Inda estou arrepiado, que trilha filadaputa!
Dead Man é a história da viagem física e espiritual, de um jovem, num território hostil e selvagem. William Blake (Johnny Depp) viaja para as mais longínquas fronteiras do oeste americano, perdido, gravemente ferido e, perseguido por pistoleiros, encontra um nativo americano chamado "Ninguém", que acredita que Blake seja na realidade o poeta inglês. Belíssimo road movie do oeste, com características existencialistas e ritmo hipnótico, moldurado por paisagens deslumbrantes e atemporal. Dead Man, tornou-se uma obra-prima por re-inventar um gênero, que já tinha sido explorado a exaustão, um western sensível, misterioso e filosófico.
Gostei muito, mas confesso que viajei mais na trilha do que no próprio filme.
Western diferente do comum e cheio de estilo, Dead Man é um bom filme do Jim Jarmusch. Visual muito bom, ótima fotografia, direção de arte...
E o Johnny Depp não faz nada de incrível mas correspondeu às expectativas do papel. Um humor interessante. E essa trilha sonora anacrônica do Neil Young, que show hein? Bom filme.
A guitarrona irada que segue ao longo do filme dá o ar do "Western-psicodélico", história alternativa ao cubo!
Doente, a morrer mas irreverente tanto ou mais do que o bom indio. Imperdível.
Nobody é índio mais doidão, haha!
Transcendental!
Um tipo de filme que eu não esperava que tivesse no currículo do Big Johnny.
Um filme repleto de simbolismo espirituais aonde o homem traça o seu destino consigo mesmo realiza seus objetivos e transcende descobrindo o seu verdadeiro eu.
Adorei a trilha sonora e as metáforas. Como ele não era relativamente "ninguém" quando chegou a cidade e depois ironicamente encontrou um índio com o mesmo nome/apelido. É interessante ver como o personagem se desenvolve espiritualmente ao longo do filme e como isso o muda fisicamente também, fazendo ele se transformar cada vez mais no "dead man" e finalmente chegar ao seu destino que era traçado desde o começo do filme como o título sugeria. Destaque para a fotografia que conseguiu se mostrar muito bonita apesar do filme ser em preto e branco e para a atuação do Johnny Depp.
Impressionante.
Gostei de exatamente tudo do filme.
Uma das melhores trilhas sonoras da história do cinema, com certeza.
Um filme pouco conhecido mas, quem assistiu não se arrependeu, provavelmente. É lindo e alucinadamente carismático.
Alguns acham o filme bizarro. Eu já acho contemplativo, uma espécie de “road-movie” diferente. A fotografia e a iluminação estão magníficas. Bom, eu sou fã do Jim Jarmusch. Ótimo.
Jim Jarmusch, Johnny Depp (com esse nome lindo: William Blake), participação de Iggy Pop e trilha de Neil Young. Rá, só tinha que ser ótimo!
Adorei. Trilha sonora e cinematografia em harmonia perfeita, criando um filme realmente bonito, gostoso de assistir. Elenco muito bom, também.
Nunca tinha achado o Johnny Depp tão bonito. Foi o P&B? A interpretação? Não sei, mas estava lindo demais hahaha. *comentário random*
O filme é bom do começo ao fim. Não tem essa de que ele só fica bom no começo ou fim, a qualidade se mantém em cada minuto. Os solos de guitarra também caem como uma luva em cada cena.
Os grandes diretores são esses que conseguem subverter as regras do gênero e criar um filme totalmente original.
Jim Jarmusch deu vida ao western mais interessante de todos os tempos. Pegou um gênero já saturado, e introduziu várias metáforas e simbolismos, criando um western filosófico. William Blake, um contador, recebe uma carta paras trabalhar uma empresa, e após a morte de seus pais e o provável abandono da noiva, ele decide ir para a cidade Machine, trabalhar em uma empresa metalúrgica, da qual Dickens (uma possível referência ao escritor, já que William Blake também era escritor) é dono. Lá ele encontra um cidade indecente, cheia de sexo, violência e a moral mais baixa possível, outra referência à Charles Dickens, que retratava em seus livros a realidade triste da sociedade Vitoriana. Após certos acontecimentos, que prefiro não citar, Blake embarca em uma viagem espiritual e física, aonde se prepara para a sua morte. Prefiro não comentar mais do filme, descubram e interpretem por si mesmos, é um lindo filme que pode ser visto dentro de vários contextos. É claro, a trilha sonora de Neil Young ajuda na atmosfera caótica do filme. Recomendo muito! Um dos melhores do Depp.
Como não conheço nada de William Blake, não consegui entrar na atmosfera da história e também não consegui entender a "poesia" do filme!
Achei a primeira vista, apenas um filme estranho. Prefiro enredos mais simples e diretos. Não acho que para um filme ser "cult" tenha que ser entendido por poucos. Mas pretendo pesquisar sobre ele e vê-lo mais vezes.
acho que assim como o "Ninguém", tem que comer a comida do Grande Espírito pra entrar no clima do filme hehehehe
Andei meio desligado, não entendi muito bem o roteiro. Pretendo ver mais uma vez.
Não achei o filme cansativo... Pelo contrário! A trilha sonora entrou em perfeita sincronia com a fotografia do filme, que por sinal, estava admirável e assombrosa, de forma simultânea.
-
"- William Blake?
- Sim, sou eu. Vocês conhecem minha poesia?
Bang!"
William Blake? Bom, ate eu achei que se tratava do grande poeta mas, mesmo vendo que nao, me pegou. Agora so me resta assistir!
Chatíssimo.
O filmow não é feito só de comentários positivos. Que bom que vocês gostaram,mas encher o meu saco por que eu não gostei... tsc.
Na real eu sei muito bem que não é. Mas como tu mesmo disse já que não é só cheio de positivos, todos temos direito a critica! E eu como gosto do filme, tenho meu direito de comentar "defendendo" ou não o filme. Se você se incomodou me desculpe. Mas foi a unica resposta que veio na minha mente para um comentário sem "fundamento"
Não senti muita afinidade pelo filme, demorei para me envolver com trama.
Gostei da fotografia, da atuação do Depp e "Nobody".
Meu texto sobre o filme:
http://poplongee.wordpress.com/2012/07/06/serie-a-filmogr...
Estranho, parado e chato. Esperava mais desse filme pelos comentários..
Every night and every morn, some to misery are born. Every morn and every night, some are born to sweet delight. Some are born to sweet delight; some are born to endless night.
Isso que chamo de filme psicodélico. Um poema lido através de imagens e ornamentado pela trilha sonora do grande Neil Young.
Vou te falar, não sei nada sobre William Blake (na verdade uma única coisa) então não saberia apontar as refêrecias sobre ele, nem se elas estão lá! Uma coisa que gostei foi do índio chamado Ninguém, esse nome que acaba por gerar um momento inusitado que me lembrou a peça de Gil Vicente, Auto da Lusitânia.
Minimalismo preenchido com humor negro, poesia e um estilo único de dedilhar uma história.
por regra não gosto de filme que quer parecer antigo sem ser.
não achei a maravilha que todo mundo fala, mas é legalzinho.
Para mim a melhor atuação do Jonnhy Deep.
Um filmaço, bem feito demais e conduzido de uma forma sem igual.
Me fez ficar fã do Jarmusch
Ah o que falar dessa criação. desse ato poético jarmuschiano. nem sei por onde começar, mas se pode começar de qualquer lugar aqui. pois essa jornada nao tem raízes cartesianas alguma. é pelo contrario, um jorro rizomatico e bem escolhido. pode dialogar com um academico, com um pedreiro, com um colhedor de algodão, com um artista criador. só não dialoga com cerebros de minhoca (e me perdoem as minhocas), bactérias nocivas poéticas, que estão no mundo a falar mal de criadores, pois como NÃO CRIAM sentem o doloroso aguilhão da inveja. mas bem, uma dedicação imaginária generosa e linda de se ver. uma contribuição não para o cinema e sim para os rumos do pensamento, novas consciencias jogadas no espaço, novos niveis de intensidade aos nossos organismos viciados na ausencia de consciencia e no excesso de ações. é um oculos necessario pra enxergar os próprios limites condicionadores. ou melhor, novos olhos. o jim literalmente dá presentes.axo que o que se pode falar de uma criação dessas é o que ele fez comigo, o que ela provocou nos meus sentidos, por que ele provocou, o que potencializou, sem criterios de bem ou de mal. se arriscar a não racionalizar a criação, essa é a bravura de quem assiste. dizer o que é ruim e o que não deveria ter sido feito é muito facil e inúti. agora quem será que se arrisca a se colocar na posição de criador e entrar na dança da criação? só tenho saudações a dar a essa jaziga reluzente em forma de pelicula cinematográfica. Antonin Artaud estaria orgulhoso de ver algo assim. no meio do palheiro de filmes de formas iguais e reproduzidas do famoso cinema americano eis que surge um ser individualista orginal como o Jarmusch e consequentemente seu cinema original.
o que não é apenas individual na obra, são os arquetipos que ligam o insconciente de cada espectador através das imagens poéticas. como chamam de western, ele é sim, mas um western metafisico como uma pintura de Dalí ou uma obra do Jodorowsky.
Genial !!! É exatamente isso o sr foi desmaterializado por essa bomba de intensidade chamada Dead man ou melhor levado para essa trajetoria que o Jarmusch nos proporciona e quando retornou concerteza não era o mesmo.
Eis um discurso de quem foi para terras distantes no proprio organismo e que agora nos conta suas aventuras que passam anos luzes de comentarios mediocres e binarios finalmente alguem falando do impacto que a obra causou no proprio corpo e que por concequencia gera impacto no espaço onde estamos.
Vejo que agora teremos outro nivel de dialogo que vai nos levar a diversos niveis de consciencia.
Vamos fazer uma fogueira virtual e vamos todos contar historias de quando por 121 minutos passamos por terras distantes em nosso organismo e como cada um lidou com tudo q nessa trajetoria apareceu.Vamos falar de como eramos e como somos após Dead man .
é isso ai, o filme se desdobra e vira um processo alquimico. e não matamos a obra, nem matamos pedaços dos nossos organismos.
mas apenas tome cuidado com a secretária revisora lá em baixo. é o tipico frango universitário e está morrendo de medo que façam nuggets dele.
do tipo 'ahh agora vejo filmes do Lars com meus amigos da unesp, vejo Jarmusch, vejo Woody Allen. veja como sou cult, como me dou bem com as palavras, veja como sei analisar, veja como entendo as obras, veja como sei falar mal de atores escolhidos por eles. vou ganhar a vida revisando projetos de artistas que só se preocupem em vivenciar'
hahahaha
Mancada do Jarmusch ter escolhido o Deep como protagonista. Nâo dá pra engolir a cara de bunda dele.
absolutamente! é pra isso que IGNÓBEIS como vc servem. pra identificar erros ortográficos, etc. mas é normal, é o que se espera de quem é incapaz de identificar conceitos.
continue assim e vou te contratar pra ser meu revisor, ok?
ou quem sabe, minha secretaria.
Ei meu jovem..Fernando né ? a tah então é q tenho uns textos e comentarios aqui que em nivel poetico são perfeitos mas acontece que as vezes temos espirtos cienticos como o seu que são incapazes de criar e tudo que podem fazer é reproduzir sem consciencia assim como essa foto do seu perfil( Bowie deve estar soltando mil palavroes em seu santuario)e como pude ver vc deve ser muito bom como professosr de portugues que tal dar uma olhada para ver se esta tudo ok ? ja pensou Fernando o redator oficial do filmow um dia vc pode ate ter sua propria escola, programa de lingua portuguesa ou então o seu nome em um dicionario ja pensou ?dicionario Fernando.
Bom então agora ficamos assim toda vez que escrevermos algo seja genial como o post do Brah ou mediocre como Mancada do Jarmusch ter escolhido o Deep como protagonista. Nâo dá pra engolir a cara de bunda dele.vc sera responsavel por corrigir !!!
sabendo que um empregado pode ser demitido mas um artista não
pois o empregado pode ser julgado mas o artista não o permite fazer
Um faroeste filosófico de rara beleza. Uma das melhores performances de Depp e grandes participações. A cena final é poesia pura.
Filme Digno
William Blake sofre uma transformação quando descobre seu lado obscuro e mortal, ele se perde e se encontra. É suavidade e beleza *-*