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A trama mostra Jean (Antoine Herbez), policial que descobre o filho, Maxime (Valentin Malguy), e o namorado dele, Kevin (Paul Arvenne), enforcados num hotel. Na autópsia, são revelados traços de cocaína e GHB em ambos os corpos. O pai, então, começa a investigar o que realmente aconteceu. No processo, acaba conhecendo Fabien (Clément Naline), que trabalha na boate Bisou, por meio do qual descobre uma faceta até ali desconhecida do filho morto.
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Eu estava até relevando a frieza de pais que perdem o filho dessa forma e não derramam uma lágrima. Afinal, cada um lida com o luto a seu modo, como a trajetória do Jean mostra. Porém, a meu ver,a história confunde "deixar lacunas para o público preencher" com "excluir informações para dar a sensação de lacunas". Por exemplo, a questão da casa. Onde Maxime morava? Onde o pai dele morava? Para qual casa Jean leva Fabien? Fabien entra em qual casa e por que Jean está ali?
Essas questões destruíram minha imersão no filme.
A questão do pai que descobre outra face do filho (um tropo clássico) é até uma boa premissa, mas a condução é dúbia, sem muita emoção e sem evolução do protagonista.
No final de tudo, Jean apenas usou emocionalmente o pessoal da Bisou para ter um salto de superação do luto, trancou o armário desse capítulo da vida dele, escondeu com um lençol branco de "pureza" e seguiu a vida.
A frieza imperou.
Gostei. Achei interessante que ele foi beeeem a fundo pra descobrir o que aconteceu com o filho. Não entendi bem aquele final
ele deixando só aquele móvel depois de ter se mudado
Eu esperei o filme ser digerido por algum tempo, a fim de que eu não reagisse de maneira injusta ao que ele me cansou, algo entre a ojeriza e o repúdio, mas, passando algum tempo, as más impressões permanecem: infelizmente, considero este filme uma das piores experiências que enfrentei ao longo de todo este ano de 2020. Achei abominável o percurso extremamente 'clean', que mistura os motes de HARDCORE - NO SUBMUNDO DO SEXO e do brasileiro ACHADOS E PERDIDOS, para ficar em apenas dois exemplos imediatos. Poderia enumerar centenas de tramas que serviram de pasticho para este filme, que equivoca-se desde a sua tentativa inicial de apresentação higienizada de um erotismo de classe média altíssima (tão irresponsável quanto a maioria dos 'playboys' adolescentes). Os atores são inexpressivos e enfadonhos e as situações em que o protagonista imerge, a fim de investigar o suicídio de seu filho (é sério isso?) não fazem sentido, desembocam num emaranhado de falsas situações dramáticas que irritam pela inverossimilhança acentuada. Por respeito ao esforço do diretor brasileiro, tentei encontrar algo que pudesse ser mencionado de maneira que não fosse negativa, mas, infelizmente ,não encontrei. Ultrajante! (WPC>)
Final lógico para um filme sem muito o que dizer. Só não é chato porque é curto.
que droga!