Bruna

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Últimas opiniões enviadas

  • Bruna
    1 semana atrás

    Típico filme dos anos 80 que carrega em seus elementos toda a nostalgia dessa época, com uma trama envolvente e muito bem conduzida.
    A trilha é cativante, sendo o ponto alto "Crazy for you" (Madonna) que embala os momentos do casal, encaixa perfeitamente na trama, e não sai da nossa cabeça, ainda mais quando carregada de um significado maior. Aliás, é fácil torcer pelo casal e isso contribui muito para o ritmo do filme.
    A história é simples, mas muitas vezes o simples, o básico bem feito, é o suficiente e o necessário para fazer tudo funcionar, sem criações mirabolantes, apenas a simplicidade que nos deixa com um sorriso no rosto e satisfeitos em acompanhar tudo.
    A mensagem final do filme pega demais, "é preciso amar as pessoas como se não houvesse o amanhã", e como foi completado posteriormente em uma canção, "na verdade, não há", então é preciso viver, amar, sentir o hoje, o agora.
    Entre todas as lições do filme, entre a superação, relacionamentos, dedicação, resiliência, etc, essa mensagem final é a principal lição que fica pra mim.

  • Bruna
    2 semanas atrás

    O filme tem uma sensibilidade ímpar, que causa um impacto maior em quem já teve um amor não vivido, seja pelas escolhas, por circunstâncias alheias à nossa própria vontade, ou pelo destino que as vezes teima em brincar com os rumos da vida.
    A direção, fotografia, roteiro, tudo é muito bem conduzido e com uma melancolia crescente, que deixa uma sensação agridoce em muitos momentos.
    Torna-se inevitável questionar os nossos próprios caminhos, sendo que o filme mexe profundo em todos aqueles que carregam em si o famoso “e se”, nos conduzindo em uma viagem interna que nos faz imaginar ou repensar vidas passadas, vidas futuras e vidas nem mesmo vividas.
    No fim, fica a sensação de que tem amores que carregaremos para sempre em nossas vidas, ainda que de formas diferentes, mas que sempre nos acompanharão nessa jornada.

  • Bruna
    2 semanas atrás

    Ótima versão de um filme que já teve versões anteriores muito marcantes, e que consegue corresponder à altura.
    Bradley Cooper surpreende, não só pela atuação, mas pela sua versão como cantor e principalmente com a pontual direção.
    Lady Gaga à vontade para soltar a voz não é novidade, mas sua entrega na atuação também surpreende.
    A trama em si é conhecida, mas cativante, e a cada cena vamos nos envolvendo com a história, a partir de certo momento fica iminente que algo trágico irá acontecer e a angústia é sentida.
    Os momentos finais são comoventes e aliados à música “I'll never love again” causam um sentimento forte de melancolia, que pega principalmente em quem já perdeu um amor, seja de forma trágica ou não, de forma definitiva ou até temporária, mas que de alguma forma teve esse amor encerrado de maneira repentina e sem respostas.

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