A adaptação cinematográfica de curtas de Kurt Vonnegut Harrison Bergeron, 2081 mostra um futuro distópico onde todas as pessoas são obrigadas a ser iguais, seja fisicamente ou intelectualmente.
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“2081” é um curta-metragem de ficção-científica contundente e incisivo, que apresenta um futuro distópico no ano que dá nome ao filme.
Nesse contexto, há uma sociedade na qual toda a população é forçada a pensar e a agir da mesma forma pelo governo. Existe uma expressão que se aplica muito bem a esse cenário — “Toda unanimidade é burra”. Nada mais interessante, portanto, para a manutenção do poder, do que uma sociedade alienada, em que não há divergências de pensamentos.
Eis que surge no filme a figura de Harrison Bergeron, um rebelde que luta contra o sistema alienante e ditatorial em vigor. Esse é o personagem que representa o perigo, pois levanta-se da mediocridade, do mediano, sugere e ameaça com o novo. Ele representa a faísca do que um dia pode se tornar um (necessário) incêndio.
Creio, pelos comentários, que muitos interpretaram o filme de forma muito literal. A sua beleza está justamente na sua mensagem: nunca sermos tolhidos pela maioria, pelas ideologias e afins. Busquemos a igualdade valorizando nossas diferenças!
Patético.
O tema é excelente, porém, mal explorado. Algumas críticas são bem palpáveis, mas outras são um tanto quanto forçadas. Vale a vista.
tão bom que merecia um longa.