Ho Kwok-fai, conhecido como "The Brain", é um assassino profissional que mata suas vítimas armando acidentes que parecem reais, mas são na verdade crimes perfeitos.
Entretanto, uma de suas missões dá errado, causando a morte de um dos seus parceiros em um acidente. The Brain suspeita que tal acidente tenha sido arquitetado por alguém, assim como seus crimes, com o objetivo de acabar com seu time.
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Tem algo ali de "A conversação", e é tão trágico quanto, talvez até mais já que o protagonista se recusa a olhar as coisas de outra maneira, ele só saber viver daquele jeito, não há outra maneira. Sendo um voyer, e ao mesmo tempo sendo cruel e frio com quem pareça que pode atrapalhar o que ele pretende fazer ou que revele quem de fato é. É um jogo dele com ele mesmo o tempo inteiro, e isso continua até o fim, sem tempo para meias palavras. Mas há um prazer ali, em vigiar, sem ser notado, ficar imerso na na neurose. Há um gozo escondido na dor, mas ele não vive esse gozo de forma plena, já que assim seria revelado, e isso não é permitido a ele. Então só resta uma lenta autodestruição.
Considerando apenas o roteiro é uma ideia bem bacana, tinha tudo pra ser bem melhor, mas…
Apesar da história é frio e sem nenhuma emoção.
Putz grilla! Tinha tudo pra fechar redondo.
Um pouco parado, mas gostei.