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Não vi coragem em
anunciarem a morte de Michael,
e sim, covardia em não finalizarem, ao menos temporariamente, o triangulo amoroso.
Sei e entendo que muito da série é o romance. Em uma apropriação da metalinguagem, nos episódios em que o gênero da escrita de Jane é criticado pela Professora Donaldson, a série consegue se afirmar (e justificar-se) como um romance puro e simples de maneira inteligente e engraçada. Por outro lado, a discussão entre Jane e Marlene também expõe a necessidade de outras tramas, o desenvolvimento de outros cenários.
A série não irá avançar enquanto o maior problema for “Quem ficará com a garota?”. Primeiro, porque Jane estabeleceu-se enquanto personagem independente, segura de si, mesmo que delineada em um papel fechado de sonhadora otimista romântica, ela é capaz de envolver-se e envolver-nos em outras tramas. (Fica a questão de até onde a série pode mudar seus personagens e tramas sem “trair” seus espectadores). Por exemplo, desenvolvê-la romântica e longinquamente junto a outro personagem, seja Michael ou Rafael, já gerariam mais potencialidades que constantemente Jane estar com um ou outro tendendo ao vice-versa infinito.
Espero que não
descartem Michael
por fan service à parcela #teamrafael, caso o façam, por favor, que não façam da terceira temporada um culpado, porém inevitável romance entre Jane e Rafael. (E, por favor, parem com essa obsessão pela concretização do complexo de Édipo “pai-mãe-filho”, nem toda família se constitui a essa maneira – não é mesmo, família Villanueva? – este é um pobre argumento para unir e sustentar o casal Jane e Rafael, obrigada).
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Uma tragédia grega no século XXI, apenas.