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Data de lançamento
6 Junho 2008Duração
Zohan Dvir (Adam Sandler) é um agente do alto comando militar de Israel que finge sua própria morte em um ataque de seu arquinimigo, o terrorista Fantasma (John Tururro), para realizar o sonho de sua vida: tornar-se cabeleireiro em Nova York. Ao chegar nos Estados Unidos sua 1ª parada é no salão de seu ídolo Paul Mitchell (John Paul DeJoria), onde assume a identidade de Scrappy Coco. Ridicularizado por seu jeito antiquado, Zohan não consegue o emprego sonhado. Ele busca então se adaptar à vida na nova cidade, até ser descoberto por seus antigos inimigos.
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Marília Mendonça: Sentimento Louco
Bom, a princípio até que o filme tem algumas cenas engraçadas, entre algumas cenas que alguns consideram problemáticas, mas acho que nem tanto.
Esse é um filme que não tive muita vontade de assistir na época do lançamento pois achei a proposta dele um tanto "estranha" e talvez também por causa da crítica. Mas por gostar de alguns filmes do Adam Sandler, agora quase 20 anos depois eu decidi dar uma chance, porém tendo plena consciência sobre a realidade da geopolítica de Israel e seus constantes conflitos.
Eu costumo evitar de misturar ficção com realidade, mas nesse filme é possível fazer alguns paralelos com a realidade, mostrando uma coisa que de fato acontece nos Estados Unidos e como instrumentalizam o ódio etnico para atacar os imigrantes.
Em Zohan parte da trama mostra o dia a dia dos imigrantes do oriente médio vivendo nos EUA, onde eles decidiram abrir o próprio comércio, vivendo longe dos conflitos de sua terra natal. Até aí, isso mostra a realidade onde pessoas de várias etnias e religiões diferentes vivem em paz e harmonia.
Mas o que realmente me chamou a atenção, é o que acontece na subtrama onde mostram Especuladores Imobiliários, que tem um líder que é basicamente um Donald Trump (até a esposa dele é uma super modelo) fazendo reuniões e planejando formas de inflar os aluguéis para expulsar os imigrantes de seus comércios. Mas percebendo que só aumentar o aluguel não está fazendo efeito, eles começam a incitar o ódio com vandalismo e ataques de false flags para que os próprios imigrantes iniciem um conflito entre si. Para ajudar nesses ataques essa figura arquétipica do Trump conta com a ajuda de alguns Rednecks (mais um paralelo com a realidade, para quem acompanha o mínimo de política dos EUA)
No fim, os imigrantes precisam se juntar para derrotar os especuladores que são de fatos os verdadeiros vilões...
Eu não queria escrever muito, mas isso é tudo que se passou pela minha cabeça enquanto assistia.
15.08.2008
À primeira hora é espetacular,mostrando a sodomia Israelita kkkkkkkk,
o poder secreto dos Mulçumanos e Judeus é a prova porque a América não quer paz
Disco Disco Ho Ho Disco Disco! (8) Eu não sei porque os brasileiros não consegue separar os subgêneros, e tentar rotular apenas um estilo de comédia, esquecendo que humor surreal é algo que agrada a um nicho de publico. Mesmo que não faça rir, tente entrar no clima que o filme tenta colocar, que é quase um desenho animado anos oitenta mas em live action. Chega ser deprimente ter que ta escrevendo isso. O filme tem uma excelente produção, dinheiro não faltou pra abusar do surreal. Acho que poderia só ter diminuído as piadas de cunho sexual.
Envelheceu feito leite. O pior do Adam Sandler, e eu gosto muito dele. Ficou na minha lista um bom tempo pra assistir e eu não achava em lugar nenhum, por esse motivo. Algumas piadas e cenas são boas mas muito problemáticas hoje em dia, não dá pra reciclar, melhor ficar por lá mesmo. Uma pena pois a estética e a cultura pop respiram os anos 2000, mas não é justificativa pra relativizar a merda que Israel faz com a Palestina. Inclusive o filme até tira sarro com Israel, mas não a ponto de ceder, com um final mixuruca desse.