Data de lançamento
6 Jan. 2017Em Dragon Blood, Suzumura Rei continua a caçar Horrors em uma determinada cidade. Um dia, ele conhece uma jovem apaixonada pela fotografia, Hiromi Alice. Depois de testemunhar Makai Knight ZERO em ação, ela desenvolve um interesse em Rei. Enquanto isso, uma carruagem atravessa uma ponte distante. A carruagem contém um caixão onde um homem se deita. Esse homem não é outro senão o Dragon Knight, que usou o poder dos Dragões para caçar Horrors.
O Dragon Knight está prestes a acordar de seu sono de milhares de anos. Rei tenta lidar com Alice, que vai para onde quer que vá. Antes dele aparece Makai Sacerdotisa Rekka, que lhe dá a ordem de "Proteger o Ovo Dragão Antigo". Alice reage a essas palavras. A caça para este ovo do dragão envolve o cavaleiro do dragão ea Alice. Qual é a intenção do guerreiro desperto?
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Marília Mendonça: Sentimento Louco
Embora a dor possa nos fechar para o mundo, a cura só começa quando ousamos nos permitir novamente, mesmo que isso nos torne vulneráveis.
A caracterização de Edel é questionável, pois a série oscila sem sucesso entre retratá-lo como vilão e figura simpática, embora sua história de fundo adicione profundidade ao personagem
O temporizador de 99,9 segundos da armadura entrelaçado dentro da série é uma sacada, um luxo, adicionando aquele senso extra de urgência
Minha parte favorita é quando a Silva, dá mais conselhos sábios e tem mais personalidade que 90% do elenco humano
Alice é inicialmente mostrada como frágil, ingênua e com tendências autodestrutivas. A narrativa tenta mudar essa percepção, mas recua imediatamente. Essa tentativa frustrada de torná-la mais agradável ao público acaba fazendo com que ela pareça apenas superficial e impulsiva.
Rekka, sua aparição é um deleite para os fãs e serve como um ponto de conexão com o universo de Garo, mostrando a Rei um modelo de ligação que ele reluta em aceitar
Natureza do Poder
Encontrando um Novo Propósito
Uma expansão sombria e visualmente deslumbrante do universo Garo, que finalmente dá a seu lobo solitário o desenvolvimento emocional que ele merecia.
Se a minissérie anterior foi ruim, essa aqui foi ESPETACULAR. Do mesmo nível que as duas temporadas de Garo, e em alguns momentos a supera: ela é mais dramática
temos um meio triangulo amoroso; uma morte real; um vilão trágico; um beijo etc.
primeiro pela melancolia - e na boa, já tava acostumado com os finais leves e esperançosos de Garo - e segundo pelo porquê da melancolia: fiquei indignado que o Rei fique sofrendo com a morte da piranhazinha da Alice (tentaram fazer uma espécie de Kaoru com ela, mas nem de longe chega perto), enquanto que deixa a Rekka de lado esperando por ele. Pô, não dá, é a Rekka, Rei seu fdp. Como a personagem (Rekka) não apareceu mais nas próximas histórias, e o Rei (pelo que soube) só aparece treinando o filho do Kouga (em uma série antes dessa), não dá pra saber o que se sucedeu após aquilo ali... ficou um final meio aberto. E isso sempre me irrita.