicos. Amplia a leitura sobre N mitologias fazendo pensar sobre a diferença do que um dia pode ter mesmo acontecido ( com ex: uma celebração com pouca comida onde tds solidários acabam colaborando trazendo o seu na miúda, não comendo o pouco oferecido fazendo parecer que o mesmo se multiplicou, ou um homem vindo das águas num momento de estiagem dando a entender pra outros na margem que ele está andando sob as águas) e o que se imprimiu no imaginário coletivo através de uma contação repleta de magia.
A narração do Milton Gonçalves é poderosa pela beleza da voz dele e do que se conta, mas por vezes sublinha demasiadamente o que estamos vendo. aqui as imagens por si só já oferecem uma vastidão de coisa pra se pensar depois.
Vê-se mas para mim nada de mais...
A idéia é genial, a primeira metade da conjunção candomblé-mangás é soberba e a narração do Milton Gonçalves é primorosa. Estava quase favoritando-o, mas, infelizmente, a estória se estende demais e se desperdiça em seus minutos finais... Mas é muito ousado e elogiável. Muito bom!!! (WPC>)
Muito interessante, eu não conhecia a história de Yansan e por isso não entendia direito porque a chamavam de mãe de nove.