Clássico bem original <3
Holanda, 1942. Anne Frank (Millie Perkins) vive no sótão secreto de um estabelecimento comercial, juntamente com seus pais, Otto (Joseph Schildkraut) e Edith (Gusti Huber), e sua irmã Margot (Diane Baker). Além deles vive no local uma outra família judia, composta por Hans Van Daan (Lou Jacobi), Petronella Van Daan (Shelley Winters), Peter Van Daan (Richard Beymer) e Albert Dussell (Ed Wynn), um idoso dentista. Anne Frank, uma jovem de 13 anos, documenta sua vida enquanto se esconde da Gestapo da Holanda. Este refúgio foi providenciado por Kraler (Douglas Spencer) e Miep (Dodie Heath), bondosos proprietários de lojas. Por dois anos eles ficam escondidos, vivendo sempre na apreensão de saberem que podem ser traídos ou descobertos a qualquer momento e mandados para um campo de concentração. Apesar disto eles sonham com dias melhores, ao mesmo tempo em que Peter e Anne se apaixonam.
E quando você não encontra palavras para descrever algo. Anne eterna.
● Na apresentação à primeira edição americana do diário, Eleanor Roosevelt descreveu-o como um dos maiores e mais sábios comentários da guerra e seu impacto no ser humano que eu jamais li. O escritor ucraniano Ilya Ehrenburg, mais tarde, disse: uma voz fala para 6 000 000; a voz não de uma sálvia nem um poeta, mas de uma menininha costumeira. Hillary Rodham Clinton, em sua fala para o Elie Wiesel Humanitarian Award em 1994, leu o diário de Anne Frank e o relacionou com acontecimentos contemporâneos como os ocorridos em Sarajevo, Somália e Ruanda
Um filme estupendo que DEVE ser assistido e divulgado incansavelmente para que nunca esqueçamos quem somos...
Assista online legendado (Como muitas informações sobre Anne e sua luta em não deixar que sua experiencia e morte não fosse em vão):
O Diário de Anne Frank
(The Diary of Anne Frank│1959│EUA│Drama, Biografia│14 anos│170 min P&B│Leg│YT)
► http://cinerialto.blogspot.com.br/2013/03/AnneFrank.html
Sempre fui fascinada pela história de Anne Frank. Já li muita coisa sobre ela, além do diário, mas sempre protelava pra ver esse filme por ele ser muito longo ou sei lá porquê. Já tinha ouvido bastante elogios, mas hoje parei pra ver. É um filme excepcional e nem sentimos as quase 3 horas de duração do filme passar. O que eu achei mais incrível, é que ao contrário de outras adaptações ele se passa em 100% do tempo dentro do anexo. O próprio fato de Anne ter sido presenteada com o diário antes de entrar lá é mudado e, no filme, ela inicia seu diário lá dentro. Eu achei isso incrível. E o diretor nos faz embarcar em toda a tensão daquelas pessoas convivendo praticamente sem nenhuma privacidade, mergulha na bondade humana, nem sequer mostra o "rosto" dos nazistas e muito menos a crueldade dos campos de concentração, isso só aparece por meio dos "medos deles". O filme é só somente inspirado na generosidade e na metamorfose pela qual aquela adolescente passa em tempos de guerra se descobrindo a si mesma, tem uma pincelada de amor.
Tão bom quanto o livro!!
Anne tem todo o meu respeito e admiração por ter sido tão simples e humilde nas palavras e ao mesmo tempo as transforma-las em algo bastante tocante, Sou sua eterna admiradora ! Filme excepcional mas leiam o livro ok rsrs
Um bom filme, mas eu certamente destacaria o livro; existem nuâncias e detalhes que acabam escapando ao filme, além do mais, na nossa mente todos as personagens atuam bem e estão idealizadas, diferentemente dessa obra. A atriz Millie Perkins ( Anne Frank ) ora estava fazendo um bom trabalho , ora parecia extremamente superficial e corriqueira –– incapaz de transmitir a energia que fluía pelos fios da trama –– Richard Beymer, o namoradinho de Anne, sustentou bem seu papel no filme, assim como os outros personagens.
Dessa forma, posso asseverar que o primeiro e o segundo movimento narrativo da obra eram entusiasmantes para nós , os espetadores ; o medo , o receio , a cautela , os passos langorosos , os semblantes petrificados a espreita. Além disso, a música de Mozart e Newman formavam um belo par, bailando perfeitamente em cada uma das cenas.
Contudo, o terceiro movimento narrativo foi extenuante, enfadonho, agitado por altercações inconvenientes. O romance juvenil que se desenrolava aqui desgasta o filme em marcha de guerra, pois a interação entre Anne e seu namoradinho não era convincente para os espectadores, abordando reflexões forçosas e maçantes. No entanto, o final desse 3º movimento narrativo foi eletrizante... Jamais esquecerei as palavras de Anne –– “Apesar de tudo, no fundo eu ainda acredito que as pessoas são boas” ––
Obviamente não tem como ser comparado ao livro, ainda assim, nos dá um pouco da experiência de Anne. Estará sempre entre os favoritos, um filme mais que recomendado, assim como o livro.
O filme foi muito além do que eu esperava, é daqueles que quando termina, falar se torna uma tarefa difícil.
Li o livro incontáveis vezes e achei o filme bem fiel.
Não dá pra comparar 100% filmes adaptados de livros. Os filmes sempre serão mais superficiais, por conta de tempo, de omitir algum detalhes que achamos importantes, histórias, nossa imaginação, enfim. Acho que quando um filme é uma adaptação de um livro (ainda mais um livro, um diário como esse, tão especial, tão essencial), temos que nos ater principalmente a se o mesmo conseguiu contar a história sem destruí-la e acho que nisso, esse filme cumpriu demais o 'prometido', ainda mais sendo de 1959!
Havia esquecido de favoritar. Bom, agora não mais.
Como já era de se esperar, não chega nem perto da qualidade do livro. Como filme eu achei monótono, e como reprodução do livro achei fraco. A intensidade que Anne Frank passa em suas descrições no diário, não chega nem perto do que esse filme me passou.
Muito bom o filme,adorei,a simplicidade marcante e os costumes judaicos,pessoalmente sempre estudei o Nazistas e seus generais psicóticos ,agora tive uma visão ampla dos acontecimentos e os momentos de pressão que passaram graças a Gestapo.
Um filmes simples e artístico,ainda fresco" digamos assim pelo fato de ser 14 anos após o término da 2° guerra..
Tive que marcar como favorito. Um filme perfeito e só em saber que foi pura realidade faz da história (apesar de triste) mais perfeita ainda. Me identifiquei muito com a Anne.. Um tempo atrás tinha começado a ler o livro e abandonei, mas com certeza vou procurá-lo amanhã mesmo para embarcar nos pensamentos de Anne novamente.. recomendo demais!
vou assistir agora o que me passou..
só pelo o que tu disse,já gostei...vamos ver!
É um livro muito bom. É tão bom que nem parece ter sido escrito por uma adolescente por causa da maturidade com a qual ela escreve, o talento interrompido. Tanto que o pai dela enfrentou vários processos (sempre movido por organizações ligadas aos nazistas e aos antissionistas) questionando a autenticidade do diário e até mesmo a existência da menina.
Isso foi o que eu mais lamentei depois de ler o livro. Ela, provavelmente, teria sido uma escritora incrível.
Filme muito belo, me emocionou e me identifiquei por ter tido diário na mesma idade, escrever um pouco parecido, o otimismo, a alegria, a tristeza [...]
Tenho que ler o livro, o filme é excelente.
Encantada com Anne Frank. <3
na duvida do que fazer primeiro: o livro ou o filme?
Você não vai se arrepender de ler esse livro.
O filme é bom, mas o livro é considerado um dos mais importantes do século XX e é o documento histórico mais conhecido da Segunda Guerra Mundial.
Eu gostei demais desse filme e do livro também, mas o filme com a millie ficou mais perfeito :) kkk
Li o livro. Quem assistiu, é tão bom quanto o livro?
Eu não achei. Como já disse em um outro comentário: a intensidade da emoção passada pelo livro, não chega nem perto da monotonia que é esse filme.
Você achou o filme monótomo, Marja?
Nossa, eu achei tão "tenso", nem senti o tempo passar. E o que eu achei mais incrível é se passar em 100% do tempo dentro do anexo.
Agora, que o livro é melhor não há dúvidas.
Filme muito bonito e emocionante. Dá pra se imaginar vivendo aquela angústia com os personagens, mas o que me emocionou mais foi o final!
Ler o livro depois ver este filme é realmente incrível, claustrofobia, medo e lágrimas!
Ane Frank era uma menina como outra qualquer de 13 anos.
Como toda adolescente, Anne se julga completamente incompreendida, se desentende com sua mãe, por achar que a sua geração tem que ter experiências diferentes das anteriores, ela quer viver as suas próprias.
Por isso, Anne Frank registra no seu blog, todas as suas lembranças, enquanto não pode sair de sua casa de praia, pelo medo da escola…Ela espera que todos esqueçam o quanto lá é um lugar de sofrimento, para poder voltar a ir ao shopping.
De tanto tempo que essas famílias passaram juntas nessa casa de praia, começam a discutir por motivos triviais, como quem pegou a batata de quem, e outras bobagens.
Anna se apaixona por Peter, e espera o momento de saírem dessa viagem para poder vivenciar mais profundamente esse amor.
Anne não conseguiu se esconder por muito tempo, foi encontrada, obrigada a ir para a escola, não pode mais ir ao shopping, mas aprendeu muita coisa e deixou no seu perfil no seu blog todos os seus registros.
Mas vamos mudar essa ótica:
Onde se lia escola, leia-se “campo de concentração”
Onde se lia “casa de praia”, leia-se “sótão abandonado”.
Onde se lia facebook, leia-se “diário”.
Onde se lia “ir ao shopping”, leia-se “viver”.
deveriam ter explorado o antes do confinamento tbm...
Veja o filme Anne Frank - Uma Biografia(2001). Ele explora toda a história da menina inclusive a parte mais pesada, dos últimos dias no campo de concentração.
Enquanto puderes erguer os olhos para o céu, sem medo, saberás que tens o coração puro, e isto significa felicidade.
Anne Frank
Cenário bem trabalhado, e, pensamentos da pequena Anne, muito realistas e profundos!!!
Adorei a fotografia e como o filme mostrou a forma divertida como Anne tentava tratar toda a situação. Também achei um pouco teatral demais, mas o filme não deixa de emocionar. Uma boa adaptação, o livro é belíssimo.
Deveria ser obrigatório em todas as aulas de sociologia, história e ética.
Belo filme.
Muito bom!!!
Legal que agente fica lembrando do livro e pensado se era aquilo mesmo que imaginamos sobre o "anexo".
EXCELENTE!
Deixou-me ainda com mais vontade de ler o livro!
;)
Achei meio forçado, teatral demais. Talvez por ser a história mais que conhecida causa um certo desconforto quando vai se aproximando do fim e isso é o melhor do filme. Seria melhor se fosse mais curto.
O filme condiz com o livro, mas como sempre, nada se compara a história original retratada no livro. A atuação de Millie Perkinks é muito boa, e ela lembra fisicamente a Anne Frank mesmo, já o papel do "Peter" deixou a desejar pois no livro algumas atitudes dele são bem diferentes. No geral, o filme é maravilhoso por mostrar a história crua, com os problemas da época. "O diário de Anne frank" sempre mecheu comigo, do primeiro instante que soube da história, e assim como muitas garotas, também me identifico completamente com os pensamentos e atitudes da Anne, e o modo dela ver a apreciar as coisas. Anne, para você... minha eterna admiração!
Esse é de longe um dos melhores filmes que tentou reproduzir o livro.
Anne era uma romântica, meninas que leem o livro na faixa dos 14, 15 anos sempre se identificam com algo que ela escreveu. Isso aconteceu comigo.
Vi certas cenas se reproduzirem da mesma forma que imaginei quando li o livro, mas nada que se comparasse a emoção de ler o diário em si.
Depois de ver dois filmes que retratam a vida de Anne e depois de ler o livro, o Sr. Frank se tornou como um herói pra mim. Sempre muito integro e carinho com todos, mesmo estando preso com pessoas as vezes tão desagradáveis.
A escolha dos atores pra mim foi muito bom, eu os imagina daquele jeito.
Em resumo, O diário de Anne Frank sempre meche com o meu coração!
Que lição de vida.
"A personagem Anne Frank foi oferecida a Audrey Hepburn, que a recusou devido a dois motivos: já havia aceitado a proposta para estrelar A Flor Que Não Morreu (1959) e, por ter morado na Holanda durante a 2ª Guerra Mundial, acreditava que realizar este filme traria más lembranças de perseguições a judeus que presenciou na época."
Caramba, e assistindo o filme eu ainda pensei: Seria perfeito pra Audrey. A menina que fez a Anne tem os traços muito semelhantes! Que pena que não foi ela, mas pelo menos foi uma atriz boa.
O filme é muito bom, não dá pra eu fazer uma maior comparação com o livro pois ainda não terminei de ler comecei a lê-lo há 3 dias, mas estava na ansiedade de ver o filme. No final quase chorei, ao ver todos eles parados na porta a espera da tropa armada busca-los.
O filme não mostra muito além do sótão, portanto nós vemos como é difícil conviver com outras pessoas que não são da nossa família, as dificuldades e o medo, o anseio pela liberdade, o não saber o que acontece além das portas. A sensação de nada ter valido a pena, é uma lição de vida.
Anne Frank me retém já um privilégio, porém não devemos negar a magnitude deste filme. É encantador, reflexivo e agoniante. Ao mesmo tempo que demonstra tantos tipos de pessoas convivendo durante dois anos no sótão de uma empresa somente pela diferença, pela não aceitação. É um filme extremamente conturbador, e enquanto não saímos daquele cenário, o filme nos prende, acho que por mais triste que o final seja, os pássaros nos fazem sentir uma liberdade oprimida durante todo o filme. Imagino a vida de Anne, tendo que conviver durante dois anos de sua adolescência, dois anos repressivos e de luta constante consigo mesmo, para poder se relacionar da melhor forma possível, o que seu gênio não a deixava fazer. Viver nessas condições em que todos os moradores do abrigo se encontravam era somente um detalhe ao se ver a pressão que todos ali viviam, não só naquele sótão, não só em Berlim, não só na Holanda, mas no mundo todo, onde se pôde ver o ato mais extremo de preconceito exercido sobre o próprio homem.
Algumas diferenças desnecessárias, porém, ainda assim recomendo ...
Filme muito bom !
Sutil e encantador. Levando em conta que o livro foi publicado em 1947 e o filme lançado apenas 12 anos depois, e que as filmagens foram realizadas no real "Anexo Secreto", fica difícil não gostar desta adaptação. Em 30 minutos de filme, percebi que não se tratava de um roteiro tão fiel a obra de Anne Frank, e já como disseram, concordo que é uma versão mais romântica (em certas cenas até cômica). Me apaixonei por Millie Perkins, sua doçura e atuação. No geral, a trama me soou bem leve ao final, e mesmo com uma grande duração, não deixa a desejar no quesito dispersão.
Esperava mais cenas condizendo com o livro. São exemplos: o fato de Anne ganhar o diário dentro do Anexo, quando ela o recebe antes. O Sr. Kraler também sobreviver, quando só sobraram Otto e Miep. Não era perceptível um Peter tão introvertido como Anne narrava, apenas em no máximo duas cenas. E outras várias sucessões de fatos.
Gostei do filme tanto quanto gostei do livro, porém achei que o filme é uma versão muito mais romatinca do que o livro, e a atriz que interpretou Anne era totalmente diferente dela, muitas adaptações, porém recomendo.
Gostei do filme, mas acho que erram na escolha da atriz, totalmente diferente da Anne... Fora o fato de também achar que esse filme é uma versão romântica da história... Mas super indico :D
Lindo e triste [2]
a Millie Perkins foi uma atriz e tanto pra época e pro filme sos
Lindo e triste..
Super Indico!
Agora preciso ler o livro, e assistir a outras versões..
Este filme é mais um ingrediente para minha fonte de conhecimentos da vida em torno de Anne Frank. Embora foque o romance entre Peter (ator que jamais eu diria beirar aos dezesseis anos) e Anne, no mais, a atmosfera tétrica rendeu grandes alegrias para o meu deleite íntimo. Não é o melhor filme baseado no Diário, mas sua compreensão é marcante.
Adorei o filme! Apesar de se passar em um enredo triste, o filme me soou leve e claramente foi por causa de Anne, uma garota inspiradora e alegre, que não se deixa abater! Eu gostei muito por essa obra separar direitinho cada momento, o suspense, a tragédia, o romance e até a comédia em certos aspectos. Teve o recheio disso tudo e com certeza foi o que o tornou especial! Vale muito a pena parar pra assistir! Você se encanta em diversos ângulos!
Também achei o filme bem leve, ele mostra uma visão bem romântica mesmo da estória e de todo o contexto da perseguição dos judeus, etc. E quem não se inspirou com essa personagem? Incrível o poder de resiliência dela e como ela deixava o ambiente mais leve em meio a tantas crises. Sobre o que você falou em relação a separar os momentos de suspense, tragédia, comédia, romance, acrescento que gostei também que em algumas cenas isso tudo aparecia misturado e foi um perfeito equilíbrio, como na cena em que
a Anne e o Peter estão em um momento romântico, trocando ideias sobre o futuro e ao fundo a gente escuta as bombas caindo...
Tão lindo... e a Millie Perkins lembra mesmo a Audrey Hepburn.
"I still believe, in spite of everything, that people are really good at heart.". Eu também, Anne...