Felipe Leão
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  • Felipe Leão
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  • Felipe Leão
    6 anos atrás

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  • Felipe Leão
    6 anos atrás

    Toy Story sempre esteve no patamar mais alto de diversos quesitos do mundo da animação desde sua estética revolucionária em padrão mundial para a época de seu lançamento quanto por qualidade na dimensão de seus personagens e seus desenvolvimentos. Acredito que qualquer geração que tenha assistido e acompanhado esse desenvolver, até as crianças mais novas que tenham consumido seu universo apenas de alguns anos para cá, concorde (e vá concordar), em grande parte, na grandiosidade da obra. Mas, pessoalmente falando, acredito que Toy Story vai muito além de um simples ‘’xodó’’ para nós, crianças dos anos 90. O amadurecimento conjunto e a representação das fases, em sincronia com nosso crescimento físico e emocional é algo que extrapola as barreiras da hoje então nostalgia e nos conecta em um paralelo muito intrínseco de ligação cultural e comportamental.

    Comentário contando partes do filme. Mostrar.

    Não acredito que Toy Story 4 venha então apenas com essa intenção de mostrar o amadurecimento e a conclusão simplória de ciclos. Visualizo a nova obra como a representação máxima do conhecimento próprio e o papel de as vezes ser necessário dar um passo atrás para de fato se libertar e seguir em frente.

    Xerife Woody deixou de passar uma ‘’eternidade’’ em um museu no Japão para aproveitar seu propósito ao máximo, o de fazer ‘’sua’’ criança feliz, e sendo feliz também por isso. No fim do ciclo -Andy- e início do Ciclo -Bonnie-, as janelas abertas e fechadas traziam a verificação da ideia de um novo começo. Mas Toy Story 4 pega esse novo começo e amassa de uma forma tão humana, que ver o fim de toda essa construção criada é uma coisa tão bela e tão orgânica que faz a alma se inserir inteiramente naquele espaço. Woody é ninguém menos alguém que viu seu propósito ser mudado conforme os anos, alguém que foi tão fiel em sua luta por seguir seus sonhos mas que em dado momento chegou na dúvida em se perguntar ‘’que sonhos são esses?’’. Andy já foi (Infância). Bonnie não é o Andy (o mundo ideal/idealizado/buscado por muito tempo). E Woody de fato não é mais o mesmo. Ele já aceitou que o passado aconteceu, mas seu presente não era aquilo que ele esperava.

    O personagem principal, um simples boneco, como um humano qualquer ou uma simples criança da última década do século XX, que hoje atinge em média a casa dos 20 e poucos anos de idade (convivendo mais diretamente com esses grandes questionamentos da fase), faz essa representação se transformar em uma das coisas mais bonitas que essa obra conseguiu capturar em suas décadas de existência.

    Sim, existem diversos outros questionamentos e filosofias gigantescas dentro de Toy Story 4: a percepção do privilégio em relação a outros indivíduos (como Gabby Gabby), a figura de Garfinho que traz tantos questionamentos sobre o papel básico e fundamental da existência, e até a veiculação de um passado que retorna de forma modificada, delineando que o mundo age sobre todos nós de diferentes formas (Betty). Mas é sobre Woody que o holofote brilha e deve brilhar, principalmente para quem cresceu junto ao personagem.

    Woody percebe que seu objetivo não é mais o mesmo. Deu seu melhor, teve suas derrotas e conquistas, momentos tristes e felizes, mas o passado nostálgico e amado, e o futuro idealizado, também devem ficar para trás. De que adianta continuar a vida toda se guiando por mesmos propósitos e sonhos de um boneco/pessoa que você já não é mais? Woody tentou, mas não conseguiu achar mais o seu lugar nesse mesmo espaço.

    E afinal, a vida realmente não se trata disso? De finalizações e inícios de ciclos, mas que, quando começam esses outros, nunca se repetem da mesma forma? Não é uma constante mutação e descoberta, em que tentamos arriscar algumas decisões, mas que quando vemos que não é aquilo que nos representa, voltamos atrás para tentar de novo?

    Toy Story 4 pra mim é sobre isso. Tudo se trata sobre nossa busca pela felicidade e a paz com nossa voz interior, sempre lembrando e deixando aquele espaço pra quem você já foi, mas também respeitando quem você ‘’É’’. Não é sobre o abandono de deixar os outros para trás, afinal eles sempre estão com você, guardados no peito. É sobre seguir em frente, ao infinito e além.

    Obrigado Woody!

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